quinta-feira, 7 de março de 2019

A primeira vez que vi um rato, e não gritei nem fugi!

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Estava a sair do trabalho e, mal abro a porta, vejo lá ao fundo, nas escadas, um rato.


Verdade seja dita, era mais uma ratazana, dado o tamanho do animal.


Andava ali de volta dos vasos, em bicos de pés e eu achei o dito cujo tão fofo, tão engraçado que, pela primeira vez, não desatei a gritar, nem fugi a sete pés!


 


Ele, entretanto, escondeu-se atrás do vaso, e eu desci as escadas, passando por ele, sem receio.


Estamos no centro de Mafra e, como tal, já não é a primeira vez que um destes bichinhos resolve visitar o prédio. 


Com as portas fechadas, andou a circular pelas escadas em todos os pisos, até que foi corrido a pontapé e guarda-chuva, por uns clientes que iam a descer as escadas.


Suponho que não tenha ficado em muito bom estado, mas não sei se sobreviveu.


 


Claro que, se o tivesse visto em casa, a conversa seria outra e, provavelmente, não estaria tão tranquila!

3 comentários:

  1. Eu não grito nem fujo mas repugna-me e fico estática à espera que alguém o afaste!

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  2. Pois, já em mim, que grito que nem uma louca até com aranhas e outros insectos, tal o pavor, foi uma surpresa. Devia estar atordoada, de certeza. Aposto que se a dita ratazana começasse a subir pela minha perna, tinha sido outro o cenário!

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  3. Tive pavor de ratos toda a minha vida até as minhas gatas começarem a apanhá-los e trazê-los para casa para brincar. Agora nem por isso, mas houve uma altura que todos os dias traziam ratos para o nosso terraço. Deviam apanhar os ratinhos no terreno baldio mais à frente da nossa rua. Felizmente nunca os trouxeram para dentro de casa, mas como nunca os matavam eu também nunca matei nenhum. As primeiras vezes gritava até o marido apanhá-los, mas depois arranjei uma caixinha em cartão, comecei a aprender como os apanhar e ia levá-los a outro terreno onde elas não tinham acesso. Não sou fã dos bichos e das doenças deles, mas era incapaz de matar os bichinhos.

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