quarta-feira, 27 de março de 2019

Quando as obras provocam o caos até para quem anda a pé

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Aqui na zona onde moro estão a construir um novo hospital.


Essa construção fica ao lado da estrada que dá acesso a todas as escolas. 


Nos últimos tempos, por conta das obras, destruíram um dos passeios dessa estrada. No outro, mesmo encostado ao local da obra, andam escavadoras, e parte do passeio também destruído, o que nos obriga a ir pela estrada.


Por outro lado, todas essas máquinas acabam por condicionar o trânsito que, numa situação normal, já não é fácil.


Todos os dias têm que passar ali vários estudantes, sem qualquer segurança ou condições, sujeitos a ser apanhados por algumas das escavadoras ou, fugindo delas, pelos veículos que por ali circulem.


 


 


Como se não bastasse, destruíram também o estacionamento, ao final da estrada, e estão a fazer escavações de um lado e outro, provocando constrangimentos.


Além dessa obra, estão também a fazer outra, numa outra rua.


 


 


Por conta de tudo isto, tinham primeiro cortado um acesso. Há dois dias, deparámo-nos com uma das ruas cortadas ao trânsito. 


Então, o que acontece é que na rua paralela, está o trânsito proibido para quem sobe, sendo que era por esse acesso, ou por essa rua, que circulavam. Como todos estão agora interditos, e não há qualquer informação sobre desvios ou alternativas, os condutores não fazem a mínima ideia do que fazer, ou por onde seguir.


Ontem, vi um a ir em sentido contrário, sujeito a vir outro de frente. Hoje, deparei-me com um congestionamento de veículos num espaço de 50 metros, que não resultaram em choque por mero acaso.


 


 


A continuar assim, boa coisa não irá resultar. Só espero que, no meio de toda esta confusão, ninguém saia ferido, nem prejudicado, por culpa de quem não pensa, e não tem o mínino de bom senso para levar a cabo este tipo de trabalhos ao acaso.


 

9 comentários:

  1. Típico. Nada é planeado. Tudo feito sobre o joelho. Se acontece uma tragédia, são céleres em criar comissões, saem relatórios volumosos repletos de termos que nada dizem e, no fim, a culpa morre solteira. Triste país!!

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  2. Depois de ler o teu post, sinto-me abençoada por não ter de enfrentar isso diariamente. Trabalho a 5 minutos de casa e não apanho trânsito nenhum.

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  3. Está mesmo. A pé, não sabemos bem para que lado nos desviarmos, e os passeios estão destruídos, obriga-nos a ir pela estrada. Tenho receio pela minha filha, que passa ali várias vezes por dia.

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  4. E querem fazer tudo ao mesmo tempo. O que importa é ter o mínimo indispensável para a inauguração. O resto, são danos colaterais.

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  5. Eu também trabalho perto de casa. E a escola da minha filha fica a 10 minutos, a pé. Mas mesmo indo a pé, não temos os problemas de trânsito, mas afectam-nos a falta de segurança para percorrer o caminho.
    Ainda assim, nestas alturas agradeço ir a pé, porque ficar encalhada no trânsito, só atrasa.

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  6. Ai, Maria, a sorte é que as férias escolares estão aí.
    Mesmo eu, já nem sei para que lado me virar, com tantos buracos, máquinas e ruas estragadas.

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  7. Isso é tão chato. Há 3 ou 4 anos tive ao pé da minha casa obras por causa da construção da rotunda ou talvez há mais tempos. Quando eu passava por lá para além do pó, sentia aqueles olhares dos funcionários a olhar como se perguntasse porque é que eu estava ali.

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