quarta-feira, 29 de maio de 2019

Da abstenção nas eleições do passado domingo

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Eu diria que a abstenção se traduz numa única palavra: desesperança!


 


Muito se tem falado sobre a enorme taxa de abstenção que caracterizou as eleições do passado domingo.


Muitas têm sido as críticas a quem não foi às urnas, a quem não exerceu o seu direito de voto, a quem se esteve a marimbar para o que estava ali em causa, e preferiu ficar em casa, ou ir para qualquer outro lado passear.


 


 


Ah e tal "Abster-se de votar não é uma forma de protesto. Existem outras formas de mostrar descontentamento."


Ah e tal "Quem não vota não tem depois o direito de reclamar ou exigir nada, porque não fez nada para mudar o que considera que está mal."


Talvez.


 


 


Mas uma coisa é certa: 


Não chega apenas apelar ao voto.


Não chega a possibilidade de votar em branco.


Não chega ir lá e entregar um voto nulo.


 


 


 


Mais do que isso, é preciso que surja um candidato/ partido, que nos faça acreditar na causa que defende, que nos convença de tal forma, que nos leve a levantar o rabo do sofá para dar esse voto de cidadania (e de confiança) com vontade, e gosto por exercer o nosso direito. Com esperança numa mudança.


E não é o que acontece hoje em dia, à excepção, talvez, do PAN, que tem vindo a marcar pontos e a revolucionar aos poucos. O PAN é aquele que, à falta de outro melhor, acaba por se mostrar diferente, e mais convincente. Mas não ainda o suficiente.


 


 


Os portugueses vivem em desesperança pelas propostas que são apresentadas. São mais do mesmo. E do mesmo que ninguém quer.


Os portugueses acreditam que, qualquer um que seja escolhido, fará o mesmo que os outros, mesmo que tenha prometido o contrário.


 


 


Só no momento em que surgir alguém capaz de revolucionar o actual panorama político, capaz de nos fazer juntar à causa, e lutar por ela, como fazemos, hoje em dia, em tantas outras áreas, se poderá reverter este quadro de abstenção.


Isso, ou então acenar aos portugueses com uma "cenoura", a que terão direito se cumprirem a sua parte (votando). Por norma, costuma ser ainda mais eficaz!

4 comentários:

  1. Têm de tomar medidas para que levem os portugueses a exercerem o seu direito a votar!!!

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  2. Se não vai lá com o dever, talvez os incentivos funcionem. Um pouco como aquela questão de pedir facturas. Antes, ninguém queria saber. Mas como dá direito a benefícios, é ver toda a gente a pedir factura!

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  3. A elite financeira, e seus mercenários, são a NOVA PIDE.
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    --» Os Partidos do Sistema (e os Media do Sistema) são financiados por pessoal que..... possui investimentos ávidos de mão-de-obra servil ao desbarato.
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    --» Em consequência disso os Partidos do Sistema (e os Media do Sistema) destilam ódio/intolerância para com Intenções Identitárias:
    - eles não se limitam a ser globalistas, eles não suportam a existência de povos autóctones a sobreviver pacatamente no planeta; isto é: eles não respeitam NEM a diversidade, NEM a justiça social, NEM os povos de menor pegada ecológica.
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    --» Ora, de facto, o pessoal dos partidos do sistema em conluio com a alta finança, e em conluio com migrantes que se consideram seres superiores no caos... não falam na introdução da Taxa-Tobin como forma de ajudar os mais pobres... querem é que a ajuda aos mais pobres seja feita através da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil.
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    --» Mais: migrantes naturalizados são contra o separatismo-50-50... com o efeito, o seu problema não é a integração... com a sua demografia imparável em relação aos nativos, o seu problema é serem Donos Disto Tudo.
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    A luta pela Sobrevivência duma Identidade não é uma coisa de 'acção partidária'... tem de ser sim... um Movimento Suprapartidário.
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    MOVIMENTO-50-50
    -» respeito pela Diversidade;
    -» respeito pela Justiça Social;
    -» respeito pelos Povos de Menor Pegada-Ecológica
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    -» Por um planeta aonde povos autóctones possam viver e prosperar ao seu ritmo;
    -» E por uma sociedade que premeie quem se esforce mais (socialismo, não obrigado)... mas que, todavia, no entanto... seja uma sociedade que respeite os Direitos da mão-de-obra servil;
    ---» Todos Diferentes, Todos Iguais... isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o seu espaço no planeta --»» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
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    Nota 1: Os 'globalization-lovers', UE-lovers. smartphone-lovers (i.e., os indiferentes para com as questões políticas), etc, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
    -»»» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
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    Nota 2: Os Separatistas-50-50 não são fundamentalistas: leia-se, para os separatistas-50-50 devem ser considerados nativos todas as pessoas que valorizam mais a sua condição 'nativo', do que a sua condição 'globalization-lover'.
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    Nota 3: É preciso dizer NÃO à democracia-nazi! Isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles... que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros! [obs: não foi por acaso que a elite do sistema adulterou a lei das naturalizações]
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    Nota 4: Em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras... muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais: a elite do sistema fala nestes holocaustos? Népia!
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    Nota 5: Urge dizer à elite deste sistema o mesmo que foi dito aos antigos esclavagistas: a não existência de mão-de-obra servil ao desbarato não vai ser o fim da economia... vão continuar a existir muitas oportunidades de negócio (nomeadamente introduzindo mais tecnologia)!

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