terça-feira, 20 de agosto de 2019

Ainda vale a pena ajudar alguém nos dias que correm?

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Apesar de continuar a fazê-lo sinto que é, cada vez mais, necessário ter cuidado com as pessoas a quem ajudamos, porque podem servir-se da nossa ajuda para seu próprio benefício.


Quem ajuda, fá-lo porque é a sua natureza, porque acha que é o correcto, aquilo que deve fazer, ou até aquilo que gostava que, algum dia, fizessem por si.


Mas, se há quem reconheça, quem agradeça, quem saiba guardar para si essa ajuda, sem qualquer outra intenção, também há quem se sirva de palavras de apoio, de compreensão, de gestos, para deturpar tudo da forma que lhe é mais conveniente, pensando apenas em si mesmo, utilizando essa ajuda como arma de luta contra outros, ou como forma de atingir terceiros.


E, quando damos por isso, estamos no meio de um fogo cruzado que nada tem a ver connosco directamente, mas em que acabámos envolvidos e do qual, com sorte, ainda saímos atingidos como dano colateral.


Ou tornamo-nos um meio para as pessoas atingirem os seus fins, atirando-nos depois aos "lobos", como alguém a quem damos a mão para depois no-la pisar, quando já não precisar, ou alguém a quem ajudamos a escalar para, depois, nos atirar lá para baixo.


Se ainda assim, vale a pena ajudar alguém nos dias que correm?


Penso que e algo tão natural e inato que, quem sempre o fez, continuará a fazer, mas talvez com mais precaução. Just in case...


 

5 comentários:

  1. Olá Marta.
    Claro que vale a pena. Algumas vezes temos surpresas desagradáveis, mas não podemos condicionar a nossa natureza por causa de meia dúzia de aproveitadores.
    Uma boa semana! 🌻

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  2. Eu gosto de ajudar, faz parte da minha natureza!
    Mas, só ajudo quem merece. Se vejo que alguém se está aproveitar da minha boa vontade, corto o mal pela raiz.

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  3. Este fim de semana ajudámos uma pessoa que não conhecíamos de lado nenhum, porque lá está, foi aquele instinto que nos levou a fazê-lo.
    No fim, essa pessoa ainda tentou arranjar-nos problemas.
    Dá vontade de não voltar a fazê-lo.

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  4. Sim, ao género "morder a mão que lhe deu de comer".
    É normal que nos tempos seguintes fiquem reservas mas, quem tem por hábito ajudar, acaba por voltar a fazê-lo, ainda que com mais cautela.
    Boa semana!

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