terça-feira, 29 de outubro de 2019

Fractured - o filme


 

O que estamos dispostos a fazer para salvar a nossa família?

Até onde estamos dispostos a ir, e a sacrificarmo-nos, para recuperá-la?

Será que teremos forças para lutar contra tudo e contra todos, quando todos parecem estar contra nós, a fazer-nos passar por desequilibrados, para nos descredibilizar, e evitar que desmarcaremos os seus macabros segredos?

 

É por algo assim que Ray, uma das personagens principais deste filme, irá passar.

A nós, que estamos a assistir, resta-nos perceber qual a verdadeira realidade, e quem, ali serão os verdadeiros loucos.

 

 

 

 

Ray viaja com a sua mulher, Joanne, e a filha de ambos, Peri, de regresso a casa, depois de um almoço do Dia da Acção de Graças, que não correu da melhor forma.

 

Percebe-se que não estão bem. Para além de discutirem, Joanne dá a entender que a relação deles está condenada. A situação só não piora porque Ray concentra-se na filha, e se acalma.

 

Numa pequena paragem, numa estação de serviço, enquanto Ray está distraído a limpar o carro, e Joanne foi à procura de algo que Peri deixou na casa de banho, Peri afasta-se e, quando dá por isso, tem um cão a assustá-la e encurralá-la, muito perto de uma cratera feita por causa de uma obra de construção civil.

 

 

 

 



Sem que Ray consiga chegar a tempo de evitar o pior, Peri acaba mesmo por cair. Enquanto Ray tem apenas um ferimento na cabeça, Peri parece ter fracturado o braço, por isso, acabam por seguir para o hospital mais próximo. E é aí que tudo irá acontecer.

 

Após um tempo excessivo de espera e uma burocracia sem fim e, aparentemente, despropositada para a situação, Peri é finalmente vista por um médico e aconselhada a fazer uma TAC, por prevenção.

 

Enquanto Joanne acompanha a filha, Ray aguarda na sala de espera, acabando por adormecer. Quando acorda, várias horas depois, e pergunta aos funcionários do hospital pela mulher e filha, é informado de que nenhuma delas esteve naquele hospital, naquele dia.

 

 

 

 

 

 

 

 

Enquanto Ray pensa que lhe estão a esconder a família, e que algo de muito errado se passa naquele hospital, com a conivência de todos, auxiliares e médicos, provavelmente relacionado com tráfico de órgãos, a opinião dos especialistas é a de que Ray está a ter alucinações e a confundir a realidade, provavelmente devido à pancada na cabeça.

 

Já a psiquiatra de serviço, tem uma outra opinião, que configura um cenário ainda mais sinistro, e uma posição ainda mais delicada para Ray.

 

Estarão todos a tentar fazê-lo passar por louco, para desacreditá-lo? Ou estará ele a viver numa outra realidade, sem se dar conta?

Onde estão, de facto, Joanne e Peri, e o que realmente lhes terá acontecido?

Sem comentários:

Enviar um comentário

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!