terça-feira, 12 de novembro de 2019

Quando sabotamos a nossa própria felicidade

Imagem relacionada


 


Ainda a propósito do desafio do balão, de que falei há uns dias, fiquei a pensar na pessoa que acabou por rebentar o seu próprio balão.


 


Dizem que a felicidade dos outros incomoda muita gente.


Mas, e quando somos nós mesmos a impedir que a felicidade chegue até nós?


Quando somos nós a sabotar a nossa própria felicidade? Por achar que não a merecemos? Ou por não saber o que fazer com ela?


 


Uma pessoa que, logo à partida, desiste de si própria, nunca poderá investir noutra, nem tão pouco numa relação. 


Se ela se vira contra si própria, se se ataca a si mesma, se construiu um escudo tão forte que nem permite entrar aquilo que a poderá fazer feliz, nem a deixa sair para encontrar a felicidade fora dele, torna-se impossível alcançá-la.


 


E se o seu balão rebenta tão rapidamente, é normal que, na falta dele, ela tenha que começar a furar o balão dos outros.

7 comentários:

  1. Bom dia Marta, infelizmente essa autossabotagem é muito frequente. O pior é que, na maioria dos casos, as pessoas nem se apercebem (e recusam-se a ouvir quem lho diz). Preferem manter a atitude de vitimização (dá menos trabalho) do que responsabilizarem-se pela sua própria felicidade.
    Obrigada pela partilha.

    ResponderEliminar
  2. É verdade.
    Confesso que, por vezes, até mesmo eu não me permito muitas vezes desfrutar de certos momentos, colocando alguns entraves.

    ResponderEliminar
  3. Olá Marta,
    A pessoa que rebentou o próprio balão é o exemplo de quem culpa o mundo pela infelicidade sem conseguir olhar para si e perceber que é ela própria que não se permite ser feliz.
    (Já não consigo olhar para a cara de desdém dela)

    ResponderEliminar

  4. E o mais engraçado é que os defeitos que ela aponta ao outro, são aqueles que mais a definem.
    Mas nem sempre é fácil olhar para o nosso reflexo no espelho e, então, preferimos pensar que é outra pessoa que lá está, e não nós mesmos.

    ResponderEliminar
  5. Será que, por vezes, não o fazemos também nós, em determinadas situações?

    ResponderEliminar
  6. Umas vezes bloqueamo-nos, outras libertamo-nos... é conforme o dia :).

    ResponderEliminar

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!