
Ontem fomos ao Colombo.
Precisávamos de comprar umas coisas.
Entrámos na primeira loja. Estava cheia.
Era preciso muita destreza para conseguir andar por aqueles corredores, sem encalhar, tropeçar ou esbarrar em alguém.
E com um saco a ficar cada vez mais cheio, na mão.
Fomos aos provadores. A mim, pareceram-me um verdadeiro labirinto!
Lá experimentámos as roupas.
Estava um calor infernal dentro da loja.
A fila nas caixas era enorme. Valeu-nos as caixas (cerca de 10) estarem todas em fucionamento, e os funcionários serem despachados.
Fomos à segunda loja.
Ainda mais cheia.
Fila para os provadores.
Segurar sacos da loja anterior, malas e casacos, e a roupa que queríamos experimentar naquela (não demos com os sacos/ cestos).
Cada pessoa só podia levar 6 peças. Dividimos pelas duas.
Não podíamos entrar as duas no mesmo provador. Lá fiquei eu cá fora, com a tralha toda, enquanto a minha filha experimentava o restante.
Fila para as caixas.
Quase toda a gente a suar, porque vinha da rua toda encasacada, e ali estava um forno.
Uma pessoa está habituada às lojinhas aqui da vila e arredores, mais pequenas, com menos pessoas, com menos confusão, e depois estranha quando se depara com estas modernices e dinânimas.
Enquanto isso, do lado do meu marido...
Os sofás cá fora, cheios. Não dava para se sentar à espera.
Os cafés, cheios.
Onde poderia apanhar ar fresco, estava toda a gente a fumar.
À saída..
Não encontrámos o carro.
Nem sequer o lugar onde o tínhamos estacionado.
Eu tinha anotado o local mas, aparentemente, não existia! Tinha quase absoluta certeza que era naquele piso, mas não o estávamos a ver.
Subimos ao outro piso. Nada.
Pedimos ajuda.
À minha filha, já lhe doíam os pés.
O meu marido foi com o homem à procura, enquanto nós ficámos ali mesmo, à espera.
Pousei os sacos no chão.
A minha filha descalçou-se. Já não aguentava mais.
Passados alguns minutos, lá apareceu o meu marido no carro.
Afinal, sempre existia o lugar de estacionamento que tínhamos apontado, e tínhamos estado quase ao pé dele!
Apesar da confusão e fila para sair do estacionamento, conseguimos escapar.
Ir às compras em época natalícia, é para esquecer. O homem de lá disse que quase parecia que havia jogo do Benfica!
Acho que, agora, só para o ano é que lá voltamos.
Nem ao cinema vou, nesta época.... Aproveito um dia de semana para as prendas de Natal para não desesperar assim.
ResponderEliminarNós vamos muito esporadicamente. Normalmente, ao cinema. E não ao Colombo.
ResponderEliminarMas o meu marido tinha prometido à minha filha que lhe oferecia uma camisola que ela tinha visto numa loja de lá. E aproveitámos a ida, para comprar mais umas coisas e ficar despachadas.
Nem sempre é fácil encontrar a diversidade e preços em conta aqui na zona.
É quase uma penitência ir ao colombo na quadra natalícia, mas às vezes tem mesmo de ser. É respirar fundo, enfrentar a multidão e seja o que Deus quiser.
ResponderEliminarBoa semana, Marta. Beijo
Não gosto do Colombo, é confuso, perco-me nesses corredores.
ResponderEliminarEm Braga é igual durante o fim de semana, procuro ir de manhãs durante a semana e se não houver o que quero nas lojas de rua.
Nesta altura, até da baixa de preços fujo.
Odeio confusão.
Beijinhos
Uma vez fomos lá, já não me lembro bem para quê, e dizia o André. Eu conheço bem o Colombo, vinha cá várias vezes.
ResponderEliminarMas, às tantas, também ele já estava perdido!
Beijinhos
Eu já sabia que ia estar confusão, num domingo, dia de chuva, em época natalícia. mas é como dizes, tinha que ser, e já ficámos despachados para os próximos meses. Beijinhos
ResponderEliminar