quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

A importância das pequenas conquistas

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E como, apesar de mínimas, adquirem proporções gigantes no contexto em que foram alcançadas!


A minha filha tem um problema com a História, que é só a disciplina base do curso que escolheu, com direito a 3 anos e exame final. Um mero pormenor.


No primeiro período, teve 9,7 no primeiro teste, e 9,5 no segundo. A partir de 9,5, é considerado nota positiva mas, para mim, apesar de tudo, era uma nota negativa, e muito frágil que, a qualquer momento, poderia descambar.


E a prova disso é que a professora ainda ponderou dar-lhe um 9, em vez do 10 (o que acaba por ser contraditório). Felizmente, deu-lhe 10.


 


Este período já fez o primeiro teste.


A professora tinha avisado, há dias, que estes testes estavam "tristes". E que era normal os alunos descerem nesta matéria (mas ela diz isso a cada teste que faz).


Hoje, era o dia D.


Estávamos ambas à espera da negativa, ainda que com uma leve (muito leve) esperança de que se pudesse safar com uma positiva.


A nota mais alta da turma, foi um 14.


E a minha filha, teve 10!


 


Sim, foi apenas uma pequena diferença de 0,5 mas que, aqui, fez uma grande diferença. A diferença entre uma negativa que, puxada, dá positiva, e uma positiva certa, sem dúvidas. A diferença entre seguir a tendência e baixar a nota num teste com esta matéria, e não se limitar a manter, mas até conseguir contrariar, e subir a nota.


 


Claro que ainda tem um longo caminho a percorrer na história da História, até ao 12º ano, e vai ter que se esforçar ainda mais, para conseguir manter ou melhorar esta nota, até porque cada ano será mais puxado que o outro e, no fim, tem que ter média positiva, mas é bom perceber que o esforço pode compensar, porque isso, certamente, a motivará para continuar a fazer mais e melhor.

8 comentários:

  1. Ver filmes e séries sobre a matéria que estiver a aprender, pode ajudar...
    Espero que venham bons resultados!!!

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  2. Às vezes a motivação muda tudo. E quando paramos com o estigma conseguimos ter bons resultados. Especialmente em disciplinas como história em que os temas abordados influenciam o maior ou menor interesse dos alunos.
    Um grande beijinho para ela e bom estudo!

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  3. Assim que o gosto pela disciplina for aumentando, os resultados irão melhorando.

    Boa noite

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  4. Hum, acho que aqui não vamos lá pelo gosto. Passa mais por um esforço para perceber e tentar melhorar, ainda que desgostando.

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  5. Ontem à noite dizia-me ela "obrigada por estares orgulhosa de mim".
    Motivação e incentivo podem não fazer milagres, mas ajudam a querer fazer mais e melhor.
    E sim, é preciso contrariar o estigma. Já num outro ano, ela ia desanimada porque no anterior tinha tido quase sempre negativa e já ia com essa ideia. Mas disse-lhe que apesar de tudo, tinha que estudar e tentar mudar isso. Com a mudança de professor e forma dos testes, acabou por quebrar o estigma.

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  6. Acredito que sim. O problema, muitas vezes, é ela ter vontade de fazer esse esforço. Penso que ela ainda conseguiria melhor, se se aplicasse mais.
    Se houve anos em que ela vinha sobrecarregada de TPC's, este ano são raras as vezes em que traz. Tinha tempo de sobra para dar uma revisão todos os dias. Nesta fase não dá para começar um ou dois dias antes, e encaixar cerca de 100 páginas na cabeça.

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  7. Também espero.
    O 10º ano é, como lhe costumo dizer, o melhor ano para tirar boas notas e estar descansada. Nos seguintes, começa a complicar e tem exames.
    Os filmes ou séries ajudam, se o tema também lhes interessar. Mas há matérias que são mesmo para esquecer

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