
Matematicamente, em termos de idade, estou ali a meio caminho entre os jovens e os séniores.
E noto que, quanto mais os anos vão passando, mais me afasto de alguns dos pensamentos e hábitos dos jovens, sem ainda estar perto dos da geração sénior, mas a caminhar para lá. Ou seja, também estou ali pelo meio.
Ainda há uns tempos me perguntava se a tendência era para pensarmos e agirmos, à medida que envelhecemos, da mesma forma daqueles, cujos pensamentos e acções, antes, criticávamos, quando éramos mais novos?
Começo a convencer-me que, em muitas coisas, sim!
Sim e é sinal de evolução maturada e, ao mesmo tempo, sinal de que já não compreendemos o mundo que nos rodeia.
ResponderEliminarA questão que mais me inqueta, na qualidade de mais sénior que outra coisa, é o qu vai acontecer às pessoas no futuro, dado que me parece que estão a perder relevância na sociedade.
É quase inevitável, Marta.
ResponderEliminarE também já fomos jovens e fomos criticados pelos nossos pensamento e hábitos.
O que eu sinto é que vou ficando mais moderada, tento compreender o lado jovem... e o idoso.
Também acredito que sim, a idade trás outros pensamentos ;)
ResponderEliminarApesar disso, mesmo estando a afastar-me dessa faixa, acabo por compreender melhor os jovens, ainda que nem sempre concordando com eles.
ResponderEliminarSim, é isso que sinto também. Ao mesmo tempo que me afasto da geração jovem, e dos seus ideais consigo, ainda assim, compreendê-los melhor. Porque, afinal, já lá estivemos. E quantos aos séniores, para lá caminhamos!
ResponderEliminarEu sinto que estou naquela espécie de "vista privilegiada", em que dá para ver e compreender os dois extremos opostos.
ResponderEliminarEsperemos que a tendência mude, e que os séniores consigam conquistar um novo lugar nesta sociedade que, actualmente, os desrespeita, ignora e descarta com facilidade.