segunda-feira, 20 de abril de 2020

O final antecipado dos Amigos Improváveis Famosos



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Chegou ao fim esta edição de Amigos Improváveis Famosos.

 



E, sim, apesar de mais curta e interrompida antes do tempo, também marcou, e foram muitos os momentos de companhia e descontração passados a acompanhar as aventuras destas duplas.

 



O que levo desta experiência?



Que é preciso respeitar as diferenças. E esse respeito implica focarmo-nos mais em nós, e naquilo que podemos fazer e temos para dar, do que em criticar os outros, e o que fizeram ou deixaram de fazer.

 



Que devemos aceitar cada um como é, perceber que cada pessoa é única e diferente, e isso não tem quer ser negativo, ou errado, nem tão pouco ser uma barreira intransponível, que afasta ou cria distância entre as pessoas.

 



Essas barreiras somos, muitas vezes, nós que as criamos, quando não nos queremos dar verdadeiramente a conhecer, ou quando não estamos genuinamente interessados em conhecer os outros.

 



Esta experiência pode ter chegado ao fim mas, querendo, na verdade, ela foi apenas o início de algo.



A experiência continuará para todos aqueles que lhes quiserem dar continuidade.



E essa, sim, mais verdadeira, mais sentida, longe das câmaras, de um qualquer guião, ou das imposições de uma produtora.



Porque se o início, nem sempre é fruto da vontade ou desejo dos intervenientes, cabe-lhes a eles, e só a eles, o final da história, que quiserem escrever.

 



Acredito que saíram daqui amizades para a vida e, se assim for, já valeu a pena.



A despedida custa sempre mas a verdadeira amizade supera este afastamento temporário, sabendo que haverá todo o tempo do mundo para estar juntos, assim o queiram.

 

Relativamente aos participantes, as duplas que mais gostei, enquanto duplas, foram:

Io/ Carolina 

Nel e Júlia/ Bruno  

Fernando Póvoas/ Gonçalo

Manuela/ Diana

Graça/ Beatriz

 

Mas sem dúvida que as três primeiras são as minhas favoritas!

 

A nível individual, a Júlia, mulher do Nel, foi a pessoa que mais, e por bons motivos, se destacou nesta experiência, por nos ter dado o prazer de a conhecer, com toda a sua simplicidade, energia, alegria e afectuosidade!

 

Que, daqui a uns tempos e quando voltar tudo a uma relativa normalidade, venham mais edições de Amigos Improváveis.

3 comentários:

  1. vi o primeiro episódio e no instagram reparei que a miúda gira que acompanha a Io é modelo. Outros pareciam que se estavam a apresentar à casa dos segredos. Isto é, acho que muitos daqueles miúdos não foram para lá para ter uma nova experiência, mas sim para lançarem as sementes de uma carreira no showbiz, já que não há casa dos segredos.

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  2. Sejamos honestos, nenhum concorrente entra num programa destes só pela experiência porque, para isso, faziam-no fora das câmaras. Uns vão para promover aquilo que fazem, outros para ver se ganham algum dinheiro, ou se se abrem portas a um trabalho, uma vez que ficam conhecidos. Até mesmo alguns famosos quiseram "fazer-se lembrar" ao aceitar os convites. Como é que, com tanta gente "famosa" no activo e tão conhecida foram, por exemplo, buscar uma Manuela Marle, de quem não ouvíamos falar há décadas? Foi por falta de opções?
    Ainda assim, e apesar de muito do que ali se passa não ser espontâneo, a experiência existe, e acredito que resultou para algumas duplas.
    De qualquer forma, penso que a pessoa que mais angariou fãs, durante o programa, foi mesmo a menos provável: a Júlia, mulher do Nel que, me parece, foi igual a si própria, e conquistou o público.

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