quarta-feira, 17 de junho de 2020

Gato Bob: por vezes, esquecemo-nos que os animais não são eternos!

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Morreu o Gato Bob.


E eu não pude deixar de me sentir triste, pela morte de um gato que não conheço, com o qual nunca convivi, mas cuja história nos inspirou a todos.


E chocada: "Como assim o Bob morreu?"


Como se tal não fosse possível.


É nessa altura que tomamos consciência de que, ao contrário do que a nossa cabeça imagina, nem mesmo aquelas personalidades que idolatramos, que seguimos, que conhecemos pela fama que alcançaram, e história que partilharam, incluindo os animais, como o Gato Bob, são eternos.


Porque a morte não chega só para os desconhecidos. Mas a esses, ninguém liga, porque são isso mesmo - desconhecidos.


Também chega àqueles que, de alguma forma, através da música, da escrita, da arte, ou outra qualquer, se tornaram conhecidos de todos nós e passaram, de alguma forma, ainda que à distância, e indirectamente, a fazer parte da nossa vida.


 


Muitos de nós já perdemos entes queridos, animais que faziam parte da nossa família, e sabemos como doeu, o que nos custou superar essas perdas.


Não imagino sequer como James se esteja a sentir neste momento, ao perder o gato que lhe mudou a vida, e a quem ele mudou a vida.


Espero que todo o percurso e ensinamentos até este dia lhe sirvam agora para não perder o rumo, e para continuar no caminho da protecção dos animais, para que muitos tenham a sorte que Bob teve, e muitas histórias para contar, tal como ele.


E para que James não dê por perdido tudo o que viveu com Bob, ao longo dos anos em que estiveram lá um para o outro.


Até sempre, Bob!


 

4 comentários:

  1. Oh ... tenho 3 cães, um deles já tem 17 anos e sei que não vai durar muito, mas só de pensar nisso sinto o coração bem apertadinho.

    Beijinhos
    Feliz Dia

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  2. Também achei inacreditável, impossível. Se há gatos que chegam aos 20 anos, porque tinha o Bob de ir mais cedo!?
    Sinto como se o conhecesse pessoalmente de tanto que li, do filme, de tudo o que sabia dele e do James.
    Se nos dói a nós, imagino ao seu dono com quem partilhou tanta coisa.
    Mas certamente partiu porque já tinha a sua missão concluída.
    Jamais será esquecido!

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  3. Como eu costumo dizer: O Bob, era o Bob!
    Resta acreditar que o Bob vai continuar por aí, noutra família, noutro corpo, noutra missão.

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  4. Custa sempre perder os nossos amigos.
    Mas que ao menos tenham a melhor vida enquanto estão connosco

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