quinta-feira, 10 de setembro de 2020

A Vida de um Campeão

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Na altura em que o filme saiu, disse logo que o queria ver.


Acabei por não vê-lo no cinema e, entretanto, com a pandemia, nunca mais me lembrei dele.


No sábado, a fazer zapping pelos canais de tv, o meu marido descobriu o filme.


Pusemo-lo a gravar mas, como estávamos à espera da minha filha, acabámos por vê-lo na hora.


Tinha uma outra ideia do que seria a história, porque já não me lembrava bem do que tinha visto na altura, por isso, acabou por me surpreender.


 


Sim, é mais um filme a puxar pelas lágrimas, pela relação especial entre Enzo e o seu dono, bem como, posteriormente, pela mulher deste e pela filha.


Também é um filme de injustiças. De abandono. De tristeza.


É um filme que dá nervos, pelo carácter (ou falta dele) que algumas pessoas demonstram, e como insistem em colocar os seus próprios interesses, inventando o que for preciso, à frente de quem mais deveria importar.


 


Mas também mostra que, assim o queiramos, estamos sempre a tempo de emendar os erros e injustiças, e fazer o que está certo.


 


 

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