terça-feira, 29 de setembro de 2020

Como é possível ainda não ter estes livros na minha biblioteca?!

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Na semana passada, a minha filha disse-me que, este ano, iam dar "O Maias" na disciplina de Português.


Disse-lhe que ia gostar de ler. Eu gostei. Não o li enquanto estudante. Talvez seja por isso.


Há uns anos, o meu marido precisou de fazer um trabalho sobre uma cena do livro, e nessa altura fiquei com a ideia de que, algures no meio dos meus livros, eu tinha esse. Mas não.


Como ele se desenrascou com o excerto na net, não liguei mais.


Agora, acho que está na altura de comprar.


 


Mas não nos ficamos por aqui.


A minha filha vai também dar "Frei Luis de Sousa" e "Amor de Perdição".


O primeiro não tinha a certeza se tinha, ou sequer se tinha lido, mas o segundo li, e achei que tinham-me oferecido mais tarde o mesmo.


Revirei os livros todos, e nada.


Mandei vir também.


 


Como é possível eu, que adoro ler, não ter ainda estes livros, clássicos da literatura portuguesa, na minha biblioteca?! 

3 comentários:

  1. Marta a maioria dos livros obrigatórios são uma seca.~
    Passado quase mais de 30 anos continuam a dar a mesma literatura e não pensam em incentivar os alunos a ler.
    O único obrigatório que li e gostei foi o "Frei Luís de Sousa"
    Não dei os outros dois que referes..

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  2. Eu na escola acho que não dei nenhum
    Mas li, provavelmente requisitados na Biblioteca Municipal, os Maias e Amor de Perdição, e gostei.
    O Frei Luís de Sousa vou aproveitar agora para ler
    As obras acabam por ser quase sempre as mesmas, e nem sempre cativam a malta nova.
    Depois, há sempre aquele estigma da "obrigatoriedade", que faz os estudantes, automaticamente, rejeitar como algo bom para ler.
    Penso que nenhuma leitura deveria ser obrigatória ou imposta, mas sim sugerida ou proposta. Talvez se olhasse para os livros com outra vontade.
    Um que nunca tive coragem de ler, e acho que nunca irei pegar nele é, por exemplo, o Memorial do Convento, do Saramago.

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  3. Nem sempre? Não cativam continuam a não perceber isso.
    As notas falam por si.
    Há tantos escritores está na altura de mudar.
    Também nunca li Saramago e não faço intenções de ler.

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