
Não sei qual delas (ou se um pouco de todas) nos levará a insistir naquilo que já sabemos que, provavelmente, não irá resultar, não sairá como queríamos, ou não terá o efeito pretendido.
Mas o que é certo é que o fazemos muitas vezes, ignorando os avisos, o nosso pensamento, contrariando a nossa intuição, querendo provar a nós mesmos que podemos estar enganados. E que, daquela vez, as coisas podem ser diferentes.
E é impressionante como, por vezes, a cada tentativa falhada, e ficando um pouco mais desiludidos, continuamos a não querer ver o óbvio, e a insistir.
Será preguiça?
Comodismo?
Medo da mudança, e de arriscar num resultado que pode também ele, não ser o esperado?
Receio de arrependimento?
Mas, e insistindo, com efeitos muito aquém dos esperados, não nos levará igualmente à insatisfação, e consequente arrependimento?
Alguém bem perto de mim passou por esta situação há pouco tempo... o motivo foi o "desejar que resultasse". A pessoa sabia que tinha alguém de valor ao seu lado, pelo que contrariou a ausência de amor da sua parte por acreditar que estava com a "pessoa certa"... Precisou de ajuda para ganhar coragem e respeitar "os avisos, o pensamento, a intuição".
ResponderEliminarContudo, penso que, na maior parte dos casos, o que leva à persistência é a incapacidade para admitir que se fracassou em algo. O medo das críticas e do recomeço num novo caminho perturbam o discernimento...
Dia feliz Marta!
o cartoon é perfeito, adoro
ResponderEliminarAcho que isto se aplica a um pouco de tudo na vida - relações, compras, mudanças, hábitos adquiridos, atitudes...
ResponderEliminarBeijinhos!
Também achei engraçado
ResponderEliminarAté me deu um nó na garganta do tanto que me revi nesta publicação...
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