
Por vezes surge, de repente, uma rajada de vento que levanta a poeira no ar, e a faz andar ali, num remoinho, sem saber onde vai parar, nem quando vai voltar a assentar.
Esta semana, sinto-me a poeira nesse remoinho.
Estava tão bem no chão e, de repente, veio a rajada de vento não sei de onde, nem como, e arrastou-me com ela.
E, agora, estou aqui no meio do tumulto, ansiosa para que ela passe depressa, que os nervos se vão embora, e que a incerteza se esclareça.
À espera que a rajada se desfaça, e me volte a pousar no chão, em terreno seguro.
Para que tudo volte ao normal.
Há momentos assim, infelizmente.
ResponderEliminarRevejo-me aqui no que escreve. O vento pode ter tanto de leveza como de peso. Mas a rajada decerto passará
ResponderEliminarSim, passará...
ResponderEliminarE pode traduzir-se num suave pousar ou numa queda mais abrupta, mas a partir desse momento é mais fácil, com os pés assentes na terra, saber que rumo tomar, do que estar no meio do tornado.
Obrigada pela visita e comentário