
Vinha hoje para o trabalho e, já não sei a que propósito, veio-me à mente algumas expressões que usamos para explicar determinados acontecimentos, mais conhecidos como "efeitos".
Lembrei-me destes:
"Efeito Borboleta"
Refere-se à forma como as mais pequenas alterações num determinado ponto, podem gerar transformações com proporções drásticas e significativas, noutro ponto qualquer sem que, à partida, se pudesse esperar isso dada a pouca relação entre ambos.
"Efeito Bola de Neve"
Refere-se à forma como uma acção que, isolada, começa por ser pequena, pode vir a aumentar gradualmente, quando a ela se vão acumulando outras tantas pequenas acções, sendo que o efeito dessa aglomeração se torna perigoso ou desastroso.
"Efeito Dominó"
Refere-se, basicamente, a diversos acontecimentos que se sucedem em cadeia.
Basta um determinado efeito, para gerar outro, levando a uma sucessão dos mesmos, provocando estragos.
Isto acontece, por norma, quando existe uma proximidade ou dependência entre os objectos desses efeitos.
Por aí, conhecem mais alguns para acrescentar à lista?
Abrir a caixa da Pandora, quando se faz algo com implicações negativas e que já não pode ser "desfeito".
ResponderEliminarOlha, aí está mais um!
ResponderEliminarPor acaso não me lembrei
Bem visto, coisas nas quais não pensamos habitualmente, mas bastante curiosas.
ResponderEliminarPara além dos efeitos2há uma lei que me irrita solenemente: a lei de Murphy... no transito troco de faixa e fico para trás, só supermercado a mesma coisa. Por vezes é melhor ficar onde se está. Assim, não há bolas de neve, borboletas e outras.
ResponderEliminarFeliz Natal
A segunda é muito complicada e que para mim também "combina" com
ResponderEliminar" Quem faz a cama, bem deita-se nela", expressão que a minha mãe usava muito, e eu também, porque uma pessoa amiga está a passar um problema grande e grave, para o qual já mostrei querer ajudar e não aceitou.
Tem-se verificado ao longo destes três últimos anos que está pior, tem sido alertada pelas pessoas que lhe querem bem, mas o poço em que caiu já está demasiado fundo.
E porque falo nesta expressão?
Porque quem a quis ajudar, recusou ajuda.