
Desde que tenho a minha filha a estudar, e que implementaram esta forma de avaliação intercalar, a meio de cada período, sempre a considerámos uma espécie de vislumbre do que poderão vir a ser as notas de final de período, com os devidos acertos, tanto pela positiva, como pela negativa.
Porque ainda falta o resto do período, e tudo pode mudar.
Assim, não me surpreenderia que um "Satisfaz", virasse negativa. Ou um "Insatisfaz" se tornasse positiva.
Mas que um "Bom", a meio do período, somado a um teste de 13, se torne uma negativa, no final do período, já é mais difícil de aceitar.
Ah e tal, não liguem muito à avaliação qualitativa, porque a quantitativa é que conta.
Pois... Então, porque é que fez questão de diferenciar a primeira, entre "Insatisfaz" para uns, "Bom" para outros, e até um "Excelente", para o preferido do professor?
Todas as outras notas foram atribuídas com fundamento, e lógica.
E esta, baseou-se em quê?
Por que critérios se guiará, para fazer as suas avaliações?
Enganou-se na intercalar? Ou enganou-se agora?
E, se não se enganou em nenhuma, qual será a justificação para um aluno "bom", ao fim de um mês, e com um teste positivo, se transformar num aluno com avaliação negativa?
Bipolaridade do professor?
Honestamente como professora e mãe a avaliação intercalar não devia existir. No entanto perante o descrito, iria com muita calma falar com o Diretor de Turma pedir ao professor que esclacesse o porquê dessa nota que não faz sentido, mesmo sem avaliação intercalar. A aluna só fez um teste? Com certeza existirá uma explicação.Boas Festas.
ResponderEliminarA avaliação intercalar é feita quando, em uma ou duas disciplinas, ainda nem sequer tinham feito teste. Muitas vezes, por precaução, os professores dão um "suficiente".
ResponderEliminarNeste caso específico, trata-se de educação física. Em que o que mais deve contar é a prática (embora para mim nem devesse ser avaliada). Quando vimos o "Bom", ficámos admiradas, porque ela nunca foi aluna de "Bom". Isto, em Novembro. Em Dezembro, fizeram um teste escrito. E nos últimos dias, testes de condição física. Que me dá a entender que foi a única coisa que contou.
Enfim...
Um Feliz Natal!
De facto assim é. Contudo na avaliação não são s+o os testes que contam e como diz e muito bem na disciplina em questão conta mais a prática. Uma questão suponho que o 13 é na escala de 1 a 100. Mas de facto parece haver aí um engano.
ResponderEliminarQue estranho.
ResponderEliminarTem de esclarecer melhor essa situação!
13 na escala de 1 a 20.
ResponderEliminarSim , desculpa queria escrever suponho que o 13 é na escala de 1 a 20 e não de um a cem. É caso para pedir esclarecimento. Boas Festas.
ResponderEliminarA minha vontade era essa.
ResponderEliminarMas a minha filha diz que é melhor deixar estar. Não quer ficar "marcada" como uma colega dela, com quem o professor não vai à bola.
[Lá na escola só agora fizemos a avaliação intercalar. As notas só saiem em Fevereiro, no final do semestre. À pouco recebi um mail de um Enc Ed a pedir satisfações por causa do insuficiente a TIC. Se calhar em Fevereiro o aluno vai ter 4.
ResponderEliminarEu prefiro que os professores avaliem por baixo, em vez de criarem falsas expectativas ou darem uma nota que não corresponde à realidade. A Educação Física, em meados de Novembro, o professor consegue ter uma ideia daquilo que o aluno é capaz de fazer ou não. Se ela não era aluna de "bom", para quê dar essa avaliação. E, se nessa altura era, o que mudou em menos de um mês para ter negativa como nota final? Não se percebe.
ResponderEliminarNão me incomoda a negativa (já estamos bem habituadas dos tempos do 2o ciclo).
Mas continuo a achar que, se o objectivo é que se pratique exercício e se tenha hábitos saudáveis, ou despertar o interesse ou talento num determinado desporto, a disciplina nem deveria ser avaliada, ainda que obrigatória.
Deveria haver a possibilidade, aquando da matrícula e consoante aquilo que o aluno pretende para o futuro, indicar se queria avaliação e contagem para média dessa disciplina.
Não concordo com as avaliações intercalares.
ResponderEliminarE nesta situação de pandemia, nem sequer deviam existir.
Beijinho
Se as coisas fossem bem feitas, e houvesse bases para avaliar, serviriam para os professores verem como está cada aluno, a meio de cada período, e o que é preciso melhorar.
ResponderEliminarMas pelos vistos, em alguns casos, é só uma formalidade sem sustentação, ou um engano.
A minha filha no primeiro teste de matemática tirou 100% no segundo tirou 95%, a avaliação intercalar foi 100% e o professor na pauta deu-lhe o BOM, foi correta esta avaliação? Ficou triste e desmotivada.
ResponderEliminarNa avaliação intercalar não faz muito sentido o 100% mas, seja como for, na pauta daria sempre para o Muito Bom, e não apenas um Bom.
ResponderEliminarÉ por estas coisas que os alunos por vezes desmotivam, e sentem que estão a ser injustiçados.
A avaliação é para o aluno ou para o professor? Com esses erros ortográficos....
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