
De quantos "Abre-olhos" precisamos na vida, para os abrir realmente?
Foi um "abre-olhos", dizemos nós, sempre que acontece algo que nos alerta, ou faz repensar a forma como estamos a viver.
Mesmo que não tenha sido directamente connosco, pelo simples facto de termos conhecimento, já nos chama a atenção.
Atitudes que devemos mudar. Tempo que devemos aproveitar. Pessoas com quem devemos estar. Sentimentos que devemos demonstrar. Palavras que devemos dizer. E por aí fora.
Mas a verdade é que, sem darmos por isso, os nossos olhos começam, lentamente, a fechar. E lá os vamos mantendo assim, até que algo os faça, de novo, abrir.
A verdade é que os "abre-olhos", com os quais nos vamos deparando, depressa caem no esquecimento. Funcionam nos primeiros tempos mas, depois, acabamos por ignorá-los.
De quantos "abre-olhos" precisaremos nós, na vida, para os abrirmos realmente? Para os abrirmos mesmo, de vez?
E quando esse abre olhos é com os outros, então ainda mais rapidamente caem no esquecimento.
ResponderEliminarMinha querida Marta, eu já fui escaldada montes de vezes e acho que sempre aprendi com os meus erros, contudo, nesta vida, acho que estamos sempre em modo de aprendizagem, boa quinta-feira para ti, muitos beijinhos!!
ResponderEliminarEu quando cai dizia tantas vezes, isto é um abre olhos para eu levar a vida com leveza, a partir de agora vou ser mais calma, não vou stressar etc e tal.....
ResponderEliminarDurou só um mês o abre olhos
Pois
ResponderEliminarNa verdade acho que, com o tempo, os nossos olhos começam a querer relaxar, e vão fechando aos poucos, porque seria também impossível tê-los permanentemente abertos.
Mas há pessoas que tendem a manter-se mais vezes "cegas" que de pestana aberta
Ah pois...
ResponderEliminarNão nos toca à porta.
E quando toca, é como aquele ditado "Casa roubada, trancas à porta". Mas, se for preciso, dali a uns tempos começamos a baixar a guarda, e esquecemos o roubo!
Vivendo, errando e aprendendo, mas de olhos abertos, de preferência!
ResponderEliminarClaro que sim, sempre de olhos bem abertos, , fica bem,
ResponderEliminarJá perdi a conta, e não vejo forma de aprender a lição.
ResponderEliminarBeijinhos
Acho que é porque queremos acreditar que as coisas não acontecem connosco ou, quando acontecem, que não se voltam a repetir. Um pouco como aquele ditado "Um raio nunca cai duas vezes na mesma casa".
ResponderEliminarBeijinhos e bom fim de semana!
De certa forma, tenho aprendido com os meus erros.
ResponderEliminarMas interpretei este teu post como sendo um abrir de olhos para o que se passa com a corrupção neste país, e porque nós deixamos que as coisas aconteçam.
O texto pode ter várias interpretações, e a tua é uma delas.
ResponderEliminarServe para os nossos erros, para aquilo que vai acontecendo à nossa volta, para aquilo a que prestamos atenção quando não vale a pena, e para aquilo a que deveríamos dar, realmente, atenção, e não vemos.
É uma chamada de atenção para a nossa insistência em determinados padrões, quando já percebemos que não resultam, que nada trazem de bom. Para a urgência de uma mudança de atitudes, antes que seja tarde.
"e para aquilo a que deveríamos dar, realmente, atenção, e não vemos"
ResponderEliminarVer, vemos, mas acomodamo-nos no conforto da nossa casa à espera que alguém se lembre de resolver os problemas do país por nós.
Falo por mim.
duas questozinhas , que ate parecem ironicas , mas alguma pertinencia terao :
ResponderEliminarserá possivel ter os olhos abertos em permanencia ?
e ter os olhos abertos, digamos assim presos ao que se ama , nao significa inevitavelmente estarem fechados para outras realidades ?
Estou numa fase em que fecho muito os olhos para não ver, embora em estado por vezes, de alerta. Bfsem.
ResponderEliminarRespondendo à primeira pergunta, diria que é fisica e psicologicamente impossível ter, permanentemente, os olhos abertos. Isso limitaria muito a nossa vida, a nossa saúde mental. Mas, da mesma forma que fechamos os olhos, também há alertas que nos avisam que devemos abri-los naquele momento. Resta saber se os abrimos mesmo, ou se ignoramos, e mantemo-los fechados
ResponderEliminarQuanto à segunda questão fez-me lembrar aquelas pessoas que se diz que usam talas, e só vêem em frente!
Não diria que ficam fechados para outras realidades. Acho que é mais o nem querer olhar, o ignorar, o querer acreditar que aquilo que vemos é o que conta, e tudo o resto não interessa. É o apostar numa ficha só, convencidos de que será a premiada, ainda que saibamos que, no fundo, há outras com a mesma chance.
Estão fechados, mas não cegos
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