
A Joana propõs o desafio uma historia sem verbos, e eu decidi testar a minha capacidade de "comer" verbos, e perceber até que ponto eles são, ou não, fundamentais para dar sentido a uma história.
Aqui fica:
Livre como um pássaro
Leve como um a pena
Na floresta, feliz e solta
Ei-la: uma bonita rena
Ao longe um coelho branco
Numa toca escondido
Com uma cenoura na mão
Um feito conseguido
Perto, a água fresca e limpa
Daquele pequeno ribeiro
Um espelho resplandecente
Do majestoso pinheiro
Uma menina curiosa
E muito aventureira
Uma magia poderosa
E ei-la, de repente, na clareira
Mundos desconhecidos
De amigos improváveis
Alguns intrometidos
Outros mais amáveis
Um chá e biscoitos mágicos
Uma mesa composta
Um lanche saboroso
E, voilà, uma chave exposta
De repente, na Lapónia
Em visita ao Pai Natal
Depois, um saltinho à Amazónia
Através do misterioso portal
O relógio atrasado
A porta para a felicidade
Adeus chapeleiro aluado
Hora da realidade
O verbo no início do último verso!
ResponderEliminarCorrige
Lindo, lindo lindo.
ResponderEliminarBravo.
Parabéns!
Ora bolas
ResponderEliminarJá emendei!
Obrigada, José
ResponderEliminarQue bem! Desafio superado! Parabéns! Está lindo lindo lindo!
ResponderEliminarObrigada por ter participado, fiquei muito feliz!
Obrigada, Joana!
ResponderEliminarAinda tive ali uma falha que, entretanto, foi corrigida.
Mas cheguei à conclusão de que gosto de ter tudo à minha disposição para escrever, sem limitações