
É errado pensar que a idade traz limitações?
Ou, errado, é não reconhecer e aceitar essas limitações?
Não será regra.
Nem excepção.
Cada pessoa é diferente da outra, e o que acontece com uma, pode não acontecer com a outra.
Vemos por aí tanta gente nova, já com tantas limitações.
E tantos idosos que parecem ter mais vitalidade e juventude que os mais novos.
A idade é apenas um número?
Sim. E não.
Sim, porque não tem que nos definir, nem às nossas capacidades. Tão pouco tem que fazer-nos sentir de forma diferente, a cada número que é somado ao anterior.
Não, porque, queiramos ou não, o envelhecimento faz parte da vida, assim como tudo aquilo que ganhamos, ou perdemos, com ele.
Pode não se fazer sentir na mente, mas ser visível no corpo.
Mas, mesmo na mente, ela revela-se, muitas vezes, sob a forma de maturidade, e pela forma de encarar a vida.
A idade, por si só, não representa, automaticamente, limitação.
Ainda que saibamos que há limites naturais para determinadas acções, dependendo da idade de cada um, certo é que, muitas vezes, somos surpreendidos.
Há coisas que desafiam a lógica, o natural, e a idade.
E, por isso, não há qualquer problema em nos pôrmos à prova, em nos testarmos, em querer fazer isto ou aquilo, porque assim o desejamos, sem que a idade, por si, se interponha como obstáculo.
Mas quando a idade, realmente, acarreta limitações, devemos ignorá-las?
O avançar da idade, e aquilo que ele faz ao nosso corpo e à nossa mente, pode ser suficiente para nos brindar com limitações.
Nesse caso, é errado não reconhecer, aceitar e adaptar a essas limitações.
Podemos sempre tentar ignorar, ou contornar essas limitações.
Isso não significa que a mera força de vontade e determinação (que muitas vezes se transforma em teimosia e obsessão) consigam, de facto, levar a melhor.
Cabe a cada um de nós tentar melhorar a sua qualidade de vida, contra o fator idade!!
ResponderEliminarBeijinhos!!!
Bom dia Martinha!!!!
ResponderEliminarHá muitas limitações depois dos 40, eu acho que sim. Temos de nos adaptar e viver com as dores do dia dia. Ultrapassar esses obstáculos vai da nossa mente, estado de espirito, coragem de andar para a frente e ignorar as dores.
Beijinhos grandes
Uma dúvida pertinente, e quando temos pessoas com uma idade avançada, como tu e eu temos os nossos pais, tudo se questiona.
ResponderEliminarUm beijinho
Concordo.
ResponderEliminarEspero que não venha a ser uma teimosa e chatear de mais a família.
É o meu receio.
Beijinhos
ResponderEliminarSe ainda não és, é pouco provável que venhas a ser!
Sim, hoje em dia vemos cada vez mais a população sénior activa, a praticar actividades físicas para o seu bem estar.
ResponderEliminarE a idade, desde que a pessoa se sinta bem, e o seu corpo acompanhe, não quer dizer nada.
Prova disso é a Rosa Mota, a bater recordes quando já ninguém esperaria.
Concordo.
ResponderEliminarQuando existem limitações, não vale a pena fingir que não estão lá, porque só nos enganamos a nós próprios.
Mais vale aceitar e tentar lidar ou mesmo combater essas limitações, ciente delas.
Nestas idades dos nossos pais, ainda são mais comuns.
ResponderEliminarMas há muitos idosos que ainda acham que são jovens e podem fazer tudo, como há 20 ou 30 anos atrás. Até que algum incidente os devolva à realidade.
Mas serve para qualquer um.
Eu, por exemplo, estava habituada a acelerar, a fazer mil e uma coisas, e agora já percebi que para me sentir bem, tenho que abrandar. Se é da idade, ou não, não sei. Mas continuar no ritmo de antes e ignorar a "chamada de atenção" do meu corpo era burrice.
Olha que não sei.
ResponderEliminarSou um pouco chata, mas é de preocupação pelos outros.