quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

"Só Me Enganas Uma Vez", de Harlan Coben

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Tinha este livro na minha lista de livros a ler.


Recebi-o de presente de aniversário.


Entretanto, fiquei ainda com mais vontade ao saber que a série, baseada no livro, iria estrear este mês, na Netflix.


Comecei a ler.


E fiquei decepcionada. Não me estava a cativar. Após algumas páginas, pu-lo de parte.


 


No início do mês, comecei a ver a série, na esperança de que fosse mais interessante ver a história no ecrã.


Mas aconteceu o mesmo. 


Vi um episódio, e fiquei sem vontade de ver mais.


 


Ainda assim, eu sou teimosa.


Por algum motivo a história me disse alguma coisa, a ponto que a querer ler/ver.


Esta semana, voltei a pegar no livro.


Começou a ficar interessante.


Dei por mim a lê-lo em todos os momentos que tinha livres, até ao fim.


E, agora, tenho que terminar de ver a série.


 


Maya é uma mulher, recém viúva, com uma filha de dois anos a seu cargo.


Ela ama a sua filha, mas acredita que não tem jeito para a maternidade.


Também amava o seu falecido marido, apesar de passar a maior parte do tempo em missão, longe dele.


E, quem sabe por isso, nunca tenha conhecido verdadeiramente o homem com quem se casou. E, agora, é tarde.


Ele foi assassinado.


 


Como diz o seu cunhado, a morte persegue Maya.


Primeiro, os civis que, acidentalmente, mandou abater.


Depois, a sua irmã, Claire.


E, agora, o marido, Joe.


 


Poderão estar todas estas mortes interligadas?


Será Maya o elo comum?


Ou será mera coincidência?


 


Maya não acredita em coincidências, e leva a cabo a sua própria investigação.


Mas o que Maya não sabe (ou então até sabe), é que quando se mexe num vespeiro, pode-se acabar picado.


E há picadas que se revelam fatais.


 


Num mundo, que é o que todos conhecemos, em que o poder e o dinheiro untam as mãos e compram o silêncio de muita gente, em prol de gente que quer manter os seus crimes ocultos, Maya terá que ser mais inteligente, se quiser chegar à verdade, e revelá-la, antes de ser apanhada na teia que ela própria teceu, para tal. 


 


O final é inesperado, e justo.


Com um salto temporal, em que Lily, a filha de Maya, é agora uma mulher casada e com uma filha acabada de nascer, a receber todos aqueles que sempre estiveram ao seu lado, e a ajudaram a ser a mulher que hoje é.


E uma homenagem, a quem já não está presente, mas estará sempre presente.


 


Sinopse:


"Quando uma mulher não consegue acreditar naquilo que vê, só lhe resta fazer tudo para descobrir a verdade.
Um thriller imperdível do autor de alguns dos maiores êxitos da Netflix.
Ex-piloto de operações especiais, Maya voltou recentemente para casa. Um dia, vê uma imagem impensável, capturada pela câmara escondida em sua casa: a filha de dois anos a brincar com Joe, o seu falecido marido, brutalmente assassinado duas semanas antes. Tentando manter a sanidade, Maya começa a investigar, mas as descobertas só levantam mais dúvidas.
Conforme os dias passam, ela já não sabe em quem confiar, até que se pergunta: é possível acreditar em tudo o que vemos com os próprios olhos, sobretudo quando é algo que desejamos desesperadamente?
Para encontrar a resposta, Maya vai ter de lidar com os segredos profundos e as mentiras do seu passado antes de encarar a impensável verdade sobre o seu marido… e sobre si mesma."

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