quarta-feira, 3 de abril de 2024

Erro 404, na RTP

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Prometia muito, mas está a ficar aquém das minhas expectativas.


Lá está, não sou apreciadora de filmes nem séries de ficção nacional e, por isso, fujo muitas vezes para outros conteúdos.


Não é que seja um problema com o enredo, ou com a história. É mesmo com a nossa forma de actuar.


Uma mesma cena, um mesmo episódio, interpretado por portugueses, americanos ou brasileiros, por exemplo, será sempre diferente porque a própria forma de actuar, a dinâmica, o "à vontade" com que lidam e dominam, é diferente.


 


O primeiro episódio de Erro 404 é uma autêntica pasmaceira. 


Parece tudo muito forçado, sem ritmo. Em algumas partes até, meio parvo.


E pensei "que desilusão"!


 


Mas, teimosa como sou, dei o benefício da dúvida.


E assisti ao segundo, ao terceiro, e ao quarto episódios chegando, assim, a meio da série.


Ao terceiro episódio melhora um pouco.


Começa a surgir aquele "bichinho" da curiosidade, de ver o que vai sair dali, e o que estará guardado para aquelas personagens.


No entanto, está longe de cativar como seria de esperar.


 


Com um elenco composto por Inês Aires Pereira, como Rita, a personagem principal, e ainda Cristóvão Campos, Ana Valentim, Rui Maria Pêgo, Dinarte de Freitas, Tomás Taborda, Sara Carinhas e Valerie Braddel, entre outros, Erro 404 aborda a insatisfação de muitas pessoas com as suas vidas, a ponto de quererem, nem que seja por meras horas, viver outras vidas que não as suas.


Para isso, só têm que instalar e inscrever-se na aplicação Appy, e embarcar nas diversas experiências/ vidas que a mesma tem para oferecer.


 


Claro que, como todas as aplicações, sobretudo em fase experimental, ocorrem erros.


Resta saber se esses erros poderão ser corrigidos, e que impacto terão, entretanto, nos utilizadores.


O primeiro problema que percebemos é o de, da mesma forma que um determinado utilizador vive a vida de outras pessoas, também outras pessoas começam a viver a vida desse utilizador.


Por vezes, mais do que uma vez, a mesma vida.


 


E se, de repente, quiserem aquela vida para sempre?


Ou não quiserem, mas não conseguirem voltar à sua?


E se o que os outros andam a fazer nas nossas vidas não é aquilo que queremos para nós, quando voltamos a elas?


Que "estragos" já foram feitos, entretanto, nesse tempo, e como remediá-los?


 


Aguardo pelos restantes quatro episódios para perceber o que ainda irá acontecer na vida da Rita, por conta da aplicação que, em boa (ou má) hora, decidiu usar.


 


 


 


 


Imagem: rtp.pt


 

8 comentários:

  1. Também estou a ver e concordo, não é a série mais cativante de sempre... mas pronto, agora também quero saber o que acontece

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  2. Não tenho visto em tempo real mas acredito que, se o fizesse, adormecia a ver

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  3. Confesso que as aprensentações já não me cativaram o suficiente para assistir... se, de facto, as opiniões não forem boas, menos estou fico a ver...
    Beijinhos!!

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  4. Apesar de ser fraquinha também, muito por culpa da prestação dos actores, Morangos com Açúcar consegue ter mais suspense, mais acção, mais interacção, não dando aquela sensação de série parada, morta.
    Beijinhos

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  5. Também estou a ver, mas confesso que já adormeci algumas vezes...mas quero ver até ao fim

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  6. Vi o 1°, vi o 2°, e chegou! Falta-me a paciência para séries que não me dão alguma coisa.

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  7. Realmente, os primeiros episódios não dão nada: nem humor, nem drama, nem acção. É difícil uma pessoa querer continuar a ver.

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