
Com todo o tempo do mundo, vai tecendo a sua teia.
Como quem cria uma obra de arte, com um simples fio de seda, que vai entrelaçando daqui, cruzando dali, unindo acolá.
Como quem dá vida a uma peça de crochet, entremeando pontos, com espaços mais abertos, ou mais fechados.
Terminada a teia, é esperar que algo/ alguém caia nela.
Porque nem sempre é visível.
Ou porque, sendo-o, a curiosidade leva a melhor.
E, quando se dá por isso, já se está preso nela.
Já não se consegue escapar facilmente, ou de todo.
E fica-se à mercê do destino, e do ojectivo, pelo qual a teia foi criada.
Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1 Texto
Um belo conjunto!
ResponderEliminarBom fim de semana Marta.
Bonita foto, belo texto!
ResponderEliminarFantástica imagem!
ResponderEliminaràs vezes lá calha... cair em teias emaranhadas
ResponderEliminarLindíssima!
ResponderEliminarVejo-a muitas vezes no meu estendal
ResponderEliminarUma obra de arte aracnídea
ResponderEliminarBeijinhos e continuação de boa semana!
E há teias bem mais perigosas
ResponderEliminarAinda não inventaram uma exposição de teias de aranha
ResponderEliminarA foto está perfeita.
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