terça-feira, 11 de junho de 2024

Dar balas ao inimigo

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No nosso dia a dia, não raras vezes, seja por que motivos for, temos pessoas a "disparar" contra nós, sem que tenhamos feito nada para tal.


Quando isso acontece, ou nos desviamos das balas, ou atingem-nos apenas superficialmente, e passamos à frente, ou o ferimento pode ser mais profundo, e demoramos mais a recuperar.


No entanto, é algo que não depende de nós, que não conseguimos evitar.


 


O que me faz alguma confusão é ver, muitas vezes, as pessoas facilitarem a vida a quem dispara contra si. Muitas vezes, não percebem que são elas próprias a dar as balas ao inimigo, que mais tarde serão usadas contra elas mesmas.


Ora, se o inimigo já tinha parado, se já não tinha munições, se já ia dispara contra outro alvo, para quê chamá-lo de volta e ajudá-lo a atingir mais uma vez, dando-lhe balas extra?


 


 


 

15 comentários:

  1. Gostei... muito assertivo. Dar pérolas a "porcos" será sempre um enorme desperdício.
    Boa semana, com imunidade às "balas" extraviadas

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  2. As pessoas têm que aprender a travar determinados comportamentos!
    Saber contorná-los, mas meter um travão no outro.
    Bjs

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  3. As pessoas quando estão mal com elas mesmas, tudo fica pior, para elas e para os outros....
    Boa semana.
    Beijinhos

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  4. Pois, mas não só não travam, como alimentam. Em vez de pararem, vão fornecendo munições que logo a seguir são usadas contra elas próprias

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  5. Acho que as pessoas têm que saber o que falar, e com quem falar. Se começam a falar de toda a sua vida com toda a gente, estão a dar aso a que se metam nela. Depois, têm que arcar com os disparos.
    Beijinhos e continuação de boa semana!

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  6. Não Beatriz! Há situações que não podes ignorar. Ao continuar a serem permissivos com determinados comportamentos, quem o faz pensa que pode tudo. É meter um travão e se possível a minha especialidade " chapada de luva branca".

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  7. Sim, isso é verdade, Sofia.. Cada situação é única... há tratamentos que ignorar é o melhor remédio... e outros que a chapada de luva branca cai que nem ginjas

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  8. Saí há pouco tempo do grupo da família, que nem sequer tinha sido perdida, nem achada por única pessoa. A minha tia! Permitem que faça e diga tudo sem consequências, comportamento que conheço desde miúda. A minha irmã fez uma comentário a chamar atenção do comportamento insensível da minha tia, que disse " a morte toca a todos". A nossa prima tinha acabado de perder o pai e saí com esta pérola! Uma das primas que até é psicológa, chamou atenção da munha irmã e não da tia. Nós perdemos o nosso pai há 4 anos e nunca o esqueceremos. Resultado, tive que intervir com uma chapada de luva branca e saí do grupo!

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  9. Fizeste muito bem, Sofia. Se te fez sentido, foi o melhor que fizeste!
    Só tolos neste mundo.....

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  10. Completamente! Vou estar a irritar-me para quê? Já basta a estupidez diária que tenho que aturar.

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