Uma boa dose de suspense, uma pitada de humor e ironia, crítica social qb.
Histórias que nos remetem a outros tempos, a outras gentes, a outras gerações.
Às aldeias, ao campo, à labuta e trabalho duro de outrora.
E, ao mesmo tempo, tão actuais.
Transportadas para a metrópole. Para este século em que vivemos.
Como se, de certa forma, algumas coisas se mantivessem inalteradas. Como se fossem intemporais.
Porque há coisas que nunca mudam.
E uma delas é a morte.
Que está, muitas vezes, presente nestes contos.
A estagnação. A corrupção. A intrujice.
Mas também as verdadeiras amizades, o espírito de entreajuda, a camaradagem.
A aceitação sem julgamentos.
A bondade.
O relembrar de que alguns valores, apesar de estarem em perigo de extinção, ainda não caíram totalmente em desuso.
E, claro, não poderia faltar o amor!
Do mais atrevido, ao mais envergonhado. Do mais arrebatado, ao mais tranquilo.
Do proibido, ao consentido.
Amor de pais. Amor de irmãos. Amor romântico.
É por entre tudo isto que o José vai des(a)fiando, conto a conto, deixando-nos, muitas vezes, a querer saber mais sobre aquela história, e aquelas personagens, com a sensação de que estava apenas a começar e, na verdade, era o fim!
Agradeço ao José pelo livro que, gentilmente, me ofereceu, e espero que continue a brindar-nos, seja aqui ou no papel, com a sua escrita!
Capa: Olga Cardoso Pinto
Obra: José da Xã
Obrigado Marta por este teu postal.
ResponderEliminarÉ sempre uma alegria para mim perceber que os leitores gostaram do livro.
Uma optima semana.
Um livro repleto de moralidade, de facto!!!
ResponderEliminarBoa semana!
Beijinhos!!
É verdade, o nosso escritor de serviço a brilhar!
ResponderEliminarUm crítica assertiva e bem merecida!
ResponderEliminarBom fim de semana