quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Fome física ou fome emocional?

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A fome física é uma necessidade fisiológica que permite suprir a falta de energia de nosso corpo com alimentos variados. Não está ligada a um alimento exclusivo, ou a um sinal de emoção. 


Já a fome emocional é desencadeada, como o próprio nome indica, por emoções ou sentimentos, e proporcionam uma espécie de alívio instantâneo. 


 


Por norma, quando estou ocupada, tenho a tendência a comer menos. Por outro lado, naqueles momentos mais "mortos", costumo ir comendo para me entreter. 


Não é fome. Também não será gula. É, lá está, para me ir entretendo enquanto espero o tempo passar.


 


Noutro sentido, costumo comer muito mais quando estou a trabalhar, do que quando estou de férias, ou em casa, de fim de semana ou feriado. 


 


Este ano, por conta da bactéria que foi detectada no estômago, e consequente tratamento, todo o meu sistema digestivo atrofiou - desde não conseguir comer determinadas coisas, a ter a flora intestinal toda desregulada, e ter que adaptar a alimentação consoante o estado do dia.


 


E, assim, tive que encontrar uma rotina que, até agora, está a resultar (mas não sei por quanto tempo).


Essa rotina inclui não comer só por comer. Por entretenimento. Pela tal fome emocional.


Se bem que essa última, levada à letra, afecta-me pouco. Por exemplo, comprei há mais de um mês umas waffers de coco, que não como há décadas, porque estava de desejo e ainda nem toquei nelas.


 


Então, nesta nova rotina, tenho optado por iogurtes com fibra e probióticos, fruta, sopa, quantidades moderadas ao almoço e jantar, e apenas o indispensável para me deixar saciada nos lanches da manhã e da tarde.


Reduzi bastante o leite porque, lá está, troquei-o pelos iogurtes.


Peco pela água, que ainda não bebo aquilo que deveria.


 


Mas noto que me sinto bem. 


Sem necessidade (para já) de abusar e comer por impulso.


Com menos inchaço abdominal.


Não sei se, também, pelo facto de a dita cuja bactéria ter sido eliminada! Yeahhh!


 


Por isso, vou continuar a seguir este regime, até a fome emocional levar a melhor.


E por aí, costumam ser mais atacados(as) pela fome física, ou pela emocional?


 


 

9 comentários:

  1. Andei uma fase em que me atacava a fome emocional.... andava sempre a correr no trabalho e chegava à cozinha no trabalho pegava numa bolcaha, um chocolate... que as colegas traziam.. algo que era fácil de comer e no momento pensava "eu mereço"... mas estava a ser absurdo... parei com isso. Trouxe mais lanche de casa.. fruta, iogurtes, pão.... e como o que trago! Sem tocar em mais nada! E tem corrido bem. Sinto-me bem

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  2. Obrigada pela partilha!
    No meu caso, também no trabalho, embora trazendo de casa, eram umas quantas fatias de pão de forma, várias bolachas, croissants, só para ir petiscando.
    Agora, reeduquei o meu emocional para se deixar estar quietinho

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  3. É verdade, em casa, sem muito que fazer estou sempre a petiscar e a pensar no petisco seguinte, que normalmente são porcarias.

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  4. Eu é ao contrário, em casa acabo por andar mais ocupada e nem me lembro de comer. Já no trabalho...

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  5. O médico não mandou fazer o teste para saber se a bactéria foi "à vida"?
    Eu estou a seguir um plano alimentar, e foi mudado duas vezes.
    Tudo por causa do intestino.
    Não tomava leite há anos, comecei a tomar o magro sem lactose e suporto bem.
    Como quijinhis "a vaca que tu"
    Tenho de comer depois do treino.
    E dois lanches à tarde .
    Beber muita água.
    Comer pão duas vezes .
    E manteiga de amendoim.
    As sementes, que ou há no iogurte do pequeno -almoço, foram substituídas por frutos secos naturais.
    A aveia, que gosto, por corn flakes zero.
    Atum ao natural, ovo cozido, de manhã ou á tarde, vou gerindo como me apetece.
    Wraps, batido de frutas, panquecas que faço com farinha de espelta.
    Na verdade, consegui recuperar a massa muscular que perdi.
    Mas está foi com o treino de cárdio.
    Nem sempre sigo o plano, quase sempre à hora do lanche porque conicide com as horas de ir buscar o miúdo.
    Por isso, tomo leite e comi umas bolachas de água e sal, pequenas.
    Devia fazer um lanchinho à noite, mas não gosto de comer antes de dormir.
    Pede ao médico que te mande fazer o teste.
    Vou escrever o nome do teste noutro comentário.
    Beijinhos

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  6. Eu achava que tinha um nome próprio, mas é o teste de detecção da bactéria.
    É simples porque só bebes um produto que te dão e sopro que de ar que vai para um recipiente próprio, a cor vai dizer se ainda a tens ou não
    Fiz duas vezes, a primeira, ainda estava porque o tratamento não foi feito como deveria.
    No segundo teste: "bactéria morta" , segundo palavras do médico.

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  7. É o teste respiratório de urease.
    Já fiz. Deu negativo. Bactéria eliminada.
    Mas no meu caso foi tomar um comprimido com água, e esperar 20 minutos para respirar.

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  8. Eu não me privo de nada, mas vou optando pelo que vejo que me dou bem com, sem grandes regras ou sacrifícios.
    Mas andava sempre com "barriga de grávida", que ainda se notava mais por eu ser magra, e noto que não tem inchado tanto.
    Qualquer dia tenho que pensar em exercício físico.

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  9. Marta, li o primeiro comentário que escrevi e até fiquei parva.
    Tantas gafes.
    Desculpa.
    Tenho de ter mais cuidado.
    O teclado engana-me.

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