
Já tendo lido o livro, ver o filme foi como assistir ao vivo, à história narrada nas páginas mas, obviamente, numa versão abreviada.
Não gostei da interpretação da Blake Lively.
O filme tem duas horas, mas nem se dá por elas.Vê-se bem.
Gostava de ter visto mais cenas da Lily e do Atlas, quando jovens.
Mas, lá está, o foco do filme era o presente.
O que mais me assusta?
Ouvir, da boca de quem já viu o filme, que a Lily deveria ter ficado com o Ryle.
Sobretudo, de mulheres jovens.
Potenciais futuras vítimas de violência doméstica.
Mas, fugindo um pouco ao principal, o filme deixou-me uma reflexão sobre que tipo de pessoas somos. Ou podemos vir a ser:
Das que precisam de ser cuidadas e nutridas, para florescer, ou das que crescem sozinhas, sem depender de ninguém?
"...quando eu cuido direitinho das plantas, elas retribuem com flores e verduras, mas quando eu não cuido, elas murcham e morrem, como a gente. E esse carvalho não precisa de ninguém para crescer, ele é capaz de se cuidar sozinho. Continua de pé, de qualquer forma, forte e resistente.
A maior parte das plantas precisa de muito cuidado para sobreviver. Mas algumas, como as árvores, são fortes o bastante para sobreviver dependendo somente de si mesmas, e de mais ninguém."
Excelente partilha Marta. Eu também vi o filme (sem ler o livro) e adorei. Confesso que até já comprei o livro que deu origem ao filme e o seguinte mas ainda não os li já que tenho uma espécie de fila de espera das leituras
ResponderEliminarAgora o que desconhecia era essa opinião de quem vê o filme e que na minha opinião mostra que a "mensagem" da história não passou...
Beijinho e um dia feliz!
Oh Ana, e ainda vais ler o livro, agora que viste o filme?!
ResponderEliminarTenta ler o segundo, antes que chegue ao cinema (não sei se chegará, tendo em conta a polémica)
Também já tenho o segundo livro! Comprei os dois de uma vez!
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