terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Oh senhora, não tem que compreender, só aceitar!

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Acabaram de me ligar, a impingir um seguro de saúde.


Início de conversa da praxe, começa logo mal quando não me pergunta se é oportuno ou não falar no momento.


Nunca é! Mas pronto.


 


Informo a operadora de que estou no meu local de trabalho, e não tenho disponibilidade.


"Ah e tal, mas o que lhe ia dizer é rápido."


Assenti então.


 


Bla bla bla... seguro... bla bla bla... (confesso que não estava a prestar a mínima atenção à leitura do guião), e eis que o telefone toca.


Interrompo-a, dizendo que não tinha mesmo tempo, que tinha que desligar mas que, de qualquer forma, de momento, não estava interessada.


"Ah e tal, mas este é o momento! Tem que prevenir, em vez de remediar."


Novamente, explico que não tenho interesse.


"Ah e tal, mas não consigo compreender. Já tem algum seguro de saúde, é isso?"


Já a começar a ventilar, respondo-lhe: "Oiça, não tem que compreender. Só tem de aceitar. Se lhe estou a dizer que não estou interessada, não estou interessada. Não tenho que lhe dar justificações."


 


Escusado será dizer que a despedida, por parte da operadora, foi bem menos simpática do que a saudação!


Eu sei que estão a fazer o trabalho deles mas não há paciência para tamanha insistência e inconveniência.


 

1 comentário:

  1. São todas iguais.
    No m~es de dezembro, allguém me liga mas do numero fixo e indicativo de Braga.
    Atendei. caso contrário, não atendia.
    Diz a senhora como se me conhecesse muito bem
    " Olá, dona Maria. Está boa.?
    A aqui fala da xxx"
    Respondi; "Não posso falar com a senhora"
    Responde: "Volto a ligar.Tenha um bom dia.
    Compreendo que precisam de ganhar o seu dinheiro, mas serem chatas, não!

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