segunda-feira, 8 de setembro de 2025

"A Rapariga Que Mataste", de Leslie Wolfe

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Gostei da forma como a história foi apresentada.

Excertos de interrogatórios a várias testemunhas, no final de cada capítulo.

 

No entanto, pergunto-me porque insistem, os autores, em enveredar pela premissa do "casal feliz com vida aparentemente perfeita que, afinal, não é bem assim"?

Por outro lado, talvez por já estar habituada a este tipo de histórias e enredos, foi relativamente fácil perceber o que tinha acontecido, e como Craig tinha, de facto, "matado" Andrea.

 

 

A cada capítulo, vamos percebendo quem é Craig, e o quanto a sua ambição pode constituir uma ameaça aos que o rodeiam, da mesma forma que estes, sem o saberem são, por ele, considerados ameaças ao seu sucesso e futuro cuidadosamente planeado.

Andrea é a sua mulher. E ele tem planos para ela. Sobre o papel dela na sua vida, e no casamento. Planos de uma pessoa narcisista, que não olha a meios, para atingir os fins.

 

 

Andrea vai demorar a perceber o quão errada estava sobre o seu adorado marido.

Mas, a seu tempo, descobre a verdade.

A partir daí, tudo o que se segue parece uma cópia ou imitação de outros enredos semelhantes, sem grande surpresa.

 

 

 

 

Sinopse:







"A rapariga que tu mataste está a olhar por ti do paraíso com uma margarita na mão, e a desejar que tenhas tudo o que mereces nesta vida depois de ela se ter ido. Adeus, meu amor. Tu foste o tal.
Andrea e Craig tinham a vida quase perfeita. Acabadinhos de se mudar para um dos subúrbios mais desejados de Houston, planeavam desfrutar da nova casa e do bairro onde viviam.
Porém, alguns meses mais tarde, Craig vê-se preso numa teia intrincada e acusado do assassínio da sua jovem esposa. Assassino ou vítima? As opiniões dividem-se, e o julgamento polariza a cidade. O caso, altamente mediatizado, alimenta a imprensa e as redes sociais.
O seu casamento está na boca do mundo e é exposto e esmiuçado ao detalhe. Mas a névoa não se dissipa. A vida de Andrea continua um mistério que nem a polícia consegue resolver. Seria ela a esposa feliz e dedicada que todos julgavam ser? Ou era tudo uma grande mentira?
Quando estás a ser manipulada psicologicamente, depressa aprendes que não tens valor, que o teu sofrimento não tem importância e que não há escapatória…"




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