Tinha ouvido falar deste filme e perguntei à minha filha se o queria ver comigo, no fim de semana.
Assim fizémos.
A ideia até é gira, mas o filme não foi nada de especial.
Aliás, começamos logo mal, com tudo aquilo que não se deve fazer.
Três amigas de férias numa viagem pelo mundo, combinam ir a uma discoteca com uns rapazes que conheceram nesse mesmo dia. Depois, em vez de ficarem juntas, vai cada uma, com cada um dos rapazes, para sítios diferentes. Uma delas, inclusive, está a beber que nem uma louca, e a experimentar drogas.
Felizmente, no filme, não era o objectivo que as coisas corressem mal para elas. À excepção dessa amiga ter sido roubada.
Mas, até a isso, conseguiram dar a volta, com ela a recuperar as suas coisas, e a encontrarem no mesmo local um molho de notas, também elas, provavelmente, roubadas, que decidem agora gastar, juntamente com os rapazes.
A primeira meia hora (ou mais) de filme é uma seca.
Heather decide prolongar a sua viagem com Jack, um rapaz que conheceu no comboio, e que anda a seguir um percurso feito pelo seu bisavô, há muitos anos.
No entanto, ele anda apenas a fugir de uma situação que não sabe bem como enfrentar, ou que lhe futuro reservará.
Os dois apaixonam-se mas, no último momento, ele deixa-a sozinha no aeroporto, sem dar qualquer justificação.
Depois, é a mesma história de sempre.
Com o mesmo final de sempre.
Mas, pelo menos, com um pouco mais de emoção.
A fazer valer parte do tempo perdido a ver o filme.
Sinceramente, esperava mais.
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