
A vantagem de gostar de um determinado autor, e dos seus livros, é estarmos sempre à espera do próximo.
A desvantagem é que, ao lançar livro atrás de livro, e ao lermos um após um outro, o autor corre o risco de desiludir, de já não surpreender os leitores.
Já tinha lido vários livros da Freida McFadden, mas intercalados com outros.
No entanto, há umas semanas, pensei em ler os que ainda me faltavam dela. Uma espécie de maratona.
Não aconselho.
Para além de, lá está, apesar de serem histórias diferentes, começarem a ser previsíveis, parecendo mais do mesmo, só mudando os locais e as personagens, corremos o risco de ganhar uma certa paranoia de que não podemos confiar em ninguém. De que todos os que nos rodeiam podem ser potenciais assassinos, ter segundas e más intenções, serem mentirosos compulsivos e psicopatas!
Decididamente, é melhor ler algo diferente pelo meio, que corte esse efeito.
Que seja mais leve. Que nos traga pensamentos positivos. Esperança.
Depois, não posso deixar de mostrar a minha desilusão com esta autora, especificamente, com o livro "A Mulher no Andar de Cima", uma cópia barata do livro "Verity", da autora Colleen Hoover, com uns toques do seu próprio livro "A Criada".
Como se a Freida, naquele momento, estivesse sem inspiração para algo novo, e tivesse que optar por uma imitação.
Talvez, em vez de lançar tantos livros seguidos, a autora devesse fazer uma pausa, e reinventar-se.
A espera pelo novo livro é uma ansiedade boa...
ResponderEliminarBoa semana.
Beijinhos
E a expectactiva mais alta
ResponderEliminarMas nem sempre se concretiza!
Beijinhos e continuação de boa semana
compreendo o que dizes e já não és a primeira pessoa a dizer isso dos livros dela, eu só li o primeiro e o segunda da criada embora tenha os outros dois para ler e mais alguns dela.
ResponderEliminarAliás tenho para aí uns 4 livros dela para ler vamos ver
mais bom a parte da paranoia ate esperança.
ResponderEliminarNo caso a autora (do blog) nao se submeteu, nao foi absorvida, manteve-se consciente.
Portanto percebe-se bem o que escreve. E claro preferimos pensamentos positivos...mas nao deixa de ser droga na mesma.
O primeiro da colecção "A Criada" acaba por ser o melhor.
ResponderEliminarDepois, quanto mais livros se leem, mais vamos estando preparados para o que encontrar nos seguintes.
Percebo exatamente o que dizes. Histórias diferentes, mas a tornarem-se previsíveis. Ainda assim, dou por mim sempre à espera do próximo livro. Como já disseram aqui, é quase como uma droga. Já refleti muito sobre isso e acho que os livros são de leitura fácil e, no meu caso, por andar cansada, acabam por ser a escolha número um
ResponderEliminarSim, num conjunto de livros, de vários autores diferentes, acaba sempre por pender a escolha para a Freida, até porque a história, quase sempre, prende-nos logo no início, e são livros não muito extensos.
ResponderEliminarO mais recente livro dela - A Intrusa - não está mau. E um outro, que penso que ainda não existe à venda em Portugal, The Surrogate Mother, também difere um pouco e gostei.
Ainda não li livro algum desta autora, nem sei se lerei. Tenho tantos livros por ler, que não me vejo a abdicar deles para entrar nos autores da moda. Li da Collen Hoover 2 livros e decidi que não valia a pena. Não me dava nada de especial sem ser entretenimento, E como se explica a quantidade de livros editados constantemente? não me convencem.
ResponderEliminarPor vezes, também faz falta apenas o entretenimento. Li alguns bons livros da Colleen Hoover, e espero agora pelas adaptações ao cinema. No entanto, se o "Isto Acaba Aqui" foi uma boa aposta no grande ecrã, "Sempre Tu" foi um fiasco.
ResponderEliminarQuanto à Freida, não sei se ela já tinha isto tudo escrito há muito tempo, e vai lançando aos poucos, ou se realmente vai escrevendo e lançando mas, em alguns, parece que a história foi escrita à pressa, a despachar, sem grande dedicação.