
Como encaramos o passar dos anos, na nossa vida, desde o nascimento, até à morte?
Como uma única e longa subida, no sentido de um caminho difícil, uma escalada que se vai fazendo, devagarinho, e em que se vai somando aprendizagem e vivência, até morrermos?
Como uma descida, no sentido de contagem decrescente, a partir do momento em que chegamos a este mundo, até morrermos, um ano a menos, a cada ano que passa?
Como uma montanha, que se vai subindo até atingir o topo - uma determinada idade a partir da qual consideramos que já vivemos o melhor que a vida nos tinha a oferecer, no nosso auge - e, uma vez lá, atingido o pico, resta-nos iniciar a descida da mesma, de regresso à base, à medida que vamos envelhecendo, perdendo capacidades, esplendor, vigor, e resignando-nos com o que nos espera?
Ou como um conjunto de colinas, feito de períodos de caminhada e evolução, períodos de estagnação, momentos em que consideramos que o melhor já passou, e outros em que nos surpreendemos a subir novamente, com renovado entusiasmo e gosto pela vida?
Para mim tem sido difícil. Espero começar a aceitar melhor a idade maior como gosto de dizer.
ResponderEliminarLuísa Faria.
Há dias disse a uma amiga que ainda estávamos na subida da vida, e esse pensamento deu origem a esta reflexão.
ResponderEliminarDepende sempre dos dias....
ResponderEliminarBoa reflexão.
Boa semana.
Beijinhos
Sim, e das perspectivas de cada um
ResponderEliminarNão sabendo quando será o fim, e se são mais os anos que ainda temos para viver, dos que os que já vivemos, cada um encara como melhor quer.
Beijinhos e uma boa semana