quinta-feira, 30 de abril de 2015

O senhor é homossexual?Activo? Então não pode dar sangue!

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Que me desculpe quem inventou mais esta forma de discriminação, porque é algo que eu, simplesmente, não compreendo!


Mais uma vez, expliquem-me como se eu fosse muito burra, por que raio os homens (e apenas homens) homossexuais, não podem doar sangue como outra pessoa qualquer?!


Em primeiro lugar, quando uma pessoa se oferece para ser dadora de sangue, perguntam à mesma a sua orientação sexual? Que eu tenha conhecimento, essa pergunta deixou de constar dos questionários escritos antes das dádivas de sangue. No entanto, continua a haver indicação no sentido de a mesma ser formulada. E isso é discriminação. A orientação sexual de cada um só a si diz respeito, e a mais ninguém.


Ah e tal "o instituto não faz qualquer discriminação em função da orientação sexual, mas sim em função da prática sexual", diz Hélder Trindade, presidente Instituto Português do Sangue e da Transplantação.


E afirma ainda que "nada é perguntado sobre a orientação sexual, mas antes sobre o comportamento sexual. O que o instituto questiona é o comportamento de risco. Tanto faz se é homo ou heterossexual.", para logo a seguir se contradizer "o dador não será excluído por se assumir homossexual, mas por praticar sexo com outros homens".


Ou seja, os homossexuais homens, podem doar sangue, sim. Mas, apenas e só, se estiverem num período de abstinência sexual! E porquê? Porque "o contacto sexual de um homem com outros homens é definido como fator de risco".


A sério? Factor de risco é qualquer prática sexual desprotegida, seja ela entre heterossexuais ou homossexuais.


Só há riscos na prática sexual entre homens? E entre mulheres, não há? E entre heterossexuais? São uma classe superior, por acaso? Imune aos riscos?


Obviamente que não!


Então isto funciona assim. Uma mulher vai doar sangue. Como é mulher, quer seja heterossexual ou lésbica, pode fazê-lo. Mesmo que tenha tido comportamentos de risco, pode fazê-lo. Mesmo que seja portadora de VIH, pode fazê-lo. O mesmo acontece com um homem que seja (ou assim o diga), heterossexual. Ou que, sendo homossexual, não tenha tido qualquer actividade sexual num determinado período de tempo. E ninguém saberá, até ser tarde demais. Porque o seu sangue pode, entretanto, ter sido utilizado.


Como diz Hélder Trindade, apesar de o sangue ser testado antes da sua utilização, "há uma janela de tempo, que é variável, em que o VIH pode não ser detetado na análise ao sangue doado".

No entanto, um homem homossexual, activo, pode não estar infectado, e o seu sangue ser totalmente seguro. Mas, segundo estes senhores, ser homem e ter sexo com homens já constitui, por si só, um factor de exclusão! 


Desculpem-me mais uma vez, mas isto é a maior estupidez. Como é que pensam comprovar o orientação e prática sexual dos dadores? Sim, porque qualquer pessoa pode dizer que é uma coisa, sendo outra! Ainda mais sabendo deste tipo de discriminação. E qualquer pessoa pode dizer que está em abstinência, não estando.


Não é preconceito?! É!


Querem garantir a qualidade e segurança das dádivas? Façam exames, análises e tudo o que se mostrar necessário para tal. Sem discriminar! É a única forma - com rigor científico, e sem preconceito. 


Assim, só estão a criar entraves desnecessários e, na prática, inúteis, à doação de sangue que, como têm vindo a constatar, é cada vez menor. Estas limitações só provocam nas pessoas visadas a revolta, o desejo de esconder a verdade, de ocultar aquilo que querem saber. Com consequências que pretendem evitar.




Ler mais: http://expresso.sapo.pt/homossexuais-so-podem-dar-sangue-se-estiverem-em-abstinencia-sexual=f922315#ixzz3YnsvAqtB9

Obras de recuperação sem sentido

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A repartição de finanças de Mafra está a funcionar, desde que ando por aqui em serviço (15 anos) no mesmo edifício. 


Muitas instalações de serviços públicos mudaram para outras mais modernas, mas estas permaneceram inalteradas.


Alguns vidros rachados, mosaicos soltos, mobiliário obsoleto, inexistência de acessos adequados a todos os utentes, enfim.


Este ano, mais precisamente para o final do ano, espera-se que a repartição de finanças passe a funcionar no antigo edifício dos bombeiros abandonando, assim, as actuais instalações.


Ora, nesse caso, que sentido faz lembrarem-se agora de efectuar obras de beneficiação no actual edifício, ainda em funcionamento, quando daqui a uns meses o mesmo vai ser desocupado? Não poderiam fazer, nessa altura, a recuperação do edifício?


Agora, temos um edifício de 3 pisos, em que cada um se destinava a diferentes fins, com apenas um piso disponível, concentrando-se nele todos os serviços. Ou seja, temos um pequeno caos!


Num pequeno espaço à entrada, vão-se acumulando contribuintes que, muitas vezes, em vez de ocupar as cadeiras ainda disponíveis, preferem ficar no meio do caminho, a estorvar quem quer ou precisa de passar, quem pretende tirar senha, ou quem não gosta, simplesmente, de ter pessoas quase em cima do seu nariz.


Temos pessoas que insistem em ficar a meio caminho entre a sala de espera e o espaço de atendimento, dificultando quem está de saída e quem está a tentar entrar por ter sido chamado. Os funcionários chegam a chamar 3 ou 4 vezes por um número, que anda a tentar passar, furar daqui e desviar dali, até chegar ao balcão, depois de uma longa jornada!


Temos menos funcionários por cada serviço, o que implica mais tempo de espera, mais inquietação, mais desespero, mais reclamações.


Temos um funcionário que, devido a limitações físicas e psicológicas, foi colocado a informar os contribuintes que não podem subir para os outros andares, que têm que aguardar na sala de espera, qual a senha que devem tirar. E que, apesar de estar a fazer um serviço útil, não terá sido a melhor escolha.


Ainda ontem estava uma senhora a fazer uma pergunta e, às tantas, já o funcionário estava a ser mal educado e a gritar com ela e com outra, a responder mal. Já não é a primeira vez que isso acontece.


E, depois, temos funcionários cansados, que mal conseguem ouvir e fazer-se ouvir, tal é o ruído que se faz sentir, e que estão sem a mínima paciência e disposição para o atendimento ao público.


Ainda ontem saiu de lá um senhor a queixar-se que era inadmissível, que tratam as pessoas como se fossem animais.


Havia mesmo necessidade de fazer estas obras nesta altura? Não! Mas, enfim, umas obras estão meses e meses sem ninguém lhes tocar ou avançar. Outros, querem mostrar serviço desnecessário!

O que compensou ao longo destes 15 anos

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Quinze anos a trabalhar no mesmo sítio é uma data para celebrar!


Sim, nem sempre apetece, nem sempre o entusiasmo e a motivação são os mesmos, nem sempre a disposição é igual. Comecei com 20 anos. Nessa altura, estava ainda muito verde. 


Hoje, pergunto-me:


O que compensou destes últimos 15 anos?


O que me faz continuar a gostar deste trabalho? 


Excluindo o dinheiro que é o principal objectivo e motivação, os conhecimentos que fui e ainda vou adquirindo a cada ano. Coisas que não me passavam pela cabeça e que hoje, se alguém me perguntar ou pedir ajuda, sei responder e encaminhar.


Pode parecer que não, mas também me ajudou a escrever melhor, a utilizar determinados termos, e até a relembrar a matemática aprendida na escola, e há muito esquecida. 


As pessoas que fui conhecendo nos vários serviços que frequento em trabalho, e que me acompanharam em várias fases. Hoje, vou às Finanças ou à Conservatória, e já me conhecem bem, já sou da casa, algumas funcionárias até já me tratam por tu e me chamam Martinha, perguntam pela minha filha, que conhecem desde bebé (aliás, lembram-se de mim ainda grávida, e cheguei a levá-la quando era pequenita). 


E, acima de tudo, a forma calorosa como alguns clientes me tratam! Há clientes que ligam e que pedem para falar comigo. Talvez por ter tempo para as ouvir e lhes retribuir a conversa, ou porque estou por dentro dos assuntos. E, penso eu, pela minha simpatia e maneira de ser.


Há clientes que também valorizam o meu trabalho, enquanto administrativa.


Uma senhora, já me convidou várias vezes para tomar o pequeno almoço com ela, e cada vez que liga para lá é uma festa! Já houve clientes que levaram um mimo em ocasiões especiais (Natal/ Páscoa/ nascimento da minha filha). Já houve uma cliente que me levou uns queijinhos, outra bolos, outra uns objetos de decoração, outra deixou um café e um bolo pagos na pastelaria. Hoje, uma cliente foi à pastelaria comprar-me um bolo (até me perguntou que bolo é que eu queria). E isto são só alguns exemplos.


Por tudo isto, apesar de este trabalho nem sempre ser um mar de rosas, já compensou até aqui. E espero que assim continue por muitos mais anos!


 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

50 curiosidades sobre gatos

"Tropecei" por mero acaso nestas imagens, e não resisti a partilhar:



O menor gato do mundo se chama Tinker Toy e tem apenas 7 cm!


 



Um gato doméstico consegue alcançar uma velocidade de 48 km/h.


 



Gatas fêmeas são destras e gatos são canhotos. 


 



O amor por gatos é conhecido por Ailurofilia.


 



Em média, os gatos dormem 70% de suas vidas, o que significa que um gato de nove anos passou apenas três deles acordado.


 



Os músculos permitem que o gato movimente as orelhas em ângulo de até 180º.


 


Vejam as restantes em:


http://www.msn.com/pt-pt/lifestyle/lifestyleanimalplanet/cinquenta-curiosidades-sobre-seu-gato/ss-BBiQCP8

Adoro dançar!

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Já nos meus tempos de criança e adolescente dançava nos bailes com as minhas amigas! Sim, porque nesse tempo, os rapazes eram envergonhados. Preferiam ficar uma noite inteira parados, a apreciar a vista, do que dar um pezinho de dança.


Aos 17 anos fui, pela primeira vez, a uma discoteca! Charles Bar, na Praia Azul, para os lados de Torres Vedras. Era um espaço espectacular, a pista abria cedo e era a noite toda a dançar. Só parava para beber água, ou para descansar 2 ou 3 minutos. A música era a minha favorita - anos 80, com alguma música latina e reggae á mistura.


Mais tarde, aproveitei também na discoteca "Casino" na Praia das Maçãs, e na "Sem Horas", no Sobral de Monte Agraço, onde cheguei a comemorar um aniversário.


Foi também por esta altura, vinte e poucos anos, que voltei a dançar outro estilo de música, desta vez nas associações que promoviam bailes aos fins de semana, com as bandas da altura, da qual destaco a "Chaparral Band".


Depois de ter a minha filha, e já mais velha, as idas a uma discoteca foram esporádicas, e já não me entusiasmam tanto. Talvez por ser difícil encontrar alguma com a música que gosto. 


Mas não digo que não a um baile! Ainda mais agora que a minha filha também já faz par comigo! Numa noite de baile, vou alternando uma música com ela, outra com o meu marido. Eles vão tendo umas pausas para descansar. Eu é que não!


E se for a um bar, com algum cantor ao vivo a tocar boa música, também danço. E em casa! E até nos sonhos!


Simplesmente, adoro dançar! E é um excelente exercício físico!

A dificuldade em implementar (e manter) bons hábitos alimentares

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Não é fácil mudar qualquer um dos maus hábitos que o ser humano vai adquirindo ao longo da sua vida. Com os hábitos alimentares não é diferente. A vontade de mudar já é muito importante, mas é só o primeiro passo.


E não pode ser, de todo, uma vontade súbita, irreflectida e de curta duração. Desde que passou na televisão a reportagem "Somos o que comemos", que me deparo com várias pessoas nos supermercados a ler rótulos de variados produtos, a evitar comprar isto e aquilo porque só agora (a sério?!) descobriram que faz mal.


Mas, daqui a uns tempos, a reportagem esquece-se, a sabedoria adquirida apaga-se da memória e todos voltam à rotina habitual.


Muitas pessoas iniciam dietas milagrosas (nem por isso), muitas vezes mais prejudiciais do que benéficas, para logo desistirem. 


Outras, cumprem um plano alimentar à risca e conseguem perder o peso em excesso que tinham. Durante o acompanhamento pelo nutricionista, gabam aos quatro ventos como é saborosa a nova alimentação, o quão bem se adaptaram e o quão bem se sentem. Mas, deixados por sua conta e risco, voltam à alimentação de outrora. Voltam a ganhar peso, voltam a ter maus hábitos e a não querer saber da sua saúde.  


A questão é: o que leva as pessoas a não conseguirem uma mudança bem sucedida?


Em primeiro lugar, nem sempre têm a força de vontade necessária para levar avante a sua resolução. E ficam ainda com menos se as pessoas que as rodeiam não colaboram.


Em segundo lugar, a falta de tempo contribui para que muitas pessoas optem por algo mais rápido, mais prático e, nem sempre, saudável.


E, depois, há todo o meio onde a pessoa se move. Vejamos, por exemplo, crianças a quem os pais tentam educar para uma alimentação saudável.


Se for preciso, e apesar de já haver regulamentação no sentido da promoção de alimentos saudáveis e restrição dos nocivos nas escolas, compram chocolates, ou vão nos intervalos à pastelaria mais próxima comprar bolos, ou à hamburgueria da esquina.


Outras vezes, vão para casa dos avós que lhes compram umas bolachitas bem ao seu gosto, ou um bolinho. Se têm a sorte de lá almoçar, há sempre uma sobremesa à espera.


A minha filha é uma delas! Dias em que está com o pai, são dias para se "estragar". Dias em que está com os avós, são quase todos para comer uma coisa ou outra que não deve. 


Eu bem tento que ela se alimente bem. Mas, assim, torna-se complicado!


  


 

terça-feira, 28 de abril de 2015

Lembretes a não esquecer!

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O que seria de mim sem eles!


E como eu gosto do meu velhinho telemóvel, que tem esta funcionalidade tão preciosa! Sim, eu sei que há equipamentos modernos mais eficazes, mas não sou muito apreciadora de novas tecnologias.


Voltando aos lembretes, estou sempre a precisar deles, porque a memória pode ser boa para algumas coisas, mas já começa a falhar para outras.


Então, tenho lembretes para tudo e mais alguma coisa! Para hoje, por exemplo, já criei um lembrete para comprar fita correctora para a minha filha, que ela já me tinha pedido há duas semanas!


Entretanto, criei um para quinta-feira, a lembrar-me de desligar os despertadores porque sexta-feira é feriado, e não tenho que acordar cedo. E um para sexta, para não me esquecer de pagar a renda da casa.


Ao consultar a minha lista de lembretes gravados, encontrei alguns curiosos:



  • Acordar (não faço ideia de porque o criei, já que para isso utilizo o despertador)

  • Comprar sopa (é que à segunda-feira é o dia da sopa, e se me esqueço dela, fico sem almoço)

  • Mudar hora (porque gosto de mudar a hora dos relógios lá de casa e telemóveis no dia antes e, se não for assim, esqueço-me)

  • Pagar renda (este tem que ser todos os meses)


E agora, o lembrete dos lembretes, criado ontem:



  • Lembrete para não me esquecer de escrever um texto sobre os lembretes!


 


 

Afirmações com ponto de interrogação!

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Conhecem alguém que o faça?


Já imaginaram estar a conversar com alguém que, a cada afirmação, vos faz uma pergunta?


Deve ser extremamente aborrecido, não acham?


Parece que estão permanentemente na incerteza, não é?


Ou que querem a todo o custo que concordem com essa pessoa, não vos parece?


Talvez seja apenas uma forma de fazer a conversa continuar, não acham?


Ou de querer atenção, não?


 


Está bem, agora que já perceberam e que já estão, provavelmente, com uma cara igual à de cima, é melhor eu parar por aqui!

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Aviso: post susceptível de gerar indisposição!

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Ontem foi um dia para esquecer.


A minha filha chegou a casa no sábado, depois de passar o dia com o pai, a queixar-se de dores de barriga.


De madrugada, começou a diarreia. Levantei-me, fui ver o que se passava, fiz-lhe um chá e depois, quando me voltei a deitar, demorei a adormecer.  


Ontem de manhã, a primeira coisa que faço é limpar o caixote da gata. Acabo de limpar, faz cocó! Limpo novamente. A minha filha, que entretanto já tinha tomado banho e vestido roupa lavada, não aguentou do quarto até à casa de banho, e teve que tomar banho outra vez. E eu pôr a roupa suja a lavar. E a ter que levar com o mau cheiro.


Eu sei que sou conhecida por ter um estômago contra todas as adversidades, de lidar bem com a limpeza, com os maus cheiros e afins, sem ficar mal disposta ou vomitar. Mas isto já é demais.


Ontem, até eu já estava a ficar enjoada.


E como se já não bastasse este cenário ainda vejo, ao vir da farmácia, um gato morto no passeio, em estado de decomposição.


Quanto à minha filha, depois de uns chás, ultra levur e imodium rapid, e umas horas de descanso, conseguiu melhorar da diarreia e das cólicas.

Oh Belinha, lá se foi a tua estrela!


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Oh Belinha, lá se foi a tua estrela! E agora?


Logo tu, que até agora estiveste sempre entre os mais votados, algumas vezes com pontuação máxima. Tu, que tinhas aí uma madrinha tão bondosa. Que tinhas os jurados e os portugueses rendidos aos teus pés.


O que é que correu mal? Terá sido a coreografia desta semana? Uma adversária à altura? Ou terá sido humildade a menos, e o facto de já estares a pensar que a vitória estava garantida?


De qualquer forma, não fiques tão aborrecida. Na próxima semana tens uma nova hipótese de regressar à competição, e fazeres de tua justiça!


Agora a sério, a Isabel Silva dança bem mas, talvez pela sua própria maneira de ser (mostra ser muito simples mas não parece verdadeiro), pelos elogios que foi recebendo, pelo facto de ser uma das caras da estação e de ser grande amiga da apresentadora, ou por pensar que caiu nas boas graças do povo português, parecia-me convencida de que iria vencer o programa. A expulsão de ontem deve ter sido um grande balde de água fria.


Acho que lhe fez bem. Gostei! Não simpatizo com ela. Já não gostava quando a via apresentar outros programas. É certo que ela tem feito boas prestações, e há lá concorrentes como o António Raminhos, que nem sequer dançam, e que já deveriam ter saído há muito tempo.


Mas o que é certo é que continuam a escolhê-lo. E o duelo de ontem foi com a recém chegada Sara Prata que, ao que parece, mostrou-se à altura.


Vamos ver como correm as coisas na próxima semana. Se o povo se redime e a leva de volta à competição, ou se fica por aqui.


 


 

A importância da psicologia na educação

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Costuma-se dizer que "de médicos e psicólogos, todos temos um pouco"!


E, de facto, enquanto pais e principais educadores dos nossos filhos, temos que fazer muito uso da psicologia, para conseguirmos contornar e ultrapassar determinadas situações em que eles nos colocam, na sua tarefa de testar os nossos limites.


Temos que saber quando ignorar, quando repreender, quando não ceder a chantagens emocionais, ao stress e ao desespero, como não responder a provocações, como impôr regras e limites e fazê-los cumprir, como conversar e explicar o que é certo e errado, quais os melhores castigos a aplicar, e tantas outras coisas. Não é fácil, e nem sempre conseguimos. É mais fácil na teoria que na prática!


Também os professores, enquanto educadores na escola, têm que fazer uso da psicologia. Porque, também na escola, é preciso o professor manter a ordem, fazer-se respeitar, estabelecer limites e chamar a atenção, quando for o caso disso. Também não é fácil.


Tive enquanto estudante do secundário dois professores diferentes de português, ambos pouco mais velhos que os alunos. O primeiro, tinha uma relação quase de igual para igual, com respeito, brincava quando tinha que brincar, mas era sério quando tinha que ser. A segunda, não conseguia fazer nada da turma. Falar ou estar calada era igual. Tinha medo. Chegou, algumas vezes, a chorar de desespero em frente à turma inteira.


Hoje em dia, muitos professores têm medo. Não só dos alunos, mas dos pais destes. Evitam criar conflitos, evitam actuar em conformidade, em determinadas situações, por medo do que lhes possa acontecer.


E, se há coisa que um educador nunca deve mostrar perante uma criança ou jovem, é medo! Ou qualquer outra fragilidade. Porque eles vão absorver isso e usá-lo contra o educador.


No caso de crianças ou jovens em risco, algumas institucionalizadas, a psicologia é uma ferramenta ainda mais importante para um educador.


A criança já passou por situações delicadas, de incompreensão, de abandono, de indiferença, de negligência, de maus tratos. Sentem-se, muitas vezes, sós, excluídas, discriminadas, com baixa-auto estima, e é preciso trabalhar e reverter tudo isso.


É preciso devolver a confiança, a segurança, a estabilidade emocional, alguma sensação de pertença, de estar inserida numa família. Principalmente quando não há contacto com a família a quem foi retirada, ou esse contacto é escasso.


O educador deve trabalhar, não no sentido de "pegar na mão da criança", mas no sentido de fazê-la querer agarrar a mão que lhe é estendida. Deve trabalhar no sentido de incentivá-la a ter objectivos e metas, a valorizar-se, a tirar o melhor partido das oportunidades que lhe estão a ser proporcionadas.


Deve colocar-se ao mesmo nível da criança ou jovem. Acima de tudo, estar disponível para escutar. E tentar compreender, entrando a fundo na sua mente, fazendo-a questionar-se.


Muitas destas crianças guardam uma grande revolta dentro de si, e transpôem cá para fora em forma de birras, conflitos com colegas e educadores, actos violentos, explosões verbais.


E os educadores tem que lidar com tudo isso da melhor forma, uma vez que estão lá para ajudá-los e protegê-los. É preciso uma grande preparação psicológica para lidar com estas crianças e jovens, dia após dia!


Mas deve ser compensador quando conseguem levar a bom porto a sua missão. Afinal, o que estas crianças ou jovens querem é aquilo que todos nós, no fundo, queremos: ser amados! 


 

domingo, 26 de abril de 2015

Fruta, peixe e pão fresquinho à porta!

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Quando eu era pequenina,


quando eu era pequenina... (ok, vamos lá deixar de cantorias)


Quando eu era pequenina, havia uma senhora que vinha vender fruta de porta em porta ou, melhor dizendo, parava em determinados sítios ao longo das ruas, apitava, e lá íam as pessoas espreitar o que trazia e comprar frutas e legumes.


Lembro-me de ir, muitas vezes, com a minha mãe. Parava no largo mesmo por trás da nossa casa, ficava perto e tinha produtos frescos, baratos e de qualidade. Mas, ao fim de muitos anos, deixou de aparecer.


 


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Mas a venda de produtos porta a porta não se ficou pela fruta. Começou a vir, entretanto, uma peixeira. Eu não sou muito apreciadora de peixe, mas não sei até que ponto o peixe chegaria às mãos de quem comprava, ainda fresquinho. No entanto, ao fim de algum tempo, foi para outra freguesia, e não voltou.


 


 


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E como nestas coisas de vendas ambulantes não pode faltar o alimento principal, também tivemos uma padeira, que veio fazer esta volta desde que eu era pequena, até a minha filha ter a mesma idade que eu tinha no início!


Entretanto, começou a fornecer para as grandes superfícies.


Agora quase toda a gente tem carro, e vai fazer todas as suas compras às grandes superfícies. Mesmo as pessoas mais idosas, aproveitam a boleia dos filhos e netos. Mas antigamente, havia apenas os mini mercados, que nem sempre ficavam perto de casa. E os preços nem sempre compensavam. 


Por isso, estas carrinhas que vinham vender este tipo de produtos à porta das pessoas tinham muita clientela, e davam imenso jeito.


Recentemente, aqui na zona onde moro, começou a vir novamente uma carrinha de venda de pão. Só prova que, apesar da modernização do comércio, ainda há tradições que se vão mantendo.


 

sábado, 25 de abril de 2015

25 de Abril - há 41 anos, hoje, e sempre!

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"Podem calar a minha voz, mas não os meus pensamentos"


 


Há quem diga que foi positivo. Há quem considere que o estado actual do país se deve, unica e exclusivamente, ao pós-revolução. E há quem veja os prós e contras que resultaram desta revolução em que o cravo foi "rei".


Eu diria que não se soube, talvez, gerir, moderar e aproveitar as conquistas que se foram obtendo. Que houve um desvio em relação aos ideais defendidos nessa época. 


Há quem considere que fazia falta voltarmos aos tempos de outrora, aos tempos de Salazar. Que nos aproveitámos da liberdade para abusar dela a nosso "bel-prazer". E que nos faziam falta rédeas mais curtas.


Outras, não concebem sequer essa hipótese - o caminho não se faz retrocedendo, mas sim avançando!


Eu não vivi o 25 de abril de 1974, nem o antes. A única coisa que posso dizer, por aquilo que sei e que me contam os meus pais, é que prefiro a liberdade de hoje (ainda que seja excessiva), à repressão de há mais de 40 anos atrás!  


Mas, uma coisa não podemos negar: positiva ou negativa, a revolução de 25 de Abril de 1974 foi um importante marco na hstória do nosso país!


E faz hoje 41 anos!


 

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Já estão a ser feitos os reembolsos de IRS

 


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Se entregaram a declaração pela internet e ainda não receberam o vosso reembolso, não temam. Ele deve estar a caminho.


Este ano, tal como prometeu o Ministério das Finanças, parece-me que os reembolsos estão a ser feitos de forma mais célere do que no ano passado.


Para isso poderá ter contribuído o facto de a opção de envio da declaração pela internet ter sido disponibilizada alguns dias antes da data em que, oficialmente, se inicia o prazo.


De acordo com o Ministério das Finanças, os reembolsos começaram a ser efectuados nesta última quarta-feira. E, por acaso, nesse mesmo dia, tinha a indicação de declaração liquidada, com transferência para o meu NIB a aguardar confirmação.


Se forem seguindo as indicações no Portal das Finanças, ao consultar a declaração irá, provavelmente aparecer primeiro "declaração com reembolso" e depois "declaração liquidada". Aí, remete para a consulta dos movimentos financeiros, e nessa secção irá aparecer o valor a ser reembolsado, e a forma de reembolso.


Para aqueles que recebem por transferência bancária, é normal que recebam mais depressa, apesar de estarem dependentes das entidades bancárias. Por cheque, pode demorar um pouco mais.


O meu, já cá está!


 


 

Mãe espanca abusador da filha!


Imagem do Correio da Manhã


A primeira coisa que me veio à cabeça foi: "Grande mãe!".


E grande filha, também!


Falava no outro dia a cartaforadobaralho, sobre o facto de não haver mais denúncias de abusos por a sexualidade  ser ainda um assunto tabu.


Pois aqui neste caso não houve tabus. Uma menina de sete anos, depois de abusada, pela segunda vez, por um vizinho de 18 anos, contou tudo à mãe.


A mãe, não descansou enquanto não encontrou o violador e, assim que o apanhou, agrediu-o violentamente!


Ao que parece, a menina e esse vizinho costumavam brincar com outras crianças na rua.


Esta segunda violação aconteceu, de acordo com o Correio da Manhã e O Saloio, no passado fim de semana, numa localidade bem perto de mim:


"Segundo informação que recebemos posteriormente, esta situação teve lugar na Enxara dos Cavaleiros, povoação da freguesia de Enxara do Bispo, no município de Mafra."


Feita a queixa às autoridades, o jovem foi identificado e detido pela Polícia Judiciária de Lisboa, e encontra-se em prisão preventiva.


Diz uma amiga minha que "hoje em dia, ninguém está livre".


E eu pergunto-me: sabendo que realidades destas podem acontecer a qualquer criança, como é que nós, enquanto pais, conseguimos gerir, por um lado, o incentivo à autonomia e, por outro, a insegurança que os rodeia?


 


 


 

Desafio "O que não pode faltar"

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A Inês é muito cusca (no bom sentido), e quer saber aquelas coisas que são, para nós, imprescindíveis. O Paulo também quer que eu conte aqui tudo. Por isso, aqui vai a minha lista do que não pode mesmo faltar:


 


Ao pequeno almoço: Cereais Fitness ou Nestum


Na tua fruteira: todo o tipo de fruta - laranjas, bananas, maçãs, kiwis, morangos, e tantas outras


Na tua mala: telemóvel, carteira, lenços de papel, chaves, etc.


Na tua carteira: dinheiro e documentos


No teu bolso: lenços de papel


À mesa: sumo


Na tua cabeceira: um candeeiro


Numa viagem: comprar recordações, fotografias


No teu frigorífico: iogurtes


No teu armário: camisolas, calças e casacos


Na tua vida: as pessoas que amo


Na tua estante: livros


 


O desafio consiste em responder a estas questões, e cada blog que responder passa o desafio a outro, acrescentando mais uma pergunta sobre "o que não pode faltar". 


 


Desafio estes seis blogs, mas todos os outros leitores e seguidores podem sentir-se à vontade para pegar nele, e responder:


 


http://umdiafacoumblog.blogs.sapo.pt


http://comreticencias.blogs.sapo.pt


http://goingnuts.blogs.sapo.pt


mundoturbido@sapo.pt


http://palavras_aovento.blogs.sapo.pt


http://muitomecontas.blogs.sapo.pt


 


 


 


 


 

A publicidade nos blogues


Agora que o meu marido anda, finalmente, a entusiasmar-se com o blog dele e a escrever mais, vem com esta conversa:


"Estive a ver uns vídeos e posso ganhar dinheiro com o blog, com publicidade.", diz ele.


"Pois podes. Mas, afinal, para que é que criaste o blog? Para escreveres ou para ganhares dinheiro? Queres que as pessoas lá vão para ver aquilo que escreves, ou a publicidade que lá tiveres? E, de qualquer forma, não penses que ficas rico à custa do blog", respondo eu.


"Porque é que não posso usufruir das duas coisas?", contrapõe ele.


A conversa ficou por aqui até porque, como ele diz, "o blog é meu, posso fazer o que quiser!".


Mas isso não significa que não tenha a minha opinião e, de facto, pergunto-me se haverá por aí muitas pessoas que criam blogs a pensar que vão ser como alguns que se vêem na televisão, que vivem só com os rendimentos que o blog lhes dá. Ou que dão mais importância ao lucro que poderão ter com a publicidade que lá colocarem, do que ao resto.


E será que, quem acede a um blog, se sente mais atraído pela publicidade que lá vê, ou pelo restante conteúdo? Será a publicidade uma forma de afastar os leitores, ou de os cativar?


Não tenho nada contra quem tem publicidade no seu blog, e ganha com isso alguma compensação. Se uma determinada marca lhes agrada, e o seu blog agrada à marca, acho bem. Mas querer utilizar o blog como um painel publicitário com a única finalidade de ganhar dinheiro, não concordo.


Pessoalmente, e embora o dinheiro seja sempre bem vindo, preferiria ter outro tipo de compensação, mais ao nível da realização pessoal. E teriam que ser os interessados a vir ter comigo, nunca eu a ir atrás deles. 


 


 


 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Tenho uma relação muito especial com os livros

Livros


Filha de um homem que, desde pequena me despertou o gosto pela leitura, que tantas vezes me levou com ele à Biblioteca Municipal, incentivando-me a escolher livros que me interessassem, não foi difícil criar este hábito tão saudável e construtivo.


O meu pai já leu muito, ainda hoje lê, e muito embora tenha apenas a 4ª classe, posso afirmar com toda a certeza que ele é um homem culto!


Um homem que já escreveu, ele próprio, um livro. Não se preocupou se as vendas não foram famosas, ou se não teve sucesso. Era o livro dele, sobre o que ele quis escrever. 


Quanto a mim, houve uma época da minha vida em que "devorava" livros - nessa altura tinha tempo de sobra para me dedicar a esse prazer, e fazia-o diariamente.


Quer fossem livros oferecidos, requisitados na biblioteca, ou emprestados, havia sempre um para me acompanhar.


Na sua maioria, eram romances ou policiais, ou sobre temas e situações problemáticas da vida.


Os romances faziam-me sonhar, viajar, criar as minhas próprias histórias!


Já os policiais, davam-me adrenalina, suspense, mistério e deixavam-me presa até ao final!


Mais tarde, deixei a leitura em standby, durante alguns anos até que, com a maternidade, recomecei a ler, desta vez livros de histórias infantis à minha filha.


Mas o regresso em grande devo-o a dois escritores - Vladimir Nabokov e Jeff Abbott, respectivamente, com Desespero e Pânico! O primeiro, oferecido, despertou o bichinho adormecido. O segundo, que comprei, foi acabou por ser o primeiro de uma estante que encheu ao longo dos últimos 3 anos!


 


 

O que enche de alegria o coração de uma mãe?

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Ver que a sua filha é querida e estimada pelos seus professores!


Foi isso que senti, ontem, quando deixei a minha filha à entrada da escola, ao mesmo tempo que chegava a sua professora de educação musical, e seguiram as duas juntas, numa grande cumplicidade, a professora com o braço à volta dela!


 

Alguém me explique...

 


 


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...(como se eu fosse muito burra) porque é que alguém que é criticado e condenado por agir de forma errada, é igualmente condenado por, atempadamente, corrigir o erro?


Um árbitro num jogo de futebol (ou outro qualquer) é como um juiz num tribunal - é ele sobre ele que recai a responsabilidade de decidir, e decidir bem!


Mas, como humanos, têm falhas. Nem sempre é possível ver os lances da mesma forma que os vêem quem está sentado em frente ao ecrã. Nem sempre os auxiliares esclarecem as dúvidas e o árbitro não pode esperar, nem hesitar, tem que decidir e continuar o jogo.


Muitas vezes, são justos. Outras, cometem erros. E, quando isso acontece, têm contra eles os treinadores, os adeptos, os jogadores, e todos aqueles que se sentem, de alguma forma, prejudicados por essas decisões. E podem, inclusivé, ser alvo de processo, se assim o entenderem as entidades reguladoras.


No entanto, o que aconteceu ao árbitro German Delfino é, no mínimo, absurdo!


Num desafio do campeonato argentino, entre o Velez Sarsfield e o Arsenal, o árbitro tomou uma decisão errada mas, informado por um dos assistentes com acesso a imagens televisivas, do seu engano, o árbitro alterou a decisão tomada, e pediu publicamente desculpas pelo erro. 


Ora, não será precisamente isto que se espera de alguém? Que assuma e desfaça o seu erro de imediato, enquanto ainda é tempo?


Então por que raio se coloca a possibilidade de o dito árbitro vir a ser suspenso de toda a actividade, por ter tomado uma decisão certa? 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

"Tu não és velha, és simplesmente feliz"

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Disse o filho de Sandra Bullock à mesma, a propósito de rugas e velhice!


Aos 50 anos, a actriz acaba de ser eleita, pela revista People, a mulher mais bonita de 2015.


Apesar de confessar que não leva a aparência muito a sério a verdade é que, à custa de muito exercício físico, uma dieta saudável e os famosos e controversos sumos detox, consegue manter uma óptima aparência, capaz de fazer inveja a muitas mulheres mais jovens.  


Se é, de facto, a mulher mais bonita de 2015? Para mim, não. Mas como sabemos, isto de ser bonito é muito subjectivo.


A Sandra Bullock é, de facto, uma mulher bonita. E tem qualquer coisa de único, que a distingue de tantas outras beldades, e que a fez ser a eleita! 


E, quem sabe, como a própria afirma, as mulheres mais bonitas não sejam aquelas que menos se preocupam em ser bonitas?!

Os Km mais longos, e loucos, de Portugal!

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Eu bem sabia que havia uma corrida com chouriços e presuntos!


Dizia o meu marido que se tinha inscrito para um trail, e eu perguntei-lhe se era aí que ofereciam enchidos! Claro que ele ficou estupefacto. Nunca tinha ouvido falar em tal coisa! 


Mas afinal existe uma prova onde isso acontece, e só podia mesmo ser aqui em Mafra: "Os Km mais longos de Portugal"!


A iniciativa é da Manzwine (marca portuguesa de vinhos) que pretende, com esta iniciativa, promover "o desporto, convívio e animação entre paladares apurados e apreciadores de produtos regionais".


As inscrições estão abertas e os interessados poderão optar pela corrida de 12 Km ou pela caminhada de 7 Km, num percurso entre Cheleiros e Mafra, dedicado ao tema "Os Romanos"!


Pessoalmente, trocaria o "longos" pelo "loucos", por esta corrida parece mesmo uma prova de doidos! No bom sentido, claro!


 


Vejam aqui toda a informação acerca desta original e diferente prova desportivo-degustativa: 


http://www.oskmmaislongosdeportugal.com/

Mudar as crianças de turma é ou não benéfico?

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No outro dia, na reunião escolar, o director de turma voltou a falar do mau comportamento geral da turma. E, a propósito, veio a lume a questão dos hábitos que eles traziam da escola primária, e do quão benéfico é para as crianças serem separadas dos colegas e integrarem em novas turmas, como forma de quebrar esses mesmos vicios.


Ah e tal, separam-se dos anteriores amigos, mas fazem novas amizades! É saudável!


Pode até ser, mas eu não concordo que seja uma medida imprescindível para pôr limites à conversa, ou assim tão benéfica para as crianças.


Uma criança que já era sossegada, irá continuar a sê-lo, ainda que tenha na turma os seus melhores amigos. Uma criança que já tinha por hábito conversar, continuará a fazê-lo, se não com os antigos amigos, com os novos que vier a fazer.


Cabe aos professores impôr ordem e estabelecer limites, repreender quando tiver que o fazer, chamar a atenção quando for necessário, aplicar um castigo apropriado quando se justificar. E os alunos têm que perceber que há horas para conversar, brincar e estar atentos às aulas. Têm que perceber que estão lá para aprender, e respeitar colegas e professor.


Uma professora que envia para casa um recado a informar os pais que não conseguiu dar a matéria numa das aulas, porque os alunos fizeram muito barulho, está à espera que os pais façam o quê? Se uma professora não se consegue impôr e fazer respeitar, está à espera que os pais, em casa, o façam por ela? São situações que têm que ser resolvidas na hora entre as pessoas envolvidas, não ao fim de umas horas, por quem não presenciou nem sabe ao certo o que aconteceu. E são situações que não se resolvem pelo simples facto de uma criança mudar de turma.  


Um dos encarregados de educação referiu que, em parte, algumas situções se devem ao facto de uma turma ser composta por 30 alunos, quando deveriam ser só 20.


O professor de história, que entretanto por lá apareceu, respondeu: "até podiam ser 50, desde que houvesse condições para isso", referindo-se ao pouco espaço de sala de aula em relação ao número de alunos. Mas também concordou que, numa das aulas de duas horas de quinta-feira à tarde, em que alguns alunos foram participar de uma actividade, a aula com os restantes correu muito melhor!


Se a mudança é benéfica para o seu desenvolvimento pessoal e social? Acredito que sim. Mas nem todas as crianças são iguais.


Há as que se adaptam bem a qualquer situação, as mais extrovertidas para quem é mais fácil estabalecer novas amizades, as que nunca se ligam muito a ninguém e, por isso mesmo, não lhes faz diferença mudar.


No entanto, existem algumas que estão, por vezes, muito unidas a dois ou três colegas há já vários anos, que criaram laços, e a quem é mais difícil aceitar a separação. 


Podem até ultrapassar, de forma bem sucedida, mas há ali um período em que se sentem um pouco deslocadas, perdidas, a tentar ser aceites pelos novos colegas, a tentar pertencer a algo.


E por mais que digam que as amizades ficam sempre, que não estão juntos na sala de aula mas encontram-se nos intervalos, ou que podem sempre combinar alguma forma de estarem juntos, sabemos que não é a mesma coisa!

terça-feira, 21 de abril de 2015

Dia da Terra

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Todos os anos, nesta data, relembramos como é belo o nosso planeta, e percebemos quão pouco ainda fazemos para dele cuidar.


Escrever frases bonitas sobre a Terra, participar em acções promovidas para assinalar o dia, tomar consciência dos malefícios que podemos estar a infligir ao planeta que é o nosso lar, é louvável, mas não basta. 


Será preciso muito mais para continuarmos a ter este planeta azul!


 


 


 

88 minutos


 


Vi este filme no fim de semana. Já é antigo (2007), mas o actor Al Pacino está espectacular no papel de psicólogo forense. Que por acaso até é uma área que me agrada! 


A psicologia usada na análise e interpretação do comportamento criminal levou ao nascimento e crescimento da psicologia forense, fundamental no apoio aos tribunais e à decisão jurídica.


Claro que, uma coisa é um pequeno curso ou workshop teórico, ou com situações simuladas. Outra, é estudar a fundo e ter que entrar na mente dos criminosos, e dar o seu contributo para a condenação daqueles, sem medo.


É isso que a personagem de Al Pacino faz neste filme, perante um assassino, basicamente condenado apenas devido a provas circunstanciais, uma testemunha confusa e, em grande parte, ao seu credível testemunho enquanto psicanalista ao serviço do FBI. 


Naquela altura, ele não teve dúvidas de que aquele homem era o assassino.


Nove anos mais tarde, com o suposto assassino preso e a poucas horas de ser executado, voltam a acontecer crimes, seguindo o mesmo padrão dos anteriores, o que levanta a dúvida sobre a credibilidade do testemunho outrora dado, e a possibilidade de o condenado estar inocente.


Ao mesmo tempo, Jack Graam, professor de psicologia forense e psicanalista, é ameaçado de morte, tendo 88 minutos para descobrir quem está por trás desta ameaça, sobreviver, e garantir que Jon Forster pague pelos seus crimes.


A partir daí, é vê-lo analisar cada um dos seus alunos, cada uma das pessoas que o rodeia e com que se vai envolvendo, à lupa de um psicólogo, antecipando os seus passos e movimentos. É vê-lo confiar, desconfiando.


É vê-lo lutar por aquilo que acredita, mesmo quando os seus próprios superiores e colegas começam a acreditar que ele possa estar envolvido.


As cenas do crime chocam um bocadinho pessoas mais sensíveis, como eu. E não faço ideia de qual será a sensação de estar perante alguém que comete tais actos.


Por isso, se por um lado me atrai este lado da psicologia, por outro, acho que nunca seria capaz de exercer! 


 

Sou um perigo na estrada!

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E nem sequer conduzo! 


Mas prego uns valentes sustos ao meu marido, que vai ao volante!


A culpa é das rotundas, e dos outros condutores. O meu marido bem diz "mas achas que eles são parvos de se meterem?" ou "achas que eles querem bater?".  


Eu não acho, tenho a certeza! Cada vez há mais malucos na estrada, que não têm amor à vida, nem ao dinheiro, nem aos seus carros. Que acham que podem tudo e que os outros só têm que esperar.


E, cada vez que estamos a chegar a um cruzamento, ou rotunda, e vejo um carro ultrapassar a minha linha imaginária do aceitável, lá digo eu ao meu marido "olha aí, olha aí"! O problema é que o digo de uma forma que o assusta, e também isso pode provocar aquilo que era suposto evitar.  


É complicado porque, desta forma, também eu constituo um perigo.


Mas não consigo ultrapassar o medo que ganhei depois do acidente do ano passado. Viajar de carro deixou de ser algo perfeitamente banal, para se tornar algo a temer. Entrar num carro para uma viagem, ainda que de meros minutos, é prender a respiração e aguentar, até poder sair do carro e soltá-la!


 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Boas razões para não aderir ao gás natural

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Grande parte dos acidentes e explosões relacionadas com fugas de gás têm como origem o gás natural. As causas estão relacionadas com a falta de manutenção e reparação das condutas de gás, que acabam por desenvolver fissuras que provocam as fugas de gás.


Quando falamos de gás, sabemos que riscos há sempre. Mas estou muito bem servida com a garrafinha de gás à moda antiga! E sinto-me mais segura assim!

Prémio da União Europeia para David Machado

David Machado


Imagem daqui


 


O escritor português David Machado é um dos 12 vencedores deste ano, e o terceiro autor português a levar para casa este prémio para a literatura destinado a autores em início de carreira.


O romance contemplado com esta distinção intitula-se Índice Médio de Felicidade e conta a história de alguém que, apesar da crise, não deixa de lutar por um futuro melhor para si a para a sua família.


Em 2009, quem recebeu o prémio foi Dulce Maria Cardoso, com o romance Os Meus Sentimentos.


Em 2011, foi Afonso Cruz, com a sua obra A Boneca de Kokoschka, a receber essa distinção.


 

domingo, 19 de abril de 2015

Desafio Recordar é Viver

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diariodumpaibabado quer pôr-nos a todos a recordar um episódio especial da infância, por isso , cá vai, não um, mas alguns dos mais caricatos que me recordo:


A primeira vez que fui à Feira Popular, com o meu pai, e praticamente não andei em nenhuma diversão porque tinha medo de tudo! Lembro-me de estar num carrocel, em cima do cavalo, e chorar tanto que tiveram que me tirar de lá!


A primeira vez que fui andar de avioneta, com o meu pai. Adorei! Nunca andei da avião, mas a sensação deve ser muito diferente. De avião, não se deve dar por nada. Na avioneta, vemos tudo à nossa volta e sentimos muito mais, principalmente, nas curvas.


Uma tarde em que estávamos na praia, eu e o meu pai e, de repente, o mar começa a ficar agitado, o tempo muda de repente e começa a levantar muito vento, a chover e trovejar. Foi um caos. Toda a gente a sair a correr da praia, enquanto pelo caminho (estreito), iam caindo pedras das arribas e nós a tentar que nenhuma nos acertasse. O abrigo mais próximo que encontrámos foi o Hotel da Ericeira, que abriu as portas para nos protegermos. Ao fim de pouco mais de uma hora, e já com tudo de volta à normalidade, voltámos à praia para mais um mergulho! Grandes malucos!


Uma tarde em que, mais uma vez, estava com o meu pai na praia (a minha mãe no início também ia, mas depois começou a preferir ficar em casa), e quando chegámos a casa, estava a minha mãe em pânico, porque tinha havido um grande incêndio aqui em Mafra, que queimou toda a Quinta da Cerca, numa tarde de muito vento, em que as fagulhas saltavam para os quintais e, mesmo em frente à nossa casa, havia um armazém de foguetes. Se tivesse sido atingido, uma boa parte da nossa rua tinha ido pelos ares. A minha mãe passou por isso sozinha, enquanto nós, sem saber de nada, aproveitávamos uma tarde de praia!


E vocês, de que episódios se lembram? Desafio:


http://omeumaiorsonho.blogs.sapo.pt


http://umacartaforadobaralho.blogs.sapo.pt


http://omundodaines.blogs.sapo.pt


http://palavras_aovento.blogs.sapo.pt


http://umadolescentecoisificandocoisasdeadultos.blogs.sapo.pt


e quem mais quiser contar as suas aventuras!

sábado, 18 de abril de 2015

Hoje estou numa de professora!

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A ver a matéria que a minha filha tem que estudar para o teste de história, sobre os séculos XIII e XIV, e a passar exercícios para ela fazer.


Quando terminar, palpita-me que vou estar tão apta como ela para responder às perguntas!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

A vila da Ericeira está de parabéns!

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A Ericeira foi considerada um dos 10 melhores destinos de férias, entre as aldeias, vilas e pequenas cidades do continente europeu, tendo conseguido um honroso 8º lugar!


A competição intitulava-se "Europe's Best Big-Time Small Destinations" e foi organizada pelo portal GlobalGrasshoper e o site de reservas hoteleiras Hotel.info, e a escolha feita com base nos destinos preferidos pelos utilizadores, e e pela avaliação feita pelos portais a cada destino, entre outros critérios.


Denominando-a "paraíso para surfistas", a vila da Ericeira destacou-se pelas suas praias, localização e gastronomia.


As imagens não dizem tudo, mas dizem muito sobre esta vila onde passei todos os verões desde a minha infância, e onde continuo a ir frequentemente, ao longo do ano, até porque fica aqui bem perto de nós!


 


Praia da Baleia ou Praia do Sul


Praia da Baleia ou Praia do Sul


Praia da Baleia ou Praia do Sul


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Saiba mais Aqui

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Uma carta fora do baralho, mas sempre no sítio e no momento certos!


 


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Novas regras para os contratos de arrendamento

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A par com as alterações introduzidas no que respeita à emissão de recibos de renda electrónicos, também para a participação dos contratos de arrendamento nos seriços de finanças as regras mudaram.


A partir de agora (em vigor desde 1 de Abril), passa a ser obrigatório comunicar, não só o contrato de arrendamento inicial, como também o subarrendamento, promessa de arrendamento, alterações, e até a sua cessação.


Esta comunicção deve ser efectuada até ao final do mês seguinte àquele em que se inicia o contrato ou qualquer uma das outras situações atrás referidas, numa declaração de modelo oficial - declaração modelo 2 do Imposto de Selo, que deve ser entregue por transmissão electrónica de dados através do Portal das Finanças havendo, no entanto, algumas excepções em que a referida declaração poderá ser entregue no serviço de finanças em papel:



  • "Todos aqueles que não tenham auferido, no ano anterior, rendimentos da categoria F em montante superior a duas vezes o valor do IAS ou, não tendo auferido naquele ano qualquer rendimento desta categoria, prevejam que lhes sejam pagas ou colocadas à disposição rendas em montante não superior àquele limite;

  • As rendas correspondentes aos contratos abrangidos pelo Regime do Arrendamento Rural, estabelecido no Decreto-Lei n.º 294/2009, de 13 de outubro;

  • Os sujeitos passivos que sejam titulares de rendimentos da categoria F e que tenham, a 31 de dezembro do ano anterior àquele a que respeitam tais rendimentos, idade igual ou superior a 65 anos."


 


 


 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

A total desorganização nas actividades escolares

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Fui avisada dois dias antes, pela minha filha, que o professor de educação física (não querendo obrigar ninguém, mas já obrigando) os tinha convidado a participar no Dia do Atletismo, com a realização de diversas provas no Parque Desportivo Municipal.


Ontem levou o papel de justificação de faltas às aulas devido à participação nas actividades desportivas, para eu assinar, onde apenas mencionava que todos os alunos deveriam estar junto ao ginásio às 08.30h (o que nos obrigou a levantar de madrugada), e que deveriam ir devidamente equipados e fornecidos de água, lanche da manhã e da tarde, já que algumas actividades seriam realizadas no período da manhã, e outras no período da tarde. E que seriam acompanhados pelos professores da disciplina. Mais nada.


Hoje, à hora da saída, o portão de acesso directo do Parque para a escola, estava encerrado, e não se encontrava nenhum funcionário para abrir. Só haviam três opções: ou aguardavam por tempo indefinido que alguém lhes abrisse o portão, ou saltavam a cerca, ou saíam pela entrada principal do Parque, o que implicava uma volta de quase vinte minutos a mais, em plena estrada principal.


Foi o que fez a minha filha. O professor ainda tinha ficado a coordenar actividades. Ninguém à saída do Parque lhe perguntou nada ou pôs qualquer objecção. Estava entregue a si mesma, se eu não a fosse buscar. Uma das colegas, que optou por saltar a cerca, acabou por magoar o joelho. Quem é que se responsabiliza?


Depois, ninguém sabia a que horas recomeçavam as actividades. Liguei para a escola, só me disseram que já estavam funcionários no portão e que podiam entrar pela escola para ir ao recinto. E a minha filha, inscrita nas actividades da tarde, não sabia se ia ou não para lá, porque uma das colegas não queria participar, e sem ela, as restantes não faziam a prova. 


Acabou por almoçar a correr, foi para o portão, esperou e nenhuma colega apareceu. Nem o professor. Acabou por saber que, como a outra colega se tinha magoado, não iriam fazer a prova. Como tal, teriam aulas normais.


Resultado: teve que voltar a casa para ir buscar a mochila e, mais uma vez, ir para a escola. Ora, isto conseguiu-se porque, felizmente, até moramos relativamente perto, os avós ajudaram, e teve um autocarro que, por acaso, passou à hora certa pela escola, e passa perto da nossa casa retornando, no seu trajecto, à escola.


Mas se assim não fosse, como é que ela fazia? É inadmissível esta total falta de organização deste tipo de actividades escolares. Custava muito estabelecer os horários, os locais de encontro na entrada e na saída, e definir quem ia ou não participar, sem estas constantes dúvidas? Sem que alunos, e pais, andassem por ali à toa?


Se não têm capacidades para organizar seja o que for, mais vale estarem quietos!

Como se sente uma mãe...

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...ao ver a sua filha ser raptada à sua frente (a menina brincava num parque infantil com as amigas e a mãe vigiava-a da janela do apartamento), sem poder fazer nada para o impedir, e descobrir, ao fim de pouco mais de hora e meia, que a mesma foi violada e assassinada?


Até me arrepio, só de pensar.


Digam o que quiserem, chamem-me mãe galinha, exagerada, hiper protectora e o que mais se lembrarem, mas eu prefiro exagerar na segurança, do que receber uma notícia como esta.

Neste Dia Mundial da Voz

 


 


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E já agora, aqui fica o texto escrito pela minha própria mão! Porque teclar é bom, mas escrever à mão é único!

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!