terça-feira, 21 de abril de 2015

Sou um perigo na estrada!

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E nem sequer conduzo! 


Mas prego uns valentes sustos ao meu marido, que vai ao volante!


A culpa é das rotundas, e dos outros condutores. O meu marido bem diz "mas achas que eles são parvos de se meterem?" ou "achas que eles querem bater?".  


Eu não acho, tenho a certeza! Cada vez há mais malucos na estrada, que não têm amor à vida, nem ao dinheiro, nem aos seus carros. Que acham que podem tudo e que os outros só têm que esperar.


E, cada vez que estamos a chegar a um cruzamento, ou rotunda, e vejo um carro ultrapassar a minha linha imaginária do aceitável, lá digo eu ao meu marido "olha aí, olha aí"! O problema é que o digo de uma forma que o assusta, e também isso pode provocar aquilo que era suposto evitar.  


É complicado porque, desta forma, também eu constituo um perigo.


Mas não consigo ultrapassar o medo que ganhei depois do acidente do ano passado. Viajar de carro deixou de ser algo perfeitamente banal, para se tornar algo a temer. Entrar num carro para uma viagem, ainda que de meros minutos, é prender a respiração e aguentar, até poder sair do carro e soltá-la!


 

2 comentários:

  1. Andar de carro nas autoestradas é um tormento, para mim.
    Assusta-me a velocidade e o medo de vir um carro disparado do outro lado.
    Boa semana

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  2. Eu também não aprecio muito andar de carro. Mas olha, uma solução: fita adesiva na boca! (tenho um amigo que, quando faz algum erro de condução, o que é raro, pede-me desculpa e eu sinto-me segura a andar com ele. O problema são mesmo os outros)

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