...quando crianças de 11 anos disparam sobre colegas ainda mais novos por causa de uma discussão acerca de um cão.
Aconteceu no Tenessee, nos EUA, supostamente porque uma menina de 8 anos, colega de escola e vizinha de um menino de 11, quando o rapaz lhe pediu para ver os seus cachorrinhos, lhe disse que não, riu e virou costas. O rapaz terá então ido a casa buscar a caçadeira do pai, e disparou sobre a menina, que acabou por falecer.
Cada vez mais se mata por muito pouco, ou mesmo nada, e a idade de quem comete estes crimes é cada vez menor.
Quando as entidades competentes andam a fiscalizar mais arduamente a posse legal de armas, existem cada vez mais jovens a ter acesso a elas.
Existem cada vez mais pais a deixarem as suas armas ao alcance destas crianças, sem qualquer cautela ou segurança, de modo a evitar acidentes e vinganças fatais.
E cada vez mais crianças morrem assassinadas por outras crianças.
Como é que podemos travar os terroristas, que lutam pelo poder, pela fé desmedida, pela expansão do fanatismo, quando não se conseguem travar estas crianças?
Como é que podemos ter esperança de resolver as diferenças pacificamente, quando à mínima contrariedade se desencadeia um guerra?
Como é que pudemos acreditar no poder da palavra, quando cada vez mais o poder se encontra numa arma, numa bala mortal?
Sou da opinião que a culpa é da sociedade atual! Para além do facilitismo no acesso a armas e a outros instrumentos ditos perigosos, a televisão só passa séries e desenhos animados com cada vez mais violência, as crianças estão a crescer no meio destas influências e depois apenas repetem aquilo que presenciam.
ResponderEliminarEste mundo está completamente fora de si...
ResponderEliminarSinto muito pelas gerações mais novas e pelas vindouras.
Sempre tentei incutir à minha filha os princípios mais correctos, a melhor forma de estar na vida, mas o mundo é composto por muitas espécies de pessoas e nem todos pensamos e agimos de forma sensata.
Benedita
Sou contra ter armas. Acho que as ter à mão de semear leva a haver mortes desnecessárias.
ResponderEliminarAinda mais com o mundo a ficar louco