sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Coco: o filme de animação deste Natal

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Já tinha lido algumas críticas positivas relativamente a este filme, por isso, esta semana, fomos ao cinema vê-lo.


O meu marido não tinha achado o trailer animador. A minha filha preferiu este a outros e, como era o que mais se ajustava aos nossos horários, acabou por ser o escolhido.


Entrámos sem expectativas. Saímos de lá satisfeitos com a escolha!


 


É um filme que fala, essencialmente, sobre a família e a importância e valor que ela tem, ou não, para cada um de nós.


E sobre sonhos! Sobre como devemos sempre seguir os nossos sonhos, independentemente do que os outros possam querer ou desejar para nós, ou de quem nos queira impedir de os seguir.


Não temos que viver a vida dos nossos antepassados, nem reger-nos pelo que possa ter acontecido a eles, para determinar o nosso futuro.


 


Por vezes, a tradição entranha-se de tal forma que se torna difícil ver para além dela. Ver que os descendentes podem não querer perpetuar essa tradição, por terem outra igualmente válida em mente. E, outras vezes, nem sempre a tradição é má, e pode até ser o elo que nos liga a todos enquanto família, e nos torna mais fortes.


 


Independentemente do que a nossa família possa pensar, e dos limites que nos tente impôr, mesmo não sendo o mais acertado, só o fazem para nos proteger. E, aconteça o que acontecer, mais cedo ou mais tarde, a verdadeira família irá sempre apoiar as nossas decisões, e desculpar as nossas loucuras!


 


Para não desvendar já a história do filme, adianto apenas que, a meio da mesma, houve uma reviravolta que não estava, de todo, à espera!


E sim, saímos de lá de lágrimas nos olhos!

Sugestões para o Reveillon 2017/ 2018


 


(clicar na imagem)


 


Querem celebrar em grande a entrada no novo ano, mas não têm ideia de como o fazer?


Não têm muito dinheiro para gastar?


 


Nesta edição especial do Fora de Casa, conheçam algumas das propostas para a Passagem de Ano 2017/ 2018, um pouco por todo o país.

Boas razões não faltam para sair de casa, despedirem-se de 2017, e darem as boas vindas ao novo ano que aí vem, com muita música, fogo-de-artifício e animação!

 

 

Richie Campbell, na Guarda 
Aurea, no Porto
Ana Moura, em Lisboa 
Agir, em Albufeira
Nelson Freitas, em Beja
Miguel Gameiro, em Braga


 



E muito mais, a descobrir nesta rubrica especial de fim de ano!



 

 

domingo, 24 de dezembro de 2017

Alguém com talento para interpretar sonhos?

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Me poderá explicar estes sonhos que tenho com frequência?


Não sei se, em alguma outra encarnação, já houve mar em Mafra (duvido muito), ou se estou a ter visões do futuro, mas já perdi a conta às vezes que sonhei que tinha o mar aqui quase à porta de casa.


E não pensem que é algo de bom. Não é aquela felicidade de sair de casa e ter a praia à porta, disponível para um passeio, uns banhos de sol ou um mergulho.


Nem sequer areia há.


O mar está sempre bravo, só vejo ondas e espuma, a virem par cima de nós. Isto, nos sonhos mais leves.


Nos pesadelos, é mesmo tsunamis que afectam a zona. Num deles, sei que estava em casa dos meus pais, e a força da água partiu os vidros todos.


No último, estava no caminho que faço para casa, e a onda tinha quase chegado ao pé de mim. Esta zona fica mais alta, o que significa que a parte onde moro tinha sido atingida. Tinha perdido tudo, a casa estava prestes a desmoronar.


 


Será que, daqui a centenas de anos, o mar chegará, efectivamente, a Mafra?


Ou são apenas sonhos sem qualquer significado, fruto de uma imaginação muito fértil, na hora de dormir?!

sábado, 23 de dezembro de 2017

A um dia do Natal e ainda sem árvore

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Amanhã é a noite de Natal, e aqui por casa nem árvore montada, nem uma decoração que seja colocada.


Há uns anos atrás, ficava admirada de o meu pai não ligar nada a essas coisas e terem, simplesmente, deixado de enfeitar a casa e montar a árvore na casa deles.


Hoje, estou a seguir-lhes o exemplo.


O que me leva à seguinte questão:


 


"À medida que envelhecemos, começamos a agir da mesma forma que, antes, criticávamos aos mais velhos?"


 


E onde coloco as prendas, perguntam vocês? Neste momento, as poucas que comprámos estão em sacos ou caixas, a maior parte ainda por embrulhar. Para os mais chegados, vai uma notinha, e até os envelopes para a colocar me esqueci de comprar.


 


Tudo sobre rodas, portanto, como podem constatar! 

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Fugitiva, prisioneira ou estrela de cinema?!

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Ontem foi dia de consulta de oftalmologia da minha filha.


Para fazer os testes e a médica conseguir resultados mais fidedignos, a minha filha teve que dilatar a vista.


Quem está habituado a isso sabe que a visão fica depois muito esquisita, e a sensibilidade à luz ainda maior.


Assim, saímos da clínica com a minha filha de óculos de sol, capuz na cabeça, e com a cara virada para baixo, comigo a guiar-lhe os passos e segurá-la,para que não houvesse acidentes!


 


Na brincadeira, disse-lhe que poderia passar por fugitiva, prisioneira acompanhada pela polícia, ou estrela de cinema disfarçada, acompanhada pelo guarda-costas!

Sugestões para o fim de semana


 


 


A rubrica Fora de Casa traz, nesta edição, algumas sugestões para o fim de semana de Natal:


- Um Canto de Natal 
- Um Desfile de Pais Natal 
- Circo no Coliseu de Lisboa



A destacar também, já hoje, sessão de autógrafos com José Luis Peixoto e, amanhã, concerto solidário de Ricardo Tininha!


 


Vejam as restantes sugestões, e escolham a que mais vos agrada!


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Uma relação de amor/ ódio?

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Quando cheirei a amostra do perfume, gostei e comprei.


Já em casa, a primeira vez que utilizei, detestei! Muito forte, muito pouco o meu estilo. É certo que se mantém o dia todo, mas era demais para mim.


Isto foi há cerca de um ano. Desde então tem estado dentro da embalagem, numa caixa no corredor, esquecido. Tive até para o oferecer à minha mãe.


No outro dia, estava a arrumar as coisas, peguei nele, tirei da embalagem e pus no meu quarto, junto com os outros. No dia seguinte, decidi utilizar.


E não é que agora já gosto, e tenho usado todos os dias!


 

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

O que há de bom a recordar de 2017

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1 - O lançamento do meu segundo livro "Em Busca da Felicidade"


2 - Ter conhecido pessoalmente as autoras Sandra Pestana e Luisa da Silva Dinis, e a mentora do Body Revolution - Marta Romero


3 - Ida à Sic, em representação do Clube de Gatos do Sapo


4 - Ter conhecido pessoalmente a Anabela Neves


5 - Ida à RCM - Rádio do Concelho de Mafra, divulgar os meus livros e o Clube de Gatos


6 - As várias apresentações do livro do Clube de Gatos - Animal Fest, Colombo, AKI Mafra e Pet & Tea


7 - Ter conhecido pessoalmente a Nélia e a Daniela, dos Tarecos das Alcarias


8 - As férias de verão, as idas ao cinema, as apresentações de dança da minha filha e todos os programas em família ao longo do ano


9 - A missão de voluntariado com os gatinhos da rua


10 - Renovação das colaborações com a revista Inominável e site Fantastic


11 - Renovação das parcerias com a Farol Música e Chiado Editora


12 - Convite para colaboração da Miau Magazine


13 - Visitas ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico e Universidade dos Valores


 


No geral, foi um bom ano para mim.


Vamos ver o que 2018 me reserva!


 


 


 

Serei louca?!

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Converso com gatos e cães e invento vozes e falas para as minhas gatas


Rio de mim própria, e das parvoíces que faço 


De vez em quando armo-me em palhaça e invento personagens cómicas


Falo muitas vezes comigo própria


 


Serão isto sinais de princípios de loucura?!

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Sobre o livro Óscar, de David Dosa

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O tema central deste livro é o gato Óscar que, dotado de uma espécie de dom, sexto sentido ou algo inexplicável, como se tivesse vindo ao mundo numa missão muito especial, prevê quando alguém está a morrer.


Como ele consegue saber isso, é o que o Dr. David Dosa irá tentar descobrir. Existirá alguma explicação científica, médica ou até banal, para esta capacidade ou poder?


Como todos os gatos, Óscar tem uma personalidade muito própria. Na maior parte do tempo, os residentes e funcionários do lar Steere House, em Rhode Island, podem não fazer ideia de onde está. Mas, se algum residente piora o seu estado de saúde e está prestes a morrer, ou apesar de estar aparentemente bem, Óscar sentir algo, corre para esse quarto, salta para cima da respectiva cama, e de lá não sai, até que a pessoa deixe este mundo. Só quando sente que a sua missão de vigília e protecção foi cumprida, é que ele sai do quarto.


O Dr. David chama-lhe, momento de recuperação.


 


Mas, mais do que o relato dos vários residentes e familiares, sobre esta faceta misteriosa do Óscar, o livro é uma chamada de atenção para a geriatria, os cuidados paliativos, a doença de Alzheimer e outras que afectam não só idosos como adultos mais jovens.


É uma chamada de atenção para a forma como os residentes do lar, e os seus familiares lidam com as pessoas doentes, como encaram o diagnóstico, como enfrentam o dia-a-dia, como sentem conforto na presença de um gato.


É uma chamada de atenção para aproveitarmos as pequenas coisas da vida, porque nunca sabemos quando será a última vez.


 


Steere House tem vários gatos a conviver com os residentes do lar, numa inovadora e, de certa forma, terapêutica, forma de a tornar mais acolhedora e semelhante a um verdadeiro lar, onde habita toda uma família, e não apenas doentes. 


Os gatos podem não fazer milagres nem salvar vidas, mas podem fazer a diferença na vida dos que partem, e na dos que ficam!


 


 


 


 

Reflexão do dia

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Pequenas coisas, podem fazer tanta diferença!

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

The Voice Portugal - semifinal de surpresas

A semifinal começou com a atuação do vencedor da edição passada - Fernando Daniel.


Não é que seja do contra, mas não só não sou grande fã do Fernando Daniel, como também não achei a música dele nada de especial.


 


Quanto aos finalistas apurados, confesso que tive surpresas.


 


Foto de The Voice Portugal.


Equipa do Anselmo - desde o início que torço pela Marta. Infelizmente, ficou por aqui na competição. Sempre pensei que o Anselmo fosse dar a votação maior à Marta, mas não o fez. O público, já se sabia que iria votar na Kátia.


Não achei que a música da Kátia fosse a melhor para ela. Não me dizem nada as actuações da Kátia. Não passa emoção para o lado de cá. Já a Marta, nota-se a garra, o que lhe vai na alma, tem mais presença, e adoro a música da Pink, embora não tenha sido das melhores actuações da Marta.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Equipa do Mickael - de entre estes dois concorrentes, a Inês seria a minha preferida, embora o Fábio tenha estado melhor nesta gala, que nas outras provas todas, à excepção da prova cega. A Inês também conseguiu estar melhor desta vez, e conseguiu o lugar de finalista.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Equipa da Marisa - estava a torcer pelo Tomás e, ao que parece, o público também, o que se viu pela percentagem com que foi eleito finalista.


Uma coisa tem que ser dita a propósito do Tiago - dentro do género dele, deixem-no cantar em brasileiro. É que ouvi-lo cantar em português de Portugal, é um atentado aos ouvidos, porque nem soa a português, nem soa a original, é uma tentativa de retirar o sotaque, sem o conseguir, porque eu continuava a notar a sua presença.


Quanto ao comentário à decisão da Marisa, acredito que os nervos o tenham feito dizer tamanho disparate, embora compreenda o que ele quis dizer ou, pelo menos, o que era suposto dizer.


Em relação ao Tomás, continuo a achar que há exagero, e que por vezes as músicas muito modificadas acabam por não soar tão bem quanto se quer. Não ponho em causa a voz que tem, mas não era algo que eu perdesse tempo a ouvir.


 


 


Foto de The Voice Portugal. 


Equipa da Aurea - as "princesas" Ana e Cláudia. Quase poderíamos imaginar aqui uma história da Disney, em que a Ana era a boa, inocente, bela, e a Cláudia, a "bruxa má" disfarçada!


Brincadeiras à parte, a Cláudia, que logo no dia da prova cega foi uma das minhas favoritas, acabou por mostrar, na maior parte das actuações, que canta quase tudo da mesma maneira, e com os mesmos malabarismos à voz que, segundo dizem, é para disfarçar os enganos, por nem sempre saber a letra. A ser verdade, o que sinceramente nunca reparei, parece que ontem nem isso lhe valeu, porque houve ali qualquer coisa na música da Carolina Deslandes, que não era suposto. 


Sabia que a Aurea a queria levar à final, e eu própria estava mais inclinada para a Cláudia, do que para a Ana Paula. Mas já sabíamos que, por muitos fãs e seguidores que a Cláudia tenha, ou não se manifestam, ou não a queria realmente na final, ou não conseguem bater os fãs da Ana Paula que, mais uma vez, e apesar dos esforços da Aurea para ela ficar pelo caminho, não falharam e a elegeram para finalista.


Sobre a Ana Paula, fiz-me a mesma pergunta que já tinha feito uma vez, e que todos fazem neste momento: porque é que não ouvimos mais vezes a Ana Paula neste registo que nada tem a ver com lírico? É que, por muito boa que possa ser em lírico, adorei ouvi-la a cantar com a Carolina Deslandes, e tem uma voz tão bonita!


 


Quanto aos convidados, a que menos gostei de ouvir foi a Sara Tavares, com os rapazes da Marisa, e os D.A.M.A, com as meninas do Anselmo.


João Pedro Pais, como o tempo passa. Era bom que muitos jovens de hoje em dia tivessem um pouco mais da tua forma de estar na vida e na música.


Foi a primeira vez que ouvi esta música da Carolina Deslandes - gosto da letra, não gosto tanto da música. Ainda por cima fiquei com o raio do refrão na cabeça! A Carolina é um bom exemplo de que a vitória nem sempre é o mais importante, e quando se quer, se tem talento e se trabalha, e quando conseguimos apoio das pessoas certas, tudo se consegue.


 


Uma última nota, dedicada aos apresentadores, sobretudo à Catarina. No outro dia falávamos da eterna comparação Catarina Furtado/ Bárbara Guimarães e até com a Cristina Ferreira, e de como a Catarina, desde cedo, primou pela sua classe e forma de estar em palco. Neste momento, essa classe está a desaparecer, dando lugar a uma Catarina cada vez mais "pindérica", até na sua forma de vestir.


Sinto falta da Catarina que existia há uns valentes anos atrás.


 


 


Imagens The Voice Portugal

A confusão de um facebook partilhado por dois

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1 - Sempre que comentamos uma publicação, as pessoas tendem a achar que sou sempre eu, porque é o nome que aparece primeiro!


 


2 - Muitas vezes, comentamos os dois a mesma publicação, porque temos ideias diferentes sobre a mesma questão, e temos que assinar no fim, quem escreveu o comentário!


 


3 - Não dá para colocar duas datas de nascimento, logo, ou fazemos os dois anos no mesmo dia, ou arriscamo-nos a receber os parabéns pelo aniversário do outro! Mesmo quando se faz uma publicação específica e esclarecedora, há enganos! E recebemos os parabéns de pessoas que nem sequer conhecemos, mas que são amigas do outro!


 


4 - Já no que respeita a frases, reflexões e afins, as pessoas tendem a achar que é o meu marido que as escreve, e são para ele os "louros", por tão sábios pensamentos!


 


5 - Quando temos amigos em comum que enviam mensagens, quem está do lado de lá nunca sabe com quem está a falar e, ou é discreto e disfarça, ou tem que perguntar quem é que está a falar.


 


6 - Já aconteceu estar numa conversa facebookiana com a minha filha e, de repente, aparecerem lá frases escritas pelo meu marido, no meio da conversa, porque também estava a ler, noutro lado, e quis participar!


 


7 - Acontece, por vezes, um de nós ver as notificações de mensagens e esquecer de avisar o outro, e achamos que não recebemos nada, até um dia irmos ver, e encontrar as mensagens perdidas.


 


8 - Também já aconteceu perguntarem a um de nós porque tinhamos feito algo, e não fazermos a mínima ideia do que a pessoa está a falar, porque não foi um, mas sim o outro a fazer.


 


9 - Acabamos por ter várias publicações na nossa cronologia, que cada um de nós dispensaria, se o perfil fosse só seu.


 


10 - Tem a desvantagem de ter pessoas que não fazemos a mínima ideia de quem são mas, como partilhamos várias coisas dos nossos blogues, acaba por chegar a mais pessoas, tornando-se uma vantagem.


 


 


Se poderíamos ter cada um o seu próprio perfil? 


Sim. Mas já estamos tão habituados, que até acabamos por achar piada a algumas destas confusões!


 


 


 


 


 


 

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

O dia em que quase fiquei fechada na rua!

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...e a minha filha trancada em casa!


 


Final do dia, saio do trabalho a pensar que não está a chover e, por isso, deixo o guarda-chuva por lá. Afinal, está uma chuva miudinha mas, convenço-me, não há-de ser nada.


Pelo caminho, a chuva aumenta de intensidade e começo a ficar toda molhada. Vou falando ao telemóvel com o meu irmão, até chegar à porta de casa. Ainda ao telemóvel, tiro a chave de casa da mala, e tento abrir a porta só com a mão disponível. Não consigo. Tento segurar o telemóvel no ombro, e dar um jeito com a outra mão. Não abre. A chave fica encalhada na porta, e já não roda, nem para a frente, nem para trás.


 


Bato à porta, porque a minha filha está em casa. Ela, bem ensinada a não abrir a porta a ninguém, liga para o meu telemóvel, a confirmar se sou eu. Peço ao meu irmão para esperar, enquanto atendo a chamada, e diz-me que tem a gata ao colo e não pode ir. Digo-lhe que tem que tirar a gata e ir lá, porque não consigo entrar. 


Enquanto espero, cerca de 2/3 minutos, até ela aparecer, continuo a conversa com o meu irmão. Entretanto, ela chega à porta, mas a chave do lado de dentro também não roda. Vou-lhe fazendo gestos do que deve fazer, mas nada. Não só não conseguimos abrir a porta, como ainda ficou trancada!


Acabo por pedir desculpa ao meu irmão, porque tenho mesmo que resolver o problema e desligar a chamada. Digo à minha filha para me ir abrir a outra porta, que dá para o corredor. O problema, é que essa porta nunca é usada, e a chave e fechadura estão perras, e ela não consegue abrir!


 


Numa última tentativa, digo à minha filha para voltar à porta inicial, e tirar a chave da porta, para ver se assim a minha, do lado de fora, já funciona. E pronto, finalmente a chave rodou, e destrancou a porta, podendo finalmente entrar em casa, totalmente molhada!


 


 


 


 


 


 

Reflexão do dia

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É incrível como, apesar da distância, não nos esquecemos de algumas pessoas, e de pequenos detalhes que poderiam ter ficado perdidos no tempo.


Passe o tempo que passar, continuamos a conhecer tudo sobre essa pessoa...


Por outro lado, são várias as vezes em que convivemos de perto com alguém, muitas até lado a lado, dia após dia, e não fazemos a mínima ideia de como está, de como se sente, do que lhe vai na alma...


E essa é a distância que mais corrói, a mais destruidora de todas...

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Sugestões para o fim de semana


 


(clicar na imagem)


 


A rubrica Fora de Casa está de parabéns, pois celebra hoje o seu primeiro aniversário! 


Foi no dia 14 de Dezembro de 2016 que saiu a edição n.º 1 e, desde então, foram 52 semanas de sugestões de programas e eventos que partilhei com todos vós.


Obrigada por estarem desse lado!


 


E em semana de aniversário, o Fora de Casa chega mais cedo, e as sugestões em destaque são:



- Perlim, em Santa Maria da Feira


Pedro Vicente Music, no Estoril


- Comic Con, em Matosinhos


- Chaos, no Porto


- Circo de Pequim sobre o Gelo, em Lisboa


 


Mas existem muitas mais, à escolha, nesta 53ª edição. Espreitem já!


A culpa

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Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, transferimos para os outros a "culpa" que, no fundo, sabemos que é nossa.


Ou que, simplesmente, não é de ninguém.


Mas temos que encontrar algo ou alguém a quem responsabilizar, como se isso nos tirasse um fardo de cima, nos desse alívio, e o problema se resolvesse o problema por si só...


Nada poderia estar mais errado.


 


 

E de repente já nos 39!

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Acabo de entrar no último ano desta década de vida, no último ano da categoria dos "intas"!


Como o tempo voa, sem darmos por ele.


 


Se tenho planos para este ano que aí vem? Nenhum! Por enquanto...


Mas espero estar cá no próximo ano para vos dizer como correu este ano de despedidas, a preparar-me para entrar para o clube das quarentonas!


 


 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Factos bloguísticos curiosos de 2017

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Posts mais visitados


Os posts mais visitados do blog em 2017:



  1. "Agarra a Música" não me agarrou de todo!

  2. Pintar os troncos das árvores com cal

  3. Existe idade certa para começar a fazer a depilação

  4. Sobre o livro A Rapariga no Comboio

  5. À Conversa com WAZE

  6. Sobre o final da série Quantico

  7. O Impossível - porque é impossível não voltar a falar dele!

  8. Dar um tempo? Ou terminar?

  9. Sobre o Festival da Canção - 1ª semifinal

  10. Mudar as crianças de turma é ou não benéfico?


 


Os mais comentadores


Os comentários são a forma mais recompensadora de feedback para um autor. Por sabermos a sua importância, fomos à procura dos autores SAPO que mais comentaram o seu blog em 2017. Não deixe de lhes agradecer!



  1. marta-omeucanto

  2. Sofia

  3. Ana

  4. Chic'Ana

  5. Maria Araújo

  6. Carlos

  7. Sandra Dias

  8. A Desconhecida

  9. Ladys

  10. Maribel Maia


 


Dados constantes do relatório anual do Sapo Blogs.


 


Obrigada a todos os que, de alguma forma, contribuiram para que este cantinho continue por cá na blogosfera!

Estarei eu, realmente, a viver?

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Olho para trás e vejo que se passaram dois fins de semana prolongados. Foram três dias, em duas semanas seguidas, a que a maior parte dos portugueses tiveram direito, para aproveitar da melhor forma, fosse para descansar, ultimar as compras de natal, enfeitar a casa, passear, estar em família, arrumar a casa, ou outra coisa qualquer.


 


E eu? 


Eu sinto que se passaram 6 dias, que o tempo voou e nem dei por ele, e não aproveitei nada de nada.


Não deu para dormir até mais tarde, porque as donas gatas começam a pedir o pequeno almoço a partir das 7h da manhã, bem como persianas levantadas, cortinas abertas e caixotes limpos.


Depois, há a loiça que ficou para enxugar da véspera, há roupa que é preciso estender antes que o sol fuja, camas para fazer e por aí fora.


Pelo meio, uma ida ao PC, para ver o email, actualizar o facebook, escrever uns posts no blog, responder a comentários e, quando dou por isso, já passei ali um tempão.


Está na hora de ir às compras. Perde-se mais de uma hora.


 


Almoço, arrumar a cozinha, arrumar compras, fazer contas.


Mais uns caixotes para limpar, comida para repôr às bichanas.


Há a roupa que já enxugou, e é preciso passar a ferro e arrumar.


 


Trabalhos com a filha, ou estudos, para a última fase do primeiro período. Quando vejo, é quase noite.


 


E isto repetiu-se durante todos estes dias, sem que eu possa dizer que aproveitei para alguma coisa que seja.


Sinto que estou apenas a passar pelo tempo (ou ele por mim), sem realmente viver a vida.


 


Espero que na semana que vou ter, no final do ano, consiga compensar este desperdício.


 


 

Duas Mulheres, Dois Destinos, de Lesley Pearse

Foto de Marta E André Ferreira.


 


Como afirmei há alguns dias, estava com algum receio de ler este livro porque, mais uma vez, a temática da guerra estava presente.


Ainda assim, arrisquei. E não me arrependo.


A autora conseguiu, desta vez, deixar a guerra para segundo plano, e focar-se noutros aspectos da história.


 


Ruby e Verity são duas crianças totalmente desconhecidas uma da outra e que, por mero acaso, se encontram lado a lado a observar a mesma cena, dando início a uma conversa banal, mas que levará a uma futura amizade.


Ruby é filha de uma prostituta alcoólica, e só conhece a pobreza e o abandono. Verity, de boas famílias, vive com todo o conforto que o privilégio garante.


Mas a vida consegue pregar partidas e surpresas que ninguém esperaria e, um dia, no meio do azar, a sorte bate à porta de Ruby, afastando-a de um meio onde não teria futuro, e dando-lhe esperança numa vida melhor. Enquanto isso, o mundo de Verity desmorona, e ela terá que ser muito forte para o que aí vem, sobretudo depois de a sua melhor amiga lhe enviar a mensagem "Morreste para mim", pondo assim um ponto final numa amizade que se julgava ser para sempre.


 


Enquanto Ruby tem um bom emprego, uma mãe adoptiva que a ama, e até o namorado dos seus sonhos, Verity vai ter que arranjar forma de se sustentar, depois de perder a mãe, a tia, e não ter qualquer dinheiro para a ajudar. E terá ainda que se desprender das garras do homem que sempre julgou ser seu pai, e que a vai obrigar a passar pelas situações mais degradantes que se possam imaginar.


 


Que futuro estará reservado a estas duas adolescentes, que se vão tornando mulheres? Poderá a amizade entre as duas ser retomada? Conseguirá, do final, alguma sobreviver e ser feliz?


 


Sobre esta mesma temática, confesso que não foi dos livros mais cativantes que já li mas, ainda assim, recomendo!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Sobre o Masterchef Júnior

 


Não tenho visto, mas a minha filha pôs a gravação do outro domingo e acabei por ver aquele programa, até porque está lá um rapaz - o Gonçalo - que é aqui de Mafra, e já foi colega de turma da minha filha! Ele já tinha participado na edição anterior, mas nesta está a ir bem mais longe.


 


De entre os concorrentes, há alguns que destaco:


 



A "mascote" - acho o miúdo muito engraçado, divertido, e lembra-me um pouco o Pedro Jorge, da edição anterior.


 


 


 


A Maria é uma tentativa de imitação da Maria da edição anterior, mas não conseguida.


 


 



O José, ou como eu lhe chamo "mini Miguel", é muito querido e sossegado. Tem-se safado à conta, de ser eliminado.


 


 



O Nuno parece ser um dos favoritos à vitória. Gostei da postura dele durante o programa.


 


 



A Joana acabou por sair, fez-me lembrar muito a Rosarinho, da edição anterior.


 


 


Imagens http://www.tvi.iol.pt/


 

The Voice Portugal: quando o público troca as voltas aos mentores

A gala de ontem foi um desastre que, como não poderia deixar de ser, terminou de forma desastrosa!


O público deu o seu contributo, trocando algumas voltas aos mentores, os concorrentes fizeram a sua parte, e os mentores finalizaram com o que acharam melhor, dentro do que lhes sobrou.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Equipa do Mickael - o próprio mentor admitiu que o público baralhou a sua decisão. Para bom entendedor, meia palavra basta :) É óbvio que, se fosse ele a decidir, levaria a Inês e o Simão. Tendo o público escolhido o Fábio, um dos seus preferidos teria que ficar para trás.


Confesso que, nas galas, não estou a gostar de ouvir a Inês, embora tenha estado menos mal nesta segunda gala. Talvez tenha valido o facto de o Simão já ser repetente, e querer dar oportunidade à Inês, ou porque acha que ela tem grandes hipóteses de vencer. Mas não percebo como é que ele pôde ficar tão entusiasmado com a actuação dela, a ponto de fazer certos comentários.


Foi também a primeira vez que ouvi o tema "Espera" do Fernando Daniel, e confesso que não gostei muito.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Equipa da Aurea - mais uma mentora a quem o público trocou as voltas. Aposto que, se fosse a Aurea a decidir, teria ficado com a Cláudia e o Joaquim. Mas o público, pela segunda vez, votou na Ana Paula, que está cada vez mais perto de se tornar finalista. Apesar de, como a própria afirma, a sua página ter ainda poucos seguidores, a público está com ela!


Restou à Aurea optar por dois dos seus mais fortes concorrentes, sendo que um deles teria que ficar de fora do Top 8. Decidiu salvar a Cláudia. Qualquer dos dois esteve à altura, e merecia seguir em frente.


 


 


Foto de The Voice Portugal. 


Equipa do Anselmo - era óbvio que o público iria, mais uma vez, votar na Kátia, que será a mais provável finalista desta equipa.


Entre a Telma e a Marta, preferi a Marta. E, ao que parece, o Anselmo achou o mesmo, porque foi para ela o voto de confiança.


Gosto da voz da Telma, mas não na música que escolheu ontem, que estragou por completo.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Equipa da Marisa - não percebi porque foi, novamente, a última a actuar. Será por ter três meninos bonitos e assim, manter as meninas todas à espera para os ver?! Será por ter três fortes concorrentes, que todos querem ver, e assim manter as audiências?


O que quer que tenha sido, aqui por casa resultou! Estávamos a torcer pelo Ricardo Barroso, que começou bem, com a decisão da Marisa de o manter nesta gala.


Não gosto do Tomás, mas não posso negar que ele será o pontencial vencedor desta edição do The Voice. Foi prometida à Marisa a vitória, e não pode agora falhar! A verdade é que já foi, por duas vezes, o mais votado pelo público.


E se a vitória não chegar com ele, há sempre um Tiago Nacarato à mão. A prestação que mais gostei dele foi a primeira, na prova cega. Desde então, pouco tem mostrado. Não canta mal, tem o seu estilo próprio e o seu caminho bem definido, disso não há dúvidas.


Prova disso é um email que ainda há pouco tempo recebi, a promover o Tiago Nacarato:


 


"Tiago Nacarato é um cantautor portuense de 27 anos, com raízes brasileiras.
Com um contacto com a música desde cedo, estudou na Escola de Música Valentim de Carvalho e participou em alguns projetos, tendo integrado - a convite de Pedro Cardoso (Peixe de Ornatos Violeta), seu professor na altura - uma orquestra de guitarras e baixos elétricos, que pisou palcos como Serralves em Festa, Hard Club ou Casa da Música.
Atualmente é uma das vozes habituais da Orquestra Bamba Social, que junta músicos luso-brasileiros residentes no Porto e que presta tributo a vários clássicos da música brasileira, recriando-os e acrescentando novas sonoridades.
De momento é um dos finalistas do “The Voice Portugal”, na RTP. 
A par do percurso no The Voice, Tiago Nacarato encontra-se em estúdio a produzir o seu primeiro disco de originais, que deverá ser editado no final do próximo ano.
As primeiras datas para 2018 começam a surgir, estando já confirmadas passagens pelo Cinema Passos Manuel, no Porto, por Estarreja e pelo Funchal."


 


Posto isto, e sabendo que ele participou a convite da produção, pergunto-me "o que está ele ali a fazer?"


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Se o público tivesse votado no Tiago, tinha a certeza que a Marisa escolheria o Tomás. Tendo o público votado no Tomás, para mim era óbvia a escolha do segundo semi finalista - o Ricardo!


Só quando ela começou com aquele discurso dos caminhos definidos, é que comecei a ver a coisa a descambar, e acabou por se verificar o pior - a Marisa optou pelo Tiago.


Em todos os comentários que tenho lido, vejo vários a favor e contra os vários concorrentes, à excepção do Ricardo, que reune consenso, quanto a ser um dos melhores concorrentes do programa.


Só por isso, e porque sou mazinha, era bem feito que a Marisa voltasse a perder mais uma edição!


 


 


Imagens The Voice Portugal 


 

 


 

Passatempo de Natal do Clube de Gatos do Sapo

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O Natal está aí à porta, e o Clube de Gatos do Sapo assinala a data com um passatempo solidário a não perder!


 


Só têm que, no post do passatempo (http://clubedegatosdosapo.blogs.sapo.pt/passatempo-de-natal-clube-de-gatos-387059), indicar, nos comentários, o vosso nome, forma de contacto (poderão enviar esta informação de forma privada, para o email - clubedegatosdosapo@sapo.pt), e a associação, de entre as 5 propostas, que gostariam que o Clube ajudasse.


Tão simples como isso!


 


Têm até ao dia 20 para se inscreverem e, ao mesmo tempo, votarem na vossa associação preferida. O vencedor receberá o livro "Óscar".


 


Por cada participação recebida, o Clube de Gatos oferecerá, também, € 0,10 à associação que, no final do passatempo, tiver mais votos.


 


Vão até lá, e comecem já a participar! 


 


 

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Sugestões para o fim de semana


 


(clicar na imagem)


 


Mais um fim de semana prolongado, com as melhores sugestões Fantastic!


Confiram:
- Caldas Street Food Fest
- Exposição "The World Of Steve McCurry
- Valença Fortaleza de Chocolate
- Fil Diverlandia
- Pista de Gelo em Elvas



E muito mais!


O melhor de 2017 - Cinema

Imagem relacionada


 


Já tinha visto o trailer, e sabia que ia gostar. Sabia também que iria chorar. E lembrar-me da Tica, claro!


O que eu não sabia, é que sairia da sala de cinema apaixonada por estes animais. É certo que gosto de cães, e por todas as histórias que tenho lido, em que eles entram, e por casos reais a que assisto, essa paixão já tinha vindo a ser semeada. Mas eu, que sou incondicionalmente apaixonada por gatos, dei por mim a pensar que não me importava de ter um cão como estes!


 


"Juntos para Sempre" é um filme que todas as pessoas que gostam de animais deveriam ver.


Talvez seja um filme mais duro para quem, algum dia, já perdeu o seu animal de estimação. Mas  ainda assim, acho que irá gostar.


Ver "Juntos para Sempre" é como estar num ringue de boxe, e estar a levar socos, uns atrás dos outros. Aos primeiros rounds, ainda nos conseguimos erguer por momentos. A meio do combate, já não conseguimos. Depois de soco atrás de soco, rendemo-nos. Só queremos que tudo acabe bem,e que o final chegue depressa.


Ainda hoje, ao pensar naqueles olhos castanhos, fico com um aperto no coração, e um nó na garganta.


Os animais são tão mais inteligentes, verdadeiros, amigos e leais, que a maioria dos humanos, que não há forma de explicar como nos marcam. 


A história é narrada pelo protagonista canino do filme, o que ainda contribui mais para nos apaixonarmos, e sofrermos com cada vida que passa, e já não volta.


Pode parecer masoquista, mas via este filme novamente. E mais uma vez, e mais uma!


 


 


Imagem relacionada


 


No que respeita a filmes de animação, este foi, sem dúvida, o meu favorito!


 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Vacina da gripe: levar ou não levar?

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Todos os anos a situação repete-se: chegamos a esta altura do ano, e lá vão as pessoas vacinar-se contra a gripe.


Este ano, os alertas de que virá por aí um surto de gripe, e que todos devem prevenir-se, recorrendo à vacina está, mais uma vez, a levar muita gente a correr para as farmácias e centros de saúde, a fim de levar a vacina e assim evitar as gripes de inverno.


Como todos sabemos, existem grupos de maior risco, para os quais se recomenda esta medida preventiva. Os restantes, querendo, podem também fazê-lo.


 


Ora, eu nunca senti necessidade de levar a vacina contra a gripe. Normalmente, constipo-me várias vezes por ano. Uma ou outra vez devo ter tido mesmo gripe, mas acaba por ser algo tão normal que nunca me pareceu justificar a toma desta vacina.


Aliás, conheço pessoas que estavam bem, e ficaram doentes após levarem a vacina da gripe.


Este ano, continuo sem intenções de levar a vacina, tal como todos lá em casa.


Enquanto isso, vejo as pessoas à minha volta histéricas, com medo do que aí vem, a quererem levá-la. Cada um é dono de si, e faz o que bem entende pelo seu bem estar. Por isso, se o querem fazer, façam-no. Se se sentem melhor assim, mais descansadas, não hesitem.


Mas, será legítimo quererem arrastar todos os que as rodeiam consigo? Por muito que não queiram, a não ser que vivam numa concha, ou se restrinjam a conviver unicamente com pessoas que seguiram o seu exemplo, é impossível não estarem, em determinados momentos, no mesmo espaço que outras pessoas que não tomaram a vacina da gripe. E aí, o que vão fazer? Como saberão quem se preveniu e quem não o fez?


Seja como for, estando essa pessoa vacinada, mesmo que os outros não estejam, nada tem a temer, certo?


 


E nos locais de trabalho?


Podem as entidades patronais obrigar os seus funcionários a vacinarem-se contra a gripe? Será essa preocupação meramente laboral, por receio de que os funcionários adoeçam e prejudiquem as empresas?


Podem os funcionários recusar-se a fazê-lo?


 


No fundo, a questão que se coloca é: levar ou não levar a vacina da gripe? De quem é a decisão, e o que deve ter em conta no momento de decidir.


 


Por aí, costumam levar a vacina da gripe?


O que vos levou a tomar a vossa decisão?


 


 


 


 


 

O melhor de 2017 - Livros

Foram várias as leituras de 2017 mas, de entre todos os que li, destaco estes dois:


 


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Maldito Karma


Porque era suposto ser um livro cómico, e acabou por se revelar um drama capaz de provocar lágrimas aos mais sensíveis.


Tem a sua vertente cómica e irónica, é certo, mas tudo o que tem a ver com a maternidade, e filhos, mexe comigo.


É também uma boa perspectiva de encarar a reencarnação, para aqueles que nela acreditam. Ou talvez não...


 


 


 


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Para Além do Impossível


Foi, dos livros que li, o que mais me fez reflectir sobre diversos temas, e com o qual me identifiquei, em muitos aspectos, com as duas personagens femininas.


Como vêem as mulheres o amor e as relações na actualidade? Será o amor, independentemente das mudanças ao longo das décadas e dos direitos adquiridos pelas mulheres, um sentimento que permanece igual, e com o mesmo efeito em todos os corações?

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Já provaram as novas variedades Nestum?

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Vi estas novas variedades, no último fim de semana, e quis trazer para experimentar.


Fiquei com receio de provar o de morango, pelo que estreei primeiro o de maçã, na esperança de me fazer lembrar o saber de uma papa antiga, que costumava comer, com sabor a maçã.


No entanto, não tem nada a ver. Os cereais em si, lembram-me um pouco o extinto Nestum Figos, que eu adorava. Os crocantes de maçã comem-se, mas preferia o sabor, a estes pedaços, que eram dispensáveis.


 


Quanto ao de morango, vai ter que esperar mais uns dias, porque ainda há uma embalagem de Nestum Mel para terminar.

Sabem aquele momento...

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...em que ligamos para alguém porque até temos algo para contar, mas desistimos, depois de essa pessoa não nos ter dado uma única hipótese, e ter passado o tempo todo a falar de si?


Já vos aconteceu?

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Leituras no feminino

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Não foi de propósito, apenas mero acaso, mas acabo de constatar que a maioria das minhas leituras em 2017 foram no feminimo!


 


A propósito deste post da Sara, lembrei-me de ir ver que autores tinha lido eu, até ao momento, em 2017.


E o resultado da pesquisa é este:


 


Autoras


Jean Hanff Korelitz


Julia Quinn


Cátia Araújo


Luisa da Silva Diniz


Maria Oliveira


Rosário B. Gonçalves


C.Gonçalves


Haylen Beck


Lesley Pearse


Fiona Barton


Michelle Adams


Anabela Neves


Karin Slaughter


B. A. Paris


Sandra Brown


Clare Mackintosh


Paula Hawkins


Jayne Ann Krentz


Julia Heaberlin


Darcey Bell


Kate Eberlen


Natalie K. Lynn


 


Autores


Manuel Soares Traquina


Abílio Cardoso Bandeira


J. P. Delaney


Nicolas Barreau


David Safier


 


 


E em 2016:


 


Autoras


Isabel Sousa Costa


Gabriela G. Ferreira


Rosana António


Luisa da Silva Diniz


Maria Oliveira


Jojo Moyes


Marta Sena Felismino


Mary Kubica


Marta Sousa


Dorothy Koomson


Sandra Brown


Teresa Aires Rodrigues


Diana Couto


Natalie K. Lynn


Marlene Alves Catanzaro


Elsa Morais Sarmento


Joana Salvador


Nora Roberts


 


Autores


Hugo Pena


João Gago da Câmara


Fernando Terra


Pedro Macedo


José Casado Alberto


Francisco Cova


Kiko Lopez


 


Parece que a tendência é mesmo para ler livros escritos por mulheres, ainda que não seja uma escolha propositada, mas apenas feita com base no que promete cada história.


De salientar ainda a presença de vários autores portugueses, que têm tanto ou mais talento que os internacionais.


 


E por aí, qual é a vossa tendência?


 

Reflexão do dia

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Poderá o passado condicionar-nos o presente, e afectar-nos o futuro?

Desapareceram, de Haylen Beck

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E se, de repente, vos tirassem os vossos filhos? Se não soubessem para onde os levaram, nem tão pouco se estão vivos ou mortos?


E se, as únicas pessoas a quem poderiam recorrer numa situação destas, são aquelas que levaram os vossos filhos, e em quem não podem confiar?


Quando ninguém acredita em nós, e nos acusam de algo que não fizemos, quando os verdadeiros culpados andam à solta, e têm todas as hipóteses do mundo de escaparem impunes, o que fazer?


Haverá ainda esperança, para mãe e filhos?


 


Há alguns anos atrás, Mya e Danny discutiram, e Mya decidiu passar alguns dias fora, levando a sua filha Sara consigo. Quando Danny volta a ter notícias, Mya está presa, e não há sinal de Sara. Tudo leva a crer que ela fez alguma coisa à filha. Ela jura que foi a polícia que a levou. Danny nunca acreditou totalmente na mulher, e ela acabou por se suicidar.


 


Na actualidade, Audra está a fugir de um marido violento e das assistentes sociais que lhe querem tirar os filhos, entregando a guarda dos mesmos ao pai, levando consigo Sean e Louise. Agarrando-se à oferta de uma amiga, que os convidou para ficar lá uns dias, Audra achava que tinha encontrado uma solução temporária.


Mas tudo se desmorona quando um xerife a manda parar, com o pretexto de ter excesso de carga na carrinha, e se oferece para distribuir a bagagem entre a mesma e o seu carro. Ao mexer nas suas coisas, o xerife encontra um saco de marijuana, e leva-a até à esquadra, para esclarecer a questão. 


Ao mesmo tempo, os filhos são entregues à agente Collins, que os promete levar para um lugar seguro, enquanto a mãe resolve a situação. 


Mas os planos do xerife são outros e, de um momento para o outro, Audra passa a ser acusada de homicídio dos seus próprios filhos. Tendo em conta o seu passado de álcool e drogas, nada abona a seu favor, e ninguém acredita na sua versão dos factos. Nem a sua amiga lhe dá a mão, desligando-lhe o telefone na cara, quando Audra lhe pede ajuda.


 


No entanto, para Danny, este caso fá-lo relembrar algo pelo qual ele próprio já passou. Uma vez, pode ser um acaso. Duas vezes, não pode ser coincidência, pois não?


Será que Audra consegue escapar à prisão, e recuperar os filhos? Conseguirá Danny, as respostas que sempre procurou para as suas perguntas?


"Desapareceram" aborda, de forma leve, a violência doméstica e, ao mesmo tempo, o tráfico de crianças. Se a autora poderia ter desenvolvido mais os temas, sobretudo o segundo? Talvez...Se há livros que têm informação a mais, este talvez precisasse de uma melhor exploração do tema. De qualquer forma, valeu a pena.


Um livro viciante, que não conseguimos parar de ler até saber como vai terminar a história, e que eu recomendo!


 


 


Sinopse:


Um thriller de suspense sobre a luta desesperada de uma mãe para encontrar os seus filhos...

Audra anseia chegar à Califórnia.
Finalmente arranjou coragem para fugir do marido que a maltrata, podendo assim proporcionar a si e aos seus dois filhos um novo começo. Juntamente com Sean e Louise, atravessa o país, por estradas secundárias, discretamente e com toda a cautela para não chamar a atenção.
Quando um inquietante xerife a manda parar em pleno deserto do Arizona, Audra faz tudo para se manter calma e esconder o nervosismo. Tem mesmo de o fazer. Mas, ao revistar a carrinha de Audra, o xerife tira da bagageira um saco com marijuana que ela nunca tinha visto e o seu estado de nervos transforma -se em pânico. Ela julga que aconteceu o pior.
Mas está enganada. O pior ainda está para vir.

Com um ritmo de tirar o fôlego e de um suspense implacável, Desapareceram... é um thriller perfeito sobre a luta de uma mulher contra o mal inimaginável para salvar o que há de mais importante na sua vida. Chocante até à última página.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A primeira gala do The Voice Portugal

No geral, senti que, de tanto quererem dar o seu cunho pessoal, acabaram por estragar a maior parte das músicas.


Não percebi muitos gestos feitos pelos concorrentes, numa clara imitação do Salvador Sobral. Será por estar na moda essa postura?


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Gostei da escolha da Diana, que até começou bem, mas depois descarrilou. Não sei explicar, mas não gosto da forma como canta. À excepção da prova cega, nunca mais me convenceu em nenhuma das atuações.


O Joaquim não esteve tão bem como das outras vezes, e fica a dúvida se terá sido uma boa escolha da mentora.


Desta vez, não gostei de ouvir a Cláudia Pascoal no tema que escolheu. Muitas das pelavras, nem sequer se perceberam. O que é diferente pode ser bom. Mas a diferença forçada, não. 


A Ana Paula canta num registo que não é o meu favorito, e cada vez me custa mais ouvir cantar neste registo, sem me doer os ouvidos, pelo que é difícil ouvir as prestações dela e, assim, avaliar.


Finalmente, a Aurea tomou a decisão acertada de mandar para casa a Diana.


Ana Paula e Cláudia Pascoal, por escolha do público, e Joaquim, salvo pela mentora, seguem para a próxima gala.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


O Simão arriscou com um tema de Shawn Mendes que o favoreceu bastante no início, mas o levou a perder-se do meio para a frente.


A Salomé é daquelas concorrentes que oiço, mas não me diz nada.


O Fábio esteve bem melhor que nas atuações anteriores.


A Inês quis interpretar uma diva, mas a diva Inês ontem não apareceu. Espalhou-se ao comprido, com a escolha desta música, nem parecendo a mesma Inês que ouvimos nas outras atuações.


Desta equipa, foi eliminada a Salomé.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Desta equipa, destaco a Vanessa, pelo progresso que mostrou na forma como canta. Desta vez, sem gritar, mostrando uma Vanessa mais contida, e com a voz a sair muito melhor e mais bonita. Ainda assim, gostei da escolha do Anselmo, de ficar com a Marta, depois de a Telma e a Kátia terem sido salvas pelo público.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


A equipa da Marisa concentra alguns dos potenciais vencedores. Quem sabe este ano não lhe calha a ela a vitória.


Já vimos que o Tiago Nacarato tem um grande apoio do público. A sensação que tive, quando o ouvi, foi a de estar a ouvir uma música brasileira, cantada em português, e a não soar muito bem aos ouvidos. Só depois percebi que era uma música 100% portuguesa, do Rui Veloso.


O que é certo é que o Tiago já se encontra em estúdio a produzir o seu primeiro disco de originais, que deverá ser editado no final do próximo ano. Ainda hoje recebi um email com a divulgação das datas em que irá atuar no próximo ano, o que significa que já tem uma equipa encarregada de fazer a publicidade e divulgação do seu trabalho.


Pergunto-me se, mais uma vez, o programa está feito para ser ele o vencedor?


O Ricardo Neiva continua a fazer escolhas diferentes, mas nem sempre as melhores. Houve momentos em que gostei, outros em que me perguntei o que raio estava ele a fazer a uma música tão bonita, com tantas voltinhas para se descolar do original.


Tomás Adrião - não o suporto! Não gosto daquela mania, daquele ar de convencido que é o melhor, que é diferente, que sente a música. Há ali muita coisa forçada, muita preocupação com os gestos. Em sair da caixa. Mas por vezes, menos é mais. E mais, neste caso, foi menos.


O Ricardo Barroso fez uma boa atuação, como já nos tem habituado. Gostava de o ver agora noutros registos, ou ouvi-lo cantar em português.


 


E como, em nome das audiências, vale tudo, decidiram pôr-nos a todos em standby, à espera da decisão final da Marisa, que esta noite não esteve presente por motivos de saude.


Após os votos do público garantirem a presença na próxima gala do Tiago e do Tomás, ficou por decidir qual dos Ricardos ocupará a terceira vaga.


Espero, sinceramente, que a Marisa escolha o Ricardo Barroso.


 


 


 


Imagens The Voice Portugal


 


 


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!