segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Feliz 2019!

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Para o novo ano que aí vem, apenas esta mensagem:


Não há outro momento, este é o momento perfeito
não vamos procurar pretextos, vamos aproveitar o hoje...



Não há desculpa, a vida é agora!


Feliz 2019!


terça-feira, 25 de dezembro de 2018

O meu coração entre dois mundos

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Não adianta gostar de alguém pelas suas diferenças se, depois, na prática, não sabemos aceitar essas diferenças nem conviver com elas.


Se apenas são valorizadas a sós, mas são motivo de vergonha quando acompanhados.


Quando amamos alguém pela sua essência, não pedimos que ela esconda, camufle, oculte essa essência.


Não exigimos que essa pessoa se anule, apenas para agradar aos outros.


Que deixe de ser a pessoa genuína que é, para se tornar em alguém que finge ser algo que não é.


 


 


Raras vezes, os nossos patrões são nossos amigos. Tão pouco confiam em nós. E menos ainda podemos confiar neles. É uma relação profissional, mesmo que queiram fazer parecer o contrário. E, quando pactuamos com os seus segredos, regra geral, acabamos por ser prejudicados por esses segredos, por uma questão de lealdade para com quem não revela a mínima consideração por nós.


 


 


A distância pode dar cabo de uma relação. Da mesma forma, os ciúmes, a insegurança, a fraqueza, a incerteza quanto aos sentimentos.


Da mesma forma, uma nova cidade, pessoas diferentes, novas oportunidades, um outro mundo, podem transformar as pessoas, ainda que de forma subtil e, muitas vezes, sem perder a sua essência mas sim, revelando-a em todos os sentidos antes adormecidos, e isso pode assustar quem sempre conheceu apenas uma das facetas da nossa personalidade.


É possível, ainda assim, o amor sobreviver?


 


 


Poderemos amar duas pessoas fisicamente iguais, achando que estamos, de certa forma, a dar continuidade a uma história que ficou a meio, que foi interrompida sem final?


Ou estaremos a enganar-nos a nós mesmos?


Ninguém é igual a ninguém, nem subsitui ninguém. Não existem duas histórias iguais, nem dois amores iguais.


 


 


No meio do caos, de toda a desilusão, das injustiças, da falta de esperança, podem surgir as melhores surpresas, as maiores descobertas, os verdadeiros amigos, a luz que faltava para nos guiar àquilo que verdadeiramente queremos, ao que sempre sonhámos.


 


 


Quando partimos, é impossível o nosso coração ficar dividido entre dois mundos: aquele a que sempre pertencemos, e que é o nosso porto de abrigo, a nossa raíz, o nosso berço, e aquele a que agora pertencemos, que nos acolhe, que nos transforma, que nos faz desabrochar.


 


 


 


É sobre tudo isto que Jojo Moyes fala na continuação da comovente história de Louisa Clark, desta vez em Nova Iorque, a trabalhar como assistente de uma mulher rica, a milhas de distância de Sam e da sua família, com um admirador que a faz lembrar de Will, uma velha antipática com um cão raivoso que lhe metem medo, e a acusação de que é uma ladra, que a levará ao despedimento, e a sentir-se completamente só e sem rumo. 


Conseguirá Louisa reerguer-se depois desta rasteira do destino? Ou estaria este percalço escrito no destino, para que pudesse abrir os olhos para tudo o resto?


Haverá ainda uma opotunidade para Louisa em Nova Iorque?


Conseguirá ela, finalmente, deixar de servir e ajudar os outros, para viver a sua própria vida?


 


 


Um romance que, todos os que seguem a história, não devem deixar de ler!


 

sábado, 22 de dezembro de 2018

Dúvida ratídea!

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Será este desenho na calçada, em frente a estes portões, uma indicação de:


 


a) lar ou infantário para ratos


b) atenção, cuidado com os ratos


c) exposição de ratos


d) zona de caça para gatos


e) outras sugestões


 


Estejam à vontade para comentar a vossa opinião!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Da resistência física

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Porque será que, nos primeiros minutos em que começo a caminhar, fico imediatamente cansada mas...


 


 


 


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... se continuar, e ao fim de quase uma hora de caminhada, começo a ganhar pica, e torna-se mais fácil e mais rápida a caminhada, sentindo menos cansaço, e mais resistência?

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Curiosidades matemáticas sobre a idade

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Na brincadeira com a minha filha, sobre a idade que cada um de nós iria fazer, e como, trocando os números na idade, eu acabava por ficar mais nova que ela, apercebi-me desta curiosidade - por cada ano que somamos na idade correcta, aumentam dez anos, na idade trocada.


 


 


Por exemplo:


15 anos - 16 anos - 17 anos - 1 ano de diferença entre cada um


Trocando:


51 anos - 61 anos - 71 anos - 10 anos de diferença entre cada um


 


No meu caso:


40 - 41 - 42 - 43


4 - 14 - 24 - 34


 


 


E pronto, foi esta a grande descoberta de hoje.


Provavelmemente, isto já terá sido constatado por muitos, e até terá uma qualquer designação matemática, mas não deixou de ser engraçado!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Foi Sem Querer Que Te Quis

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Foi mesmo!


Já tinha tantos romances na minha lista que, para juntar mais algum, seria preciso que se mostrasse diferente dos restantes, ou me cativasse de alguma forma diferente.


E foi assim que, num dia, o estava a adicionar à lista e, mais tarde, ao vê-lo mesmo ali ao meu alcance, não resisti, e comprei!


 


 


A história:


Foi sem querer que te quis conta a história de Beatriz e Leonardo. A forma como os dois se cruzam, omo os seus caminhos se interligam, e que mudanças ocorrerão nos dois, que os tornarão pessoas melhores e mais preparadas para amar.


Beatriz é terapeuta ocupacional no lar onde está o avô de Leonardo, o Sr. Nicolau. 


Quando o relacionamento de Beatriz com Gabriel termina, Nicolau promete dar-lhe a "receita do amor", se ela ajudar o seu neto a ultrapassar o que o está a tornar numa pessoa que nada tem a ver com o que um dia foi.


Com a morte do Sr. Nicolau, ambos se comprometem em satisfazer o último pedido do avô: Beatriz em ajudá-lo, e Leonardo a não colocar obstáculos a essa ajuda.


Se, no início, as coisas não correm nada bem e Beatriz pensa até desistir dessa missão, o tempo vai mostrar que paciência e persistência podem ser bons aliados.


E o que parecia uma aversão mútua à primeira vista, começa a transformar-se em algo muito diferente, que os dois já não conseguem esconder.


Mas, estarão Beatriz e Leonardo destinados a ficar juntos?


Ou será que o destino irá trocar, mais uma vez, as voltas ao casal?


Existirá mesmo uma "receita" para o amor?


 


 


A minha opinião:


Gostei imenso da construção da personagem do Leonardo, e de todo o rumo que foi tomando até ao final. Já a Beatriz, não me convenceu tanto. Pareceu-me estar ali na história apenas como veículo de transmissão de ensinamentos, "frases feitas" e pensamentos, maioritariamente, absorvidos por ela graças às conversas com o Sr. Nicolau.


Surge quase como uma benfeitora, uma guia que conduz Leonardo pelo caminho certo para a sua vida, impedindo que ele se desvie por outros atalhos que não o levarão a lado nenhum.


No entanto, ela própria está longe de ser dona e senhora da razão, e também comete erros, também tem que se descobrir a ela própria, e saber o que é melhor para si.


 


Confesso que a parte final da história foi surpreendente, e está tão bem contada que nem me apercebi do que tinha acontecido mas, revelado o mistério, faz sentido, e  foi o que mais me emocionou.


Não é daqueles romances que marcam de uma forma inexplicável, mas é um bom romance de estreia para o autor, com uma boa premissa, que levará certamente os mais românticos a querer saber qual é essa receita que terão que experimentar para terem sorte ao amor.


Poderá ser, tão somente, um bombom com recheio de framboesa?!


 


 


 


As frases que mais me marcaram no livro:


"Não há pessoas boas demais, há pessoas boas de menos. Ser-se bom demais é o normal, Apenas não parece porque as pessoas boas de menos são muitas mais."


 


"Esse é um erro bastante comum nas relações porque infelizmente as pessoas confundem tudo. Confundem amor com paixão, paixão com obsessão e até mesmo amor com amar."


 


"Talvez o mal da humanidade seja fazer tudo por interesse, na expectativa de algum retorno ou recompensa."


 


"Se tens dúvidas é porque não amas. Se não sabes se é forte é porque não é forte e se não é forte não é amor."


 


"Não fales do que não sabes e muito menos do que achas que sabes."


 


"O depois é um lugar imaginário para onde gostamos de empurrar as decisões da nossa vida. O depois é o lugar favorito dos indecisos, que só empatam a vida de quem já sabe o que quer."


 


"Nós temos por natureza o mau hábito de adiar uma cura só porque ela dói. Não admitimos, mas a verdade é que preferimos ir sofrendo devagarinho com a possibilidade do que sofrer  muito de uma só vez com a certeza."


 


"Acomodamo-nos tão facilmente a uma meia-tristeza que chegamos a acreditar que ela é uma meia-felicidade, mas uma meia-felicidade nada mais é do que uma infelicidade disfarçada."


 


"...uma relação saudável é composta por duas pessoas inteiras, e não por duas metades que formam um."


 


" ... amar alguém é querer que essa pessoa seja feliz... E apego é querer que essa pessoa nos faça feliz."


 


 


 


Eu identifico-me muito com a que fala do "depois". Porque eu sou muito de empurrar tudo para o depois, quando não estou certa daquilo que realmente quero. Não é um não, mas também não é um sim com certeza. É um preciso de pensar sobre isso. E acredito que, a certa altura, isso acabe por empatar quem já está certo daquilo que quer, e fica dependente de nós.


 


    


Agora deixo-vos um desafio - escolham a frase com que mais se identificam, ou sobre a qual tenham algo a dizer, e deixem um comentário sobre a mesma!


 


 

Incongruências

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Existem momentos que esperamos tanto tempo que cheguem mas...


... quando chegam, estamos desejando que passem e, quando passam, sentimos saudades, achamos que foi a correr e queremos voltar atrás!

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Que resposta se dá a isto?

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Recebi ontem à noite uma mensagem de um tio meu, com quem já não falo há cerca de um mês ou mais, com uns votos muito peculiares:


 


"desejo uma boa noite para ti e para toda a família...aproveita bem a vida e o que ela te dá, porque vais estar morta durante muitos anos..."


 


Não percebi se era para rir, se era para temer ou, simplesmente, ignorar. Optei pela terceira hipótese!

Sabem aquele momento...

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... em que colocamos uma questão, ou pedimos a alguém para explicar alguma coisa, e essa pessoa nos despeja com definições que não conseguimos entender, que não esclarecem a nossa dúvida, nem respondem à pergunta, retiradas de um qualquer livro, site, ou manual, porque nem elas sabem bem o que dizer?


 


Acontece-me tantas vezes!


 


Se eu não sei e estou a perguntar a quem, supostamente, sabe ou está a estudar o assunto, é para que me expliquem. Para ler, também eu lia. Para reproduzir o que vem num site, também eu pesquisava. Para ficar na mesma, nem sequer me dava ao trabalho de perguntar.


 


 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Reflexão do dia

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O perigo de criarmos e seguirmos sempre as mesmas rotinas, é que fica mais fácil para os outros, saberem com o que podem contar da nossa parte.

Perto de Casa, de Cara Hunter

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Um família como tantas outras celebra, naquele dia, o aniversário da sua filha Daisy, com uma grande festa no seu jardim, tendo por convidados as colegas de escola e amigas da menina, e respectivos pais, e os vizinhos.


Tudo corria aparentemente bem, até ao momento em que percebem que Daisy desapareceu. Terá saído sozinha? Ou alguém a levou? E se alguém a levou, quem poderá ter sido?


A polícia começa a fazer o seu trabalho e tenta reconstituir todos os passos de Daisy no dia do desaparecimento, recuando, a determinada altura, aos dias e semanas anteriores.


 


 


Ao mesmo tempo que se percebe que nem Sharon, a mãe, é a mulher e mãe perfeita que aparenta, nem Barry, o pai, é o típico pai de família, chegado aos filhos que se poderia pensar, tal como Leo, o irmão, que parece saber mais do que conta e esconder algum segredo, compreendemos que também a amizade de Daisy com as amigas não estava no seu melhor.


À medida que se vai desenrolando o fio da meada, vão surgindo surpresas atrás de surpresas, que podem explicar e justificar muita coisa.


Daisy parecia ser molestada pelo pai, vítima de ciúmes e inveja doentios por parte da mãe, ser odiada por algumas amigas, e encontrar-se clandestinamente com um rapaz ligado a redes de pedofilia e pornografia.


Todos eles tinham motivos. Nem sempre as famílias desestruturadas e problemáticas têm de ter, obrigatoriamente, no seu seio, alguém capaz de cometer os crimes mais hediondos. Por outro lado, até das famílias mais perfeitas pode surgir o mau da história.


 


 


O que a autora diz na capa do livro é verdade. 


Alguém levou Daisy. Alguém que todos conhecem.


Se, num primeiro momento, tudo aponta na direcção do pai, ou até do irmão, para depois de desviar para o rapaz misterioso com quem Daisy se encontrava, mais tarde, parece haver cada vez mais certeza de que realmente foi o pai, até ao momento em que as provas passam a apontar, sem sombra de dúvidas, para a mãe, que acaba por ser condenada.


 


 


Mas, será que Sharon assassinou mesmo a sua filha?


Será que Daisy está sequer morta?


Depois de tanto suspense, fiquei boqueaberta com o final da história, que é mesmo o ponto mais alto.


Estava mesmo ali à nossa frente a resposta! Mas, de tão insignificante ou indiferente, passou completamente ao lado!  

sábado, 15 de dezembro de 2018

Esta moda das angariações de fundos nos aniversários

 




"Marta, o teu aniversário está a chegar!

Cria uma angariação de fundos para apoiares uma causa importante para ti e vamos tratar de processar os donativos sem aplicar taxas."

 

 

 

 

Não é que não goste, ou seja contra a ideia mas...

Desde que o facebook permitiu esta funcionalidade, vêem-se angariações de fundos para tudo e mais alguma coisa, seja para associações, instituições ou, até, causas pessoais.

Solidariedade à distância de um click, sem incómodos, sem preocupações, sem sair do lugar (só não digo sem mexer um dedo, porque precisamos deles para escolher a causa e iniciar a angariação).

 

 

E eu, até poderia servir-me desta ferramenta para angariar verbas para alguma associação de protecção animal. Sim porque, a não ser que estivesse mesmo a precisar, e não tivesse qualquer outra hipótese, não o faria por causas pessoais.

Mas, mesmo sabendo que qualquer "desculpa" ou momento especial da nossa vida é válido para se ajudar o próximo, incluindo o nosso aniversário, não consigo simpatizar com esta funcionalidade.

 

 

Alguém por aí já utilizou esta forma de angariação de fundos? Como correu a experiência?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

O melhor do meu ano 2018

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O melhor que este ano de 2018 me trouxe foi a certeza de que, por muito que nos custe a acreditar, a nossa história somos nós que a fazemos.


E foi assim que começámos esta caminhada, em janeiro, com o concerto de Soy Luna, na Altice Arena.


 


Seguiram-se vários passeios como a nossa ida, em Maio, até à aldeia de Alcarias, em pleno Alentejo, para visitar uma colónia de gatinhos muito especial, e sermos recebidos com a maior simpatia pela Nélia e pela Daniela.


 


Houve momentos em que me senti mais esgotada, e me perguntei “para onde vai a nossa disposição quando somos engolidos pela rotina", mas nada como uma caminhada pela Lagoa de Óbidos, pela zona do Vimeiro ou até mesmo pela Foz do Arelho, para recuperar energia e voltar a casa com um sorriso no rosto.


 


Foi um ano de muitas entrevistas para o blog, de muitas sugestões para os fins de semana no FantasticTV, e por aqui.


Não faltaram os momentos hilariantes com os bichos lá por casa, como o batalhão de formigas que nos invadiu a casa durante semanas, nem os stresses habituais com a escola, os professores, a chuva de testes e os trabalhos de grupo.


 


Aventura também não faltou, com a nossa ida à famosa Praia do Cavalo, em Sesimbra, onde tivemos que percorrer um trilho que quase nos matava do coração, para chegar ao paraíso mas, por vezes, não podemos evitar o inevitável!


 


Mas, como a carteira nem sempre dá para grandes extravagâncias, tivemos que manter o equilíbrio, e encontrar locais aqui mais perto de nós, com uma beleza que desconhecíamos, como as Cascatas do Rio Mourão, Senhora do Arquitecto ou São Julião.


 


2018 foi o ano de deixar para trás quem não quer seguir connosco, porque cada um deve seguir a sua vida livremente, sem depender de ninguém, nem estar preso a ninguém.


Se é difícil? É.


Mas, muitas vezes, são estas situações os grandes impulsionadores das mudancas que ocorrem na nossa vida.


 


Neste ano que agora se aproxima do final, tive ainda imenso prazer em colaborar com um projecto inovador em Portugal – uma revista totalmente dedicada aos felinos - a Miau.


 


Li muito, vi imensos filmes, conheci e acompanhei novas séries e programas televisivos.


Escrevi imensos textos para o blog, dos quais destaco alguns, como estes dois:


a dúvida corrói mais que uma verdade dolorosa ou carta a uma amiga que um dia foi especial.


Em 2018, a revista Inominável despediu-se, e com essa despedida chegaram ao fim 3 anos de colaborações.


 


Foi o ano em que senti, pela primeira vez, alguns dos tremores de terra que se fizeram sentir no país. E em que me preparei mentalmente para a possibilidade de a minha filha vir a namorar brevemente para, logo depois, perceber que ainda não seria desta que teria de lidar com isso.


 


É ainda o ano em que me tornei oficialmente quarentona!


 


Se poderia ter sido melhor? 


Talvez... Mas estou grata por tudo o que ele me trouxe.


 


 


 


E planos para 2019?


Não há! 


O caminho faz-se caminhando, e quando lá chegar, logo verei o que ele me reserva, e o que poderei fazer com ele!

Oficialmente quarentona!

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É verdade!


Acabo de me despedir dos "intas", para entrar nos "entas".


Pertenço, oficialmente, ao clube das quarentonas!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Só sou eu que acho parecidos?

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O João, vencedor do Ídolos 2015


 


 


 


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E o João, do Casados à Primeira Vista 

À Conversa com a Associação Mentes Sorridentes

 


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E se fosse possível adquirir uma “ferramenta”, desde a infância, para superar os momentos difíceis que a vida nos reserva?


A Associação Mentes Sorridentes é uma associação sem fins lucrativos, criada com o objetivo de transmitir bem-estar a todos os que nos rodeiam, recorrendo ao mindfulness. 


 


Para ficarem a conhecer melhor o trabalho desenvolvido e os objectivos da associação, aqui fica a entrevista:


 


 


 


 


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Como, e quando, nasceu a Associação Mentes Sorridentes?


 


As Mentes Sorridentes nasceram numa escola pública, na área da grande Lisboa, depois de uma equipa multidisciplinar de professores, psicólogos e médicos ter implementado e avaliado um programa de mindfulness desenvolvido para o contexto educativo.


Ao constarmos os resultados de uma intervenção com apenas 8 semanas, considerámos que tínhamos de levar esta experiência a outras comunidades educativas e a única forma de o fazer era constituirmo-nos como associação sem fins lucrativos.


Temos agora 2 anos de existência e já levámos o projeto a 12 agrupamentos de escolas públicas.


 


 


 


Quais são os principais objectivos da associação?


 


A nossa missão é facultar a adultos, crianças e jovens competências duradouras para a vida, baseadas no mindfulness e na meditação, permitindo-lhes alcançar bem-estar mental e emocional.


 


 


 


Para quem não conhece bem o significado, poderia explicar em que consiste o termo “mindfulness”?


 


Mindfulness é um treino mental que assenta na prática repetida de atos intencionais que vão permitir que os processos regulatórios de córtex pré-frontal diminuam a atividade dos processos automáticos do modo default.


Parar e estar presente é uma competência básica do desenvolvimento do mindfulness. E isto treina-se prestando atenção e tendo consciência do que está a acontecer neste momento, dentro e fora de nós.



Estar “acordado(a)” e disponível para a vida tal como ela é, mais do que fantasiarmos aquilo que achamos que a vida deveria ser.


O mindfulness é, dito de outra forma, uma pausa. 



 


 


 


Na sua opinião, a prática do “mindfulness” é útil em todas as faixas etárias, sejam crianças ou adultos, e nas mais diversas áreas?


 


Os campos a que a meditação e o mindfulness se têm alargado revelam a sua importância – do contexto militar, da saúde e empresarial, à educação; desvendando a ciência a importância do treino da mente em todas as idades.


Entre os inúmeros benefícios atestados, referimos, particularmente, aqueles que investigaram esta última área revelando um aumento de competências que são relevantes para professores e alunos.


Entre estas, encontra-se um aumento da capacidade de atenção (Napoli et al 2005; Sedlmeier et al, 2012), uma menor reatividade emocional e um maior envolvimento em tarefas, mesmo quando ativado emocionalmente (Ortner et al., 2007; Roemer et al, 2015), redução do stress e da ansiedade (Chiesa & Serreti, 2009).


Tem, também, sido encontrado um aumento de respostas compassivas a alguém que está em sofrimento e um aumento da compaixão (Condo net al, 2013; Birnie et al, 2010).


A avaliação do nosso programa Mentes Sorridentes tem confirmado, igualmente, estes dados, salientando-se o incremento do bem-estar em adultos, jovens e crianças.


 


 


 


De acordo com a sua experiência, considera que muitas pessoas ainda vivem muito “presas” ao passado, condicionando de forma negativa o presente, no qual não se conseguem focar na totalidade?


 


O estado natural da mente é, por norma, estar imerso na sua narrativa interior, na narrativa da sua história de vida, preso ao passado ou projetando o futuro.


E o mundo atual potencia ainda mais esse “alheamento” do mundo que nos rodeia a ponto de estarmos atentos apenas a alguns sentidos (caso da visão e do tacto).


Treinar a mente também possibilita o desenvolvimento de novas ligações neuronais, de reforçar caminhos cerebrais que nos ajudam a desenvolver a capacidade de nos relacionarmos com a experiência que vivemos de maneira diferente, de ganhar perspetiva e observar a qualidade subjetiva dos fenómenos internos e externos, em vez de se reforçarem os processos habituais de identificação, que oscilam entre reações de apego e aversão (Hӧlzel et al., 2011; Vago, & Silbersweig, 2012).


 


 


 


 


 


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O nosso bem-estar depende, maioritariamente, do nosso corpo e da nossa mente, e da forma como se interligam entre si?


 


Não é possível separar o corpo da mente. Isto pode ser compreendido com facilidade se nos questionarmos: quando temos de lidar com algum acontecimento difícil na nossa vida, como reage o nosso corpo? Por vezes a garganta aperta, ou o estomago faz um nó, ou as mãos suam. O nosso cérebro é um cérebro emocional e facilmente caímos no ciclo de pensamento, emoção, pensamento. O conceito de bem-estar tem evoluído ao longo do tempo, porém atualmente está correlacionado com vários indicadores, entre eles, a saúde mental. 



O mindfulness é uma forma diferente de estar com a experiência de stress ou ansiedade, tendo consciência do que acontece, nessas alturas, no corpo e na mente, e estabelecendo com isso uma relação diferente, não caindo nos automatismos mentais rotineiros.



Aprende-se a ter consciência dos pensamentos à medida que emergem na mente e a não os confundir com a realidade ou identificar com eles, aprende-se a gerir as emoções difíceis.


 





Existem mais pessoas a procurar este tipo de ferramenta quando estão a atravessar momentos difíceis nas suas vidas e pretendem superá-los, ou há quem queira experimentar apenas por curiosidade?


 


Da nossa experiência, a curiosidade é sobretudo o grande motor que leva à procura do mindfulness. Contudo, não é uma panaceia mágica para todos os problemas. É um treino mental associado a um caminho e a uma atitude de viver intensamente a vida tendo consciência da totalidade da nossa experiência. Existem inúmeras ofertas neste campo e é importante saber discernir o que é mindfulness do que não é.


 


 


 


Hoje em dia, as pessoas vivem, de uma forma geral, sob intenso stress e pressão, e a falta de paciência é uma constante, acabando por prejudicar a sua saúde e as relações com os outros. É possível, através do “mindfulness”, reverter estas situações?


 


Não se trata de uma técnica destinada a reduzir diretamente o stress ou ansiedade, ou para controlar o pensamento.


O mindfulness é uma forma diferente de estar com a experiência de stress ou ansiedade, tendo consciência do que acontece, nessas alturas, no corpo e na mente, e estabelecendo com isso uma relação diferente, não caindo nos automatismos que são habituais nessas situações.


Os resultados científicos atestados neste campo revelam um efeito positivo do treino de mindfulness a nível da diminuição do stress, da ansiedade, ansiedade a testes, e depressão (Beauchemin et al, 2008, Napoli et al, 2005; Semple & Droutman, 2017).


 


 


 


 


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Neste momento, a Associação Mentes Sorridentes tem projetos implementados em áreas/ instituições específicas em Portugal, e parcerias com outras associações semelhantes, ou trabalha apenas a nível individual? 


 


As Mentes Sorridentes estão já em 10 comunidades educativas na zona centro e Norte do país. Também contamos com o apoio de algumas empresas privadas que apadrinham escolas e contribuem simultaneamente para o bem-estar dos seus funcionários que realizam exercícios de mindfulness connosco.


Porém, a nível educativo, realçamos a nossa parceria com o Centro de Neurodesenvolvimento do Hospital Beatriz Ângelo, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens e a CMLoures que acompanham o projeto nas diversas escolas. A parceria com a Associação Portuguesa para o Mindfulness traduz-se, sobretudo, na adaptação do programa a diferentes realidades e na avaliação do seu impacto. São instituições que nos são particularmente queridas pela confiança que depositam no nosso trabalho.


 


 


 


Para quem estiver interessado, de que forma poderá associar-se, e em que consiste, de uma forma geral, todo o processo que será levado a cabo com os inscritos?


 


Podem acompanhar a nossa associação no facebook: associação mentes sorridentes, em www.mentessorridentes.pt e contactar diretamente connosco em mentessorridentes@gmail.com. Em janeiro e fevereiro de 2019 iremos fazer, em Loures, um curso Mentes Sorridentes para pais e filhos que será divulgado pelos canais acima referidos. Esperamos que venham experimentar “respirar” connosco!


 


 


 


Muito obrigada!


 


 


Nota: esta conversa foi sugerida pela Claudia Oliveira.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Ler um post pelo conteúdo ou pelo autor?

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Esta semana dei por mim, na área de leituras, a ler um post sobre um tema que me interessava e, de repente, percebi que estava a lê-lo, e nem me apercebi quem era o autor do mesmo!


 


Será que, quando vagueamos pela blogosfera, é o post em si que nos chama a atenção, independentemente de quem o escreveu? Ou terá o autor do post alguma influência, na hora de clicar, ou não, para ler na íntegra o seu conteúdo?

Cozinhar em casa ou comprar refeições fora?

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Quem não gosta de, em ocasiões especiais, ou em dias em que o tempo escasseia, ou o cansaço é grande demais para cozinhar, ir comer fora?


 


 


Depois, há quem faça as suas refeições fora por sistema, porque a sua vida assim o obriga, ou porque não tem jeito nenhum para cozinhar ou, simplesmente, tem mais com que ocupar o seu tempo que a cozinhar, e tem o capital necessário para sustentar esse hábito.


 


Há quem prefira cozinhar as suas próprias refeições, porque são mais saudáveis e mais saborosas, ou porque não há dinheiro para fazer grandes extravagâncias diárias.


 


Algumas pessoas preferem cozinhar para si próprias, ou para duas ou três pessoas, e evitá-lo quando se trata de grupos maiores, pelo trabalho que isso acarreta.


 


Outras, sentem maior prazer em cozinhar para um grupo de convidados, e preferem optar por algo mais prático quando é só para eles, ou para o casal.


 


 


Eu confesso: cozinho por obrigação. Não é coisa que goste. Cozinho pratos básicos, para o dia a dia, até porque não me posso dar ao luxo de comprar as refeições fora, ou ir comê-las a restaurantes todos os dias. Mas também admito que, à excepção de dois ou três pratos, que prefiro comer fora, a minha preferência vai, sem dúvida, para a comidinha feita em casa.


 


Por isso, mesmo que pudesse manter esse estilo de vida de ir tomar o pequeno almoço, almoçar ou jantar fora frequentemente, não o escolheria para mim.


Mas, para quem gosta e pode, acho bem, e não condeno.


 


 


 


 

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Pergunta parva (ou talvez não)

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Porque é que algumas pessoas, a uma terça-feira ou quarta-feira (quando não é antes), já fazem questão de nos desejar um bom fim de semana?!

Comprar livros com ou sem autógrafo?

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Tenho um livro na minha lista de livros a comprar, que adicionei há pouco tempo, e não teve a sorte de ser um dos felizes contemplados da última encomenda.


Desde então, tenho visto imensas críticas positivas, tenho percebido que anda quase toda a gente a lê-lo, e fiquei ainda com mais vontade de o comprar.


No facebook, coincidência ou não, estou sempre a deparar-me com a publicação do autor, como sugestão de oferta para o Natal sendo que, se a encomenda for através do próprio, o livro vem autografado.


 


 


Até aqui, tudo bem.


Enviei mensagem a perguntar o valor do livro. Ficava em 16 euros, com portes de envio.


Na Wook, o mesmo livro está com desconto, a € 12,40 e portes grátis, mas com expedição de 5 dias.


No fim de semana fui ao Continente, e vi-o. O livro, claro! 


Ao mesmo preço que na Wook, mas ali mesmo na minha mão, pronto a levar.


 


 


E pensei: que se lixe o autógrafo!


Então ia pagar mais de 3 euros, só para ter um livro assinado pelo autor? Sim porque seria apenas uma assinatura. Com sorte, uma pequena mensagem igual a todas as outras que escreve, para quem lhe pede livros autografados.


Não faz sentido. 


A não ser que o livro não exista mesmo à venda, ou que o valor seja igual em ambos os casos, não me compensa. 


Penso que os únicos livros que tenho autografados são de autores que conheço pessoalmente. Ou com quem estive em algum momento, como o da Dorothy Koomson, que calhei encontrar na Feira do Livro e aproveitei a ocasião para ficar com o livro acabado de comprar autografado. E um que estava à venda já com o autógrafo da praxe, com direito a desconto.


 


 


À parte a questão dos autógrafos, chego à conclusão que, para nós, leitores, compensa mais comprar livros na loja do que directamente aos autores enquanto que, para os autores, só mesmo quem se deixe convencer que o autógrafo justifica a diferença do valor, porque se arriscam a não conseguir vender os livros, ao preço que pedem. Alguns por não terem a mesma margem de manobra que as grandes superfícies têm, e outros porque querem simplesmente lucrar mais, a nível particular, do que com a percentagem recebida pelas vendas em loja. 


 


 


E por aí, preferem os livros autografados, ou sem autógrafo? A diferença no valor também é um factor que vos influencia no momento de decidir?

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Como perder totalmente o interesse num programa

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Fui uma fiel seguidora, nos últimos anos, do programa The Voice Portugal.


Conseguiu manter-me ligada a ele a cada domingo à noite, mesmo quando no dia seguinte acordava cheia de sono para ir trabalhar.


Nenhum outro programa me tinha feito mudar de canal e trocar. Até este ano...


 


 


Sim, este ano, ainda comecei a vê-lo, apenas para constatar que o programa (tal como provavelmente a maioria deles) está viciado, esgotado, sem nada de novo: as mesmas injustiças, os mesmos discursos, as mesmas desculpas esfarradas, os mesmos interesses, e um objectivo que é tudo menos aquele que apregoa.


Aos poucos, comecei a optar por assistir ao Casados à Primeira Vista, e gravar o The Voice para ver mais tarde. Mas nem me dou a esse trabalho. O pouco que vou vendo e lendo, permite-se ficar por dentro do que se passa, e acentuar mais a pouca vontade em perder tempo a segui-lo.


 


 


Mudem os apresentadores, mudem os mentores, mudem a dinâmica, sejam genuínos e espontâneos, e talvez voltem a conquistar audiências.


Aliás, acho que qualquer programa do género (incluindo o Casados à Primeira Vista, que já soa mais a encenação) teriam a receita de sucesso na novidade, aliada à espontaneidade. Porque é isso que mais agrada ao público.


Até lá, será sempre a diminuir, até acabarem de vez com o programa. 

Natal em Palavras: Colectânea de Contos de Natal

 


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O Grupo Editorial Chiado, através da chancela Chiado Books, está a organizar o I Volume da Colectânea de Contos de Natal, intitulado “Natal em Palavras”.


Vários autores receberam um convite para participar, com o envio de um conto alusivo ao tema.


O entusiasmo que o projecto suscitou, bem como a qualidade dos contos enviados levaram à publicação da obra em dois Volumes, com cerca de 600 contos seleccionados.






 


 


Texto alt automático indisponível.


 


 


A cerimónia de lançamento da obra será no dia 15 de Dezembro, pelas 15.30 horas, no Hotel Pestana Palace Lisboa, em Alcântara.


Da minha parte, contribui com o conto "Presente de Natal", inspirado num amor interrompido entre duas pessoas, que se voltam a reencontrar no Dia de Natal!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Curiosidades bloguísticas

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O número de comentários em posts diminuiu significativamente de há uns meses para cá. Reparei nisso, por exemplo, através dos Blogs Quentes em que, antes, surgiam blogs com cerca de 100/200 comentários, sendo o mais baixo com cerca de 30 a 50 comentários, e agora os números reduziram drasticamente.


 


 


Nem sempre os posts destacados são os mais comentados tal como, poucas vezes, os mais comentados, são escolhidos para destaque.


 


 


Na minha área de leituras, relativamente aos bloggers que sigo, reparei que, de um modo geral, se escrevem menos posts ao longo do dia.


 


 


Ainda em relação aos bloggers que acompanho, embora haja bloggers que publicam vários posts diários, outros há que o fazem de forma mais ocasional.


 


 


Embora por vezes não coincidam, os posts em destaque escolhidos pelo Sapo Blogs (ou pelo menos parte deles) acabam por ser os mesmos em destaque na Homepage do Sapo naquele dia ou no seguinte. 

"Deitar a toalha ao chão" é sinal de fraqueza?

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Não sou pessoa de me aventurar no desconhecido, de me atirar de cabeça, de me desafiar muito.


Mas, da mesma forma, não sou pessoa de desistir facilmente das coisas, à primeira dificuldade, ao primeiro problema, quando vejo ou acredito que tudo poderá melhorar e ser diferente. 


De uma forma geral, se vejo que a árvore ainda poderá dar bons frutos, vou continuando a cuidar dela, e a esperar. Somente quando percebo que a árvore, simplesmente, não dará qualquer outro fruto ou, a dar, farão mais mal, que bem, deixo de insistir, e me resigno às evidências.  


 


 


Claro que isto depende muito do quanto apostámos e nos dedicámos a essa árvore. Do quanto queremos mesmo que resulte, e até onde estamos dispostos a ir, para que assim seja.


Há quem desista se a semente não vingou. Há quem perca o interesse se a planta teve tão curta vida que nem deu tempo de se desenvolver. Há quem não tenha paciência para a ver crescer ao seu ritmo. Há quem prefira apostar noutra árvore, se aquela começou a dar frutos azedos, ou que não conseguem ou se recusam a amadurecer.


E há quem passe uma vida inteira à espera de algo que nunca irá acontecer, em permanente ilusão, esperança, cegueira. É quase como querer que nasça algo em solo infértil. Ou querer colher maçãs num limoeiro. Apesar da acidez comum, não é a mesma coisa.


 


 


Como eu dizia, não sou daquelas pessoas que desiste à primeira, nem à segunda nem, provavelmente, à terceira. Mas se vejo que a árvore não cresce mais, que não dá nada, não vale a pena insistir, e é melhor deixá-la ficar como está. Talvez alguém a aprecie e possa fazer uso, de outra forma que não aquela que eu quero.


 


 


Há quem chame a isto "Deitar a Toalha ao Chão", atribuindo à expressão uma certa conotação de fraqueza.


Eu não considero tal atitude uma fraqueza. Acho que é sensatez, sabedoria...


Se fracassámos na nossa missão, e não há volta a dar, para quê persistir? Para quê desperdiçar a nossa vida, e o nosso tempo, em algo que não nos faz bem, nem tão pouco felizes?


 


 


Vale a pena? Não!


É saudável? Não! Nem para nós, nem para a outra pessoa.


Por isso, o melhor a fazer, em algumas situações ou momentos da vida, é mesmo colocar um ponto final, e dar uma nova oportunidade a nós, e aos outros, de ainda encontrar por aí a felicidade.


 


 


Aí desse lado, qual é a vossa opinião?


Já alguma vez na vossa vida "deitaram a toalha ao chão", seja a nível pessoal, profissional ou amoroso?


Sentiram-se fracos por isso? 


 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

O que têm em comum os casamentos e os livros?

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Casar à primeira vista é como começar a ler um livro sobre o qual não temos a mínima ideia do que fala. Podem acontecer várias situações:


 


- olhamos para a capa e para a sinopse, não nos diz nada e, na primeira oportunidade, oferecemos a alguém



- começamos a ler, não nos desperta interesse e pomos de lado, para nunca mais lhe tocarmos



- não parece muito entusiasmante no início, mas a determinada altura até engrenamos, e a leitura passa a ser fluída e interessante



- naquele momento não é bem o que nos apetecia, e fica em standby na prateleira, enquanto lemos outros


 


- ficamos logo presos, adoramos, e já não largamos mais


 


 


 


 


Já se casamos pelo método tradicional, é sinal de que, pelo menos a julgar por aquelas primeiras páginas que lemos, iremos gostar do que aí vem, mas pode ocorrer um destes cenários:


 


- pode-nos parecer uma coisa e, afinal, a história ser completamente diferente


 


- começa bem e parece ser o livro perfeito mas, a determinada altura, ficamos desapontados com o rumo da história


 


- até nos agradou bastante em determinada altura da nossa vida mas, entretanto, os nossos interesses mudaram, e já não nos diz nada


 


- como todas as grandes histórias, foi bom enquanto durou, mas chegou ao fim


 


- lemos uma, e outra, e outra vez, ao longo da nossa vida, nunca nos cansamos e temos sempre o mesmo sentimento de cada vez que o lemos

Serei a única...

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... a procurar, em cima da hora, aquela roupa que quer muito vestir, e se esqueceu de preparar na véspera, e ser obrigada a vestir a primeira coisa que vem à mão, porque aquilo que queria, depois de quase revirar o armário, parece ter evaporado?!

"Tu" ou "você": como tratar os bloggers que não conhecemos?

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Aqui na blogosfera somos todos membros da mesma comunidade.


Muitos de nós amigos. Alguns, vizinhos próximos. Outros, apenas conhecidos.


Mas existem, a todo o instante, pessoas novas a chegar ao bairro, que nos visitam ou que visitamos, e a quem queremos dar as boas vindas.


 


 


Ora, quando conhecemos as pessoas, ou elas tomam a iniciativa de nos tratar de uma determinada forma, é fácil.


Mas, quando não conhecemos as pessoas, e somos nós a dar o primeiro passo, de que forma devemos tratá-las?


Por tu? Ou por você?


Será o tratamento por "você" demasiado formal entre bloggers? 


Será o tratamento por "tu" abuso de uma certa confiança e intimidade que ainda não existe?


 


Já vos aconteceu querer comentar algum blogger, e surgir esta dúvida?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Não dá, não podemos, é impossível!

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E depois, afinal, até dava, até podiam, até era possível.


Que mania que as pessoas têm de nos despachar à velocidade da luz, sempre com os mesmos argumentos:


 


"Ah e tal, não sei se dá.", "Pois, não sei se conseguimos.", "Não é possível fazer o que pedem."


 


Ou, então, pedem-nos coisas que não fazemos a minima ideia de onde ir buscar, ou como conseguir, porque não nos dizem directamente respeito, para resolver situações, cujos erros foram cometidos por quem, agora, coloca tantos obstáculos para os resolver.


 


Mas, se fosse apenas com um assunto, ainda se poderia dar um desconto. 


O que acontece é que é sempre a mesma pessoa, e para qualquer assunto que haja para tratar.


Depois, quando vai ver as coisas com a colega, que está mais por dentro destes assuntos, a colega simplifica tudo e diz que pode ser, que não há problema, que se faz assim mesmo!


E a pessoa, contrariada, lá tem que aturar os clientes que queria mandar embora, e fazer aquilo para o qual não tinha a mínima vontade.


 


Se não sabem, ao menos informem-se primeiro, antes de nos despachar, e fazer perder tempo a ir lá novamente.


E se não querem trabalhar, há por aí quem precise, e talvez o faça com maior simpatia e disponibilidade.


 

Queremos mesmo pessoas iguais a nós ao nosso lado?

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Ouvimos, muitas vezes, no que respeita ao amor, a afirmação de que os opostos se atraem. Mas será mesmo assim?


São as diferenças entre as duas pessoas, que fazem com que se encaixem uma na outra, e a relação resulte?


Até que ponto serão, as diferenças, algo de positivo para a relação? Até que ponto elas condicionam o sucesso ou o fracasso da mesma? Até que ponto deixam de ser aceitáveis?


 


 


Por outro lado, será que procuramos, do outro lado, alguém exactamente igual a nós? Que pense da mesma forma, que aja da mesma forma, que tenha os mesmos gostos, ideais, feitio? Que seja uma "cópia" de nós?


Até que ponto isso não tornará a relação monótona, aborrecida, sem nada de novo a acrescentar? Até que ponto conseguimos conviver com alguém com as mesmas qualidades mas, também, com os mesmos defeitos?


Até que ponto as semelhanças funcionam melhor que as diferenças, numa relação?


 


 


Dizia a Graça, concorrente do Casados à Primeira Vista, em resposta à pergunta sobre se queria ao seu lado uma pessoa como ela mesma, que isto de que os opostos se atraem é coisa do século XX, e não do século XXI.


Mas, será que queremos mesmo pessoas iguais a nós, ao nosso lado?


 


 


Correndo o risco de mais um "lugar comum", penso que o segredo está num meio termo, entre as diferenças e as semelhanças.


Se, no início, até podemos ficar encantados com as diferenças, com o tempo, podemos perceber que elas nos afastam mais do que juntam. No entanto, há diferenças que nos fazem falta, para nos equilibrar. Por exemplo, se um é demasiado sério, o outro equilibra com a sua alegria; se um é mais gastador, o outro equilibra ao poupar mais; se um é mais infantil, o outro equilibra com a sua postura mais adulta; se um é pessimista por natureza, o outro equilibra com o seu optimismo, e por aí fora.


Por outro lado, se até nos identificamos de imediato com as semelhanças e tudo corre bem pode acontecer, com o tempo, deixar de existir novidade, ser tudo sempre igual, sem surpresas, sem o inesperado. E e, para o bem, pode ser fácil resultar. Já para o mal, afundam mais depressa.


 


 


E por aí, o que vos une mais?


Para qual dos lados da balança se inclinam mais? Preferem ter alguém igual a vocês, ou diferente, ao vosso lado?


 

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

"À Conversa com": 3 anos de entrevistas!

 


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Foi a 4 de Dezembro de 2015 que estreei a rubrica "À Conversa com...", destinada a dar a conhecer artistas/ bandas, autores e associações existentes em Portugal.


 


Aqui por este cantinho passaram todos estes convidados, ao longo dos três últimos anos.


 


 


 


 


k15771734.jpg Na música:


 



 


 


 


 


k15771734.jpg Na literatura:


 



 


 


 


 


k15771734.jpg Diversos:


 



 


 


 


 


k15771734.jpg No Teatro:


 



 


 


 


 


k15771734.jpg Associações:


 



 


 


 


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Neste 3º aniversário, não poderia deixar de agradecer a todos aqueles que, de alguma forma, contribuíram para tornar possíveis estas 134 conversas, desde os convidados, aos intermediários entre ambas as partes. 


Sem eles, nada disto seria possível.


Obrigada!

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!