
Aqui na blogosfera somos todos membros da mesma comunidade.
Muitos de nós amigos. Alguns, vizinhos próximos. Outros, apenas conhecidos.
Mas existem, a todo o instante, pessoas novas a chegar ao bairro, que nos visitam ou que visitamos, e a quem queremos dar as boas vindas.
Ora, quando conhecemos as pessoas, ou elas tomam a iniciativa de nos tratar de uma determinada forma, é fácil.
Mas, quando não conhecemos as pessoas, e somos nós a dar o primeiro passo, de que forma devemos tratá-las?
Por tu? Ou por você?
Será o tratamento por "você" demasiado formal entre bloggers?
Será o tratamento por "tu" abuso de uma certa confiança e intimidade que ainda não existe?
Já vos aconteceu querer comentar algum blogger, e surgir esta dúvida?
Olá , tenho sempre essa duvida . Começo a tratar por você , mas quando me respondem e me tratam por tu , começo a tratar por tu .
ResponderEliminarRealmente, também me deparo com esse problema. Mas como a blogosfera é um ambiente descontraído, normalmente opto por tratar por tu.
ResponderEliminarPois, por norma também tenho logo mais tendência a tratar por tu.
ResponderEliminarAcho que por aqui só trato uma ou duas pessoas por você, mas tenho sempre mais tendência a ir logo para o tu.
ResponderEliminarAqui na blogosfera tenho sempre tendência a tratar as pessoas por tu! Claro que se me tratarem por você, faço o mesmo :P
ResponderEliminarSim, acho que por ser um ambiente mais descontraído, acabamos por optar pelo tu. Mas fica mais fácil quando é o outro lado a iniciar o contacto.
ResponderEliminarFiquei sempre com essa dúvida na cabeça, não sei como hei-de tratar um blogger!
ResponderEliminarNa dúvida, tratas por tu
ResponderEliminarEu trato sempre por tu, por você parece-me muito frio!
ResponderEliminarHá, quem possa levar a mal, mas não faço com intenção de faltar ao respeito.
Bom dia! A blogosfera é um espaço completamente descontraído e, por norma, avanço logo com o "tu". E até hoje ninguém se sentiu incomodado. Ainda sou do tempo em que nas primeiras telenovelas portuguesas se assistia aos pais a tratar os filhos por "você"!
ResponderEliminarÉ quase como tratar por você pessoas que são mais novas que nós e que faria todo o sentido tratar por tu, mas que a situação assim o pede. Soa estranho.
ResponderEliminarCredo!
ResponderEliminarAinda hoje se vê isso, no dia a dia "o menino já fez isto", "a menina já fez aquilo". Eu só falo assim à minha gata, e é mesmo na brincadeira.
Acaba por fazer mais sentido o "tu" mas, se por acaso, vir que é uma pessoa mais velha e que não sei como irá reagir, prefiro começar pelo "você", até que me seja permitido um tratamento mais informal.
Já me aconteceu, por hábito, tratar bloggers por tu, e depois ficar com receio de ter abusado da sorte
Também já tive esse receio... mas quando vejo que a pessoa é bem mais velha do que eu, começo sempre pelo "você"!
ResponderEliminarEu tenho uma grande tendência a tratar por tu. E como a blogosfera é informal, nem me coloco essa questão!
ResponderEliminarParece que estamos quase todos em sintonia na forma de tratamento :)
ResponderEliminarAcho que nos devemos tratar por tu, sejam mais novos ou mais velhos. Mas, muitas vezes é difícil tomar a iniciativa.
ResponderEliminarQue engraçado, não poucas vezes me deparei com esta questão. Fico feliz de não ser a única e afinal no geral todos agem como eu. Num ambiente que considero informal, quase uma família, acabo por utilizar o "tu".
ResponderEliminarBeijinho e obrigada pelo post.
Tenho muita tendência a tratar por tu,tenho 32anos e gosto de ser tratada por tu,portanto,acho que tu é a melhor opção!!
ResponderEliminarSim, porque nunca sabemos o que quem está do outro lado vai pensar
ResponderEliminarMas, pelo menos, por aqui já temos uma ideia de que a maioria prefere o "tu"!
Sim, até porque a maior parte dos blogs que seguimos será de pessoas dentro dessas idades, mas também por cá andam bloggers mais velhos, e aí é que começam as dúvidas.
ResponderEliminarEu é que agradeço o comentário!
ResponderEliminarSim, a maior parte de nós pensa da mesma forma
Pois,pois,entendo-te perfeitamente,enfim,cada um é que sabe o que quer fazer,contudo,eu gosto de tratar sempre por tu,seja qual for a idade que a pessoa tenha!!
ResponderEliminarEntendo perfeitamente..
ResponderEliminarA dúvida persiste sempre quando não conhecemos as pessoas, depois do primeiro contacto já é mais fácil.
Eu, seja na blogosfera ou noutro local qualquer, trato desconhecidos na terceira pessoa até me darem indicações em contrário.
ResponderEliminarMas já passei os 40, por isso pode ser uma questão geracional.
Depende muito das idades, do contexto, de até que ponto conhecemos a pessoa ou temos confiança.
ResponderEliminarNo meu caso, aqui na blogosfera, prefiro que me tratem por tu, embora não me faça confusão se alguém optar por outra forma.
Sim, em alguns casos ainda há referência à idade, ou alguma informação que possa ajudar, mas noutros, acaba por ser um tiro no escuro.
ResponderEliminarMarta,
ResponderEliminarEm primeiro lugar parabéns pelo destaque.
Se ainda fôssemos Inomináveis a Ana já estava a falar disso.
Quanto ao temo assumo que sou um tanto descarado e trato quase toda a gente por tu.
Beijos.
Obrigada, José!
ResponderEliminarÉ verdade, a Ana estava sempre a par dos destaques dos Inomináveis aqui no Sapo
Eu também prefiro o "tu", mas ainda trato um ou dois por você, e não estranho. Acho que foi algo natural e que nem se colocou.
Sempre que chego a um blog novo, sinto exatamente o mesmo! Começo a tratar por você, consoante a idade que o blogger aparenta. Mas quase sempre me deixam À vontade para o tu
ResponderEliminarEu por exemplo, se chegar a um blog que me parece de alguém já com os seus 50/60 anos (embora não sei bem em que me baseie para achar isso), vou sempre começar pelo você mas, na generalidade, avanço com o tu.
ResponderEliminarSim, já.
ResponderEliminarRegra geral, analiso o estilo de escrita, a forma como interage com os outros e, por vezes, o avatar.
Pessoalmente, nem sequer gosto que os alunos tratem-me por "você".
So formos nós a comentar temos a tendência de ir para o "tu". A responder aos comentários, respondemos conforme nos trataram
ResponderEliminarAgora que penso nisso, não sei se sempre que te comento, te trato por tu ou não!
ResponderEliminarSe calhar são comentários isentos, em que não se colocou a questão.
A propósito de alunos, neste caso colegas de escola, as colegas da minha filha, uma vez, perguntaram se me podiam chamar de tia!
Em respostas fica tudo muito mais fácil!
ResponderEliminarDepende do tipo de comentário que fazes. Se mais formal ou pessoal. Contudo recorres ao tu.
ResponderEliminarFizeste-me lembrar os momentos pelos quais passei. De início, os alunos pensavam e tratavam-me por "mano", dada a proximidade de idade. Passei a primo. Entretanto, sou o "pai" para os mais pequeninos, continuando primo/tio para os do 2.ºCEB e seguintes. Nesta semana, durante a leitura de prova a um aluno com dificuldades escolares e problemas emocionais que o levaram a ser institucionalizado, pela mãe ter tido uma depressão e os avós se terem recusado ficar com ele e irmã (pasma, pois são miúdos meigos, simpáticos e sossegados), na composição escreveu que, neste Natal, "...gostaria de levar o prof. P.P. para casa". Estranhamente não me consigo "promover" ou até mesmo escrever de forma séria a este respeito. O que mais me tocou foi quando disse, de forma sincera "Eu gosto muito da minha mãe!". Sincera e inesperada. Arranjei forma de o inserir na composição, até porque estava no contexto. De seguida, após a entrega da prova, alertei a prof.ª titular para o mencionado, aconselhando-a a fotocopiar o teste, destacando a expressão, por forma a apresentar, caso necessário, à CPCJ, técnicas ou tribunal. Por um lado, desconhece-se o que é uma depressão (daquelas a sério. Não o estar deprimido). Por outro, os irmãos foram separados, cada um em sua instituição, dados os sexos serem diferentes. Não existirão outras formas de intervir?
Estou tão "abalado" com a situação que nada consigo esboçar. Eu que, como sabes, costumo ser "agressivo" na escrita... Estranho o meu papel como DT (e às vezes,somente como prof de uma turma) capaz de se meter em complicações sérias na defesa dos alunos ou algum professor e a de outros, que se calam, tudo lhes passa ao lado, mas que nas direções... Enquanto sinto-me esgotado e respondo o penso, o outro lado lambe-botas... Muitas das Escolas dos nossos dias não são a minha Escola. Não são aquela pela qual já sofri duas ameaças de morte, em terras e situações distintas.
Desculpa a desorganização do pensamento. Creio que, afinal não consigo escrever, dada a revolta para com muitos dos que me têm rodeado, nos últimos anos. Gosto de casos difíceis, de turmas barulhentas, mas que sabem fazer silêncio perante uma expressão facial, não gosto do certinho, dos que tudo sabem (saberão?),...
Este post é para mim, Marta.
ResponderEliminarSabe que cheguei e escrever qualquer coisa sobre a forma de tratamento por um motivo: penso que quem está do outro lado possa pensar " olha esta! Não me conhece de lado nenhum, entra aqui, trata-me por tu".
Sei que é meu defeito, mas na verdade fui educada a tratar as pessoas de você, senhor, senhora, não me sinto bem tratá-la por tu.
Contudo, quando me pedem ( caso da Sofia,do José da Xã, da Mula e outras pessoas), faço-o e fico grata se me tratarem por tu, até por que a idade, na minha opinião, não está em questão.
Dito isto, Marta, esteja,corrijo, está à vontade para o fazer(es) comigo.
Um bom fim-de-semana.
Um beijinho.
Pois eu sou mais-velho e blogo há muitos anos Quando comecei a blogar irritava-me era a deferência que quase todos tinham para com alguns bloguistas ("senhor professor/doutor/embaixador/etc) que eram conhecidos "lá fora" e que ainda por cima não aligeiravam o trato, mantinham (e alguns ainda blogam e mantêm a coisa). Agora, ao contrário, tem me irrita que alguém que eu não conheço - nem do bloguismo -, e pior os anónimos, me apareça a mandar bocas nos comentários e a tratar-me por tu. Se quer disparatar que me dê a terceira pessoa. Se me tratar por "você" não lhe publico o comentário. Se me der o "tu" resmungo com o atrevido
ResponderEliminarTenho muito por hábito tratar por "tu" e problema resolvido, nunca ninguém me pareceu incomodado com isso, mas é uma dúvida interessante :p
ResponderEliminarSe ninguém se sentiu incomodado é porque segue a mesma linha de pensamento. Num espaço informal, e sem que isso signifique falta de respeito, não há necessidade de cerimónias.
ResponderEliminarEu trato como gosto que me tratem. Tu.
ResponderEliminarÉ um ambiente descontraído, informal... somos todos colegas ;)
Olá Maria!
ResponderEliminarVai ser complicado porque estou tão habituada e é tão natural tratá-la por "você" que acho que o estranho agora será o contrário
Mas não me incomoda nada que me tratem por tu, por isso, vamos lá começar a treinar contigo
Bem, tanta deferência também considero exagerada demais aqui pelos blogs.
ResponderEliminarHá muito boa gente que só sabe mandar bocas e ser rudes e mal educadas, escondendo-se no anonimato.
Obrigada pela visita e comentário!
Por acaso vou escrever sobre isso na próxima semana ainda antes de ler o teu post :)
ResponderEliminaros ingleses simplificam: you. Serve para tudo!
São bem mais práticos!
ResponderEliminarFico a aguardar
Bela questão, no meu caso opto sempre por tratar por você. Se a pessoa tomar a iniciativa de tratar por tu, aí também adapto a minha forma de tratamento. Acho que é uma forma de respeito, nunca sabemos quem temos atrás de um computador..
ResponderEliminarBelo post...
Boas Festas
Costumo tratar quem não conheço por você e espero ver como me tratam.
ResponderEliminarem geral trato por tu...não me perguntes porquê, mas é instintivo
ResponderEliminareu sou defensora do tu...sempre do tu :)
ResponderEliminarDe uma forma geral, eu também avanço com o tu mas, em alguns bloggers, na dúvida, prefiro optar pelo você.
ResponderEliminarObrigada!
ResponderEliminarPois, é mesmo o facto de não saber quem está do outro lado que nos faz surgir a dúvida. É uma ambiente informal e cada vez mais se utiliza o "tu", mas há aqueles casos em que nos parece que isso soaria mal a quem está do outro lado, sem nos conhecermos de lado nenhum, e sem que tenha sido dada abertura para tal.
Boas festas!
Da minha parte, está à vontade para usar o tu
ResponderEliminarSim, há situações em que é instintivo e nem nos colocamos a questão. Noutras, já me surge a dúvida.
ResponderEliminarA minha filha chegou a ter um ou dois colegas na turma que estavam institucionalizados.
ResponderEliminarO meu marido trabalhou vários anos numa instituição de jovens em risco, só adolescentes rapazes.
Estas casas, que funcionavam como uma espécie de lar, em regime aberto, irão começar a fechar nos próximos tempos, segundo disseram, porque Portugal é um dos países que mais crianças/ jovens tem institucionalizadas, e querem começar a trabalhar com as famílias, deixando-os a cargo delas, mas com acompanhamento. Não sei até que ponto irá resultar.
Famílias de acolhimento temporário é algo que ainda é pouco comum em Portugal e que, provavelmente, dará mais trabalho, preocupações e despesas, que gratificação.
É complicado quando vemos as situações, queremos ajudar, e estamos com "os pés e as mãos atadas". E, claro, há sempre quem não se queira aborrecer, quem considere que não é sua responsabilidade enquanto professor e cidadão, quem não queira problemas, e feche os olhos.
Ainda a propósito dos familiares que rejeitam as crianças/ jovens, uma sobrinha de uma amiga minha esteve vários anos a viver com a avó, até que esta afirmou que não tinha mais capacidade para tal e, sob pena de ser institucionalizada, foi a minha amiga que assumiu a responsabilidade pela sobrinha, o que levou a várias discussões entre ela e o marido, porque a miúda era "complicada", tinha muito para superar, para trabalhar, e isso estava a prejudicar a sua própria família e, indirectamente, a filha deles.
ResponderEliminarEntretanto, a mãe veio para cá, arranjou trabalho, morada fixa, e assumiu novamente a filha, sempre com acompanhamento da assistente social, o que não impediu que a miúda começasse a faltar às aulas, a fazer o que lhe apetecesse, a perder tudo o que tinha sido construído quando esteve com a tia.
A dura realidade.
ResponderEliminarSeja como for, algumas instituições são importantes, em determinados contextos, como é o caso daqueles que estão em risco. Normalmente, o funcionamento depende de quem manda. Na generalidade, considero a maioria das freiras más.
Ignorar é tão fácil, mas para mim dói tanto...
Boa tarde. Sem dúvida nenhuma que seja em blogs, redes sociais ou pessoalmente eu por uma questão de respeito começo a tratar as pessoas por você e só trato por tu se me tratarem primeiro dessa forma havendo iniciativa da pessoa para isso. Para mim é impensável ser de outra forma. Cumprimentos
ResponderEliminarObrigada pela visita e comentário
ResponderEliminarO ideal é encontrar, se possível, um tratamento neutro!
De nada e desde já parabéns pela longevidade do blog. Queria também agradecer por publicar a minha opinião em relação a este assunto porque já tinha passado muito tempo desde as últimas respostas agradecendo também a sua opinião
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