quinta-feira, 23 de maio de 2019

Está a chegar o final de Absentia...

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... e vai deixar saudades!


A segunda temporada está, sem dúvida alguma, muito melhor do que a primeira.


Com mais ritmo, mais mistério, mais acção, mais surpresas.


Deixámos aquela primeira temporada morta, em que quase adormecíamos a cada episódio, só despertando nos episódios finais, para entrar numa nova temporada que nos consegue manter alerta e intrigados.


Apesar de relacionadas, já que os acontecimentos que estão a ser vividos agora estão, de várias formas, ligados ao que aconteceu, no passado, com a Emily, estes novos episódios trouxeram uma lufada de ar fresco à série e foi, sem dúvida, uma aposta ganha da Stana Katic.


 


 


Em relação às personagens, temos uma Emily ainda mais dura, com a mesma determinação e instintos de sempre, mas ainda muito traumatizada com o que passou ao longo dos seis anos anteriores, com esse trauma a manifestar-se, muitas vezes, de forma descontrolada. 


A principal preocupação de Emily é voltar a ter uma relação com o filho, Flynn que, a determinado momento, poderá voltar a estar em perigo.


 


O Jack, irmão da Emily, tenta refazer a sua vida, voltando ao trabalho, agora como paramédico. E gera-se um conflito entre aquele que é o seu dever enquanto médido que um dia foi, os conhecimentos que tem como cirurgião e que podem fazer a diferença entre salvar ou deixar morrer uma vítima, e aquilo que, enquanto paramédico, lhe é permitido fazer.


A certa altura, ele salva a vida de uma pessoa, devido à sua intervenção atempada e precisa. Mas, quando pensa que o chefe o vai reconhecer e, quem sabe, promover, é supreendido com uma reprimenda e o aviso de que, se voltar a repetir, é despedido.


Isto gera uma enorme frustração nele, que vai ser atenuada com um novo romance.


 


Até a Alice deixa de ser a boa samaritana, compreensiva, esposa devotada. 


Após o aborto e sem qualquer apoio de Nick, ela vai virar as suas atenções para a sua própria realização pessoal, e envolver-se com outro homem, aquele que, provavelmente, seria o último com quem deveria ter uma relação.


 


Já Nick, continua com aquele papel enfadonho, frustrado no campo profissional e pessoal. 


 


A grande supresa para mim é a personagem Cal Isaac, que vai formar dupla com Emily, de volta ao FBI, na descoberta da verdade, e resolução do caso, sendo o único apoio que ela tem, a todos os níveis, sobretudo depois da morte do amante Tommy Gibbs.


 


 


Sobre a história, começamos com um atentado, passamos para uma série de assassinatos aparentemente relacionados, e com ligação ao atentado. Entre as vítimas dos homicídios, a mãe biológica de Emily.


Na família, enquanto o pai de Emily sofre um enfarto, Flynn faz terapia e o casamento de Nick e Alice desmorona-se.


Emily continua a debater-se com as memórias do passado, que podem ser a chave para o presente, sobetudo quando começam a surgir caras e nomes familiares.


Quem estará por detrás de tudo isto?


 


 


O último episódio é já na próxima terça-feira, e não faço a mínima ideia de como irá terminar a história.


Mas, assim numa reviravolta inesperada, gostava que fosse a Alice a grande vilã!


 


 


Alguém por aí acompanha a série?


Estão a gostar?


E palpites para o grande final, há?

10 comentários:

  1. Oh Martita, gostava tanto de acompanhar, parece ser muito boa, mas não consigo!!!

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  2. Também eu, gostava que a Alice fosse a vilã , era uma grande reviravolta

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  3. O tempo não estica, e tenho várias em standby para ver.
    Neste momento, apenas sigo semanalmente Absentia, no AXN, e The Enemy Within, na Fox.
    Vai estrear amanhã Alta Mar, na Netflix, sobre um homicídio cometido a bordo de um navio. Parece ser boa. O bom da Netfliz é que podemos ver quando quisermos.

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  4. Não era!? Ela sempre ali, a apoiar, perto de todos, ficou com o marido e com o filho da Em, quase volta a destruir o irmão dela, era amiga do médico que andou a fazer experiências. E a pessoa que o matou parecia alguém que ele conhecia bem.

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  5. Boazinha e compreensível demais. E já devem estar a utilizar o miúdo, ele também teve comportamento agressivo. Era um grande final 😉

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  6. Eu tenho acompanhada esta temporada! E realmente, esta vale a pena ver.
    Também gosto do novo parceiro da Emily. Eu acho que ainda vamos ter supresas, faltam peças do puzzle.

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  7. Estou cheia de curiosidade para ver como tudo acaba, ou se ainda ficará no ar a possibilidade de uma terceira temporada.
    Também estou a adorar The Enemy Within. Só não consegui apanhar o primeiro episódio.
    No que respeita à filha, teria feito o mesmo que ela, sem hesitar. Agora, será que é tudo mesmo assim como dá a entender, ou ela é mesmo uma traidora nata?!

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  8. A Enemy Within adorei desde o primeiro episódio!
    Ela é muito inteligente, mas tenho a certeza que quer apanhar o Tal. Não acredito, que seja verdadeiramente uma traidora, mas fica a dúvida no ar...

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  9. Eu adoro Absentia, mas desculpem, apesar da Alice ser um bocadinho bem comportada demais, não acho (nem gostava) que tenha a ver com os problemas da Emily, a Alice também teve "refém".... e daí o aborto.

    Gosto também do novo parceiro que seguramente poderá ser um novo grande apoio para a Emily...

    Teno imensa pena que vá terminar a temporada/série :(

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  10. Eu gostava, por ser algo que ninguém pensaria!
    Mas não acredito que vá por aí.
    Sim, ela também foi feita refém, mas não seria a primeira vez que víamos algo do género na ficção, alguém que finge ou que se obriga a algumas marcas de guerra, para que seja a última pessoa de quem desconfiariam.
    Estou curiosa para ver qual será o grande final :)
    Quando comecei a ver, umas semanas depois de ter começado, estava naquela, se ser muito como a primeira, mas esta está muito melhor, e não me importava que viesse uma terceira temporada.

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