sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Aquele momento em que tudo nos desaparece e começamos a panicar!

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1.º Panicanço


No outro dia, estava a chegar a casa e procuro, como habitualmente, a chave de casa dentro da mala.


Não a vejo mas, como lá dentro tenho sempre mil tralhas, e nem sempre arrumadinhas, não liguei. Sabia que o meu marido estava em casa e bati à porta.


Já em casa, reviro a mala toda, e nada de chave. 


Será que perdi pelo caminho? Será que saiu sem eu dar conta, ao tirar outras coisas da mala, num dos locais onde fui? Será que a levei sequer? Terei deixado na porta no dia anterior, e alguém ma roubou?


Já estava a stressar, não só pela chave em si, mas pelo próprio porta-chaves, que me foi oferecido e tem um significado especial.


Já sem grandes opções de onde pudesse estar, e com a barriga a dar horas, ainda assim lembrei-me de ir a casa da minha mãe, onde tinha estado antes, para ver se por acaso tinha caído por lá. Não tinha muita esperança.


Ela abre a porta, pergunto-lhe se por acaso viu alguma chave e responde-me ela: "Sim, deixaste-a ali em cima da mesa!"


E eu só pensei "E não me podia ter ligado logo, assim que a viu, para eu não me preocupar!?"


 


 


2.º Panicanço


Tinha a ideia de ter estendido um par de meias mas, quando estava a arrumar a roupa, só tinha uma. Procurei no chão, no quintal, nas máquinas de lavar e secar, na dispensa, nos carapuços da camisola e casaco, não fosse lá estr enfiada, e nada.


Já tinha desistido quando, ao dobrar uma camisola, descubro a meia enfiada dentro da manga daquela!


 


 


3.º Panicanço


Também com uma meia!


Sabia que tinha estendido as duas, e que as tinha apanhado, mas voltava a só ter uma. Depois de ter procurado em todos os sítios da situação anterior, descubro-a no chão, quase debaixo do sofá.


 


 


4.º Panicanço


Porque não sou só eu que perco coisas lá por casa, estávamos a sair de casa, para ir celebrar o aniversário do meu marido, quando ele percebe que não tem a chave do carro. Procuramos nos sítios mais comuns, onde ele costuma deixar, mas não encontrámos.


Como estávamos atrasados, acabou por levar a suplente.


Ainda procurámos, mais tarde, na roupa que ele tinha vestido no dia anterior, na máquina de lavar, e nada.


Ele dizia que tinha quase a certeza que a chave tinha caído para debaixo da cama.


Andei a tirar tudo lá de baixo, mas nem sinal.


No dia seguinte, fui à entrada porque a gata me estava a chamar, olho para a máquina de secar, que estava a trabalhar, e deparo-me com a chave ali encostada ao vidro, a rir-se de nós!


 


 


Os panicanços da filha


Quase sempre, quando ela não sabe de alguma coisa, chama-me. 


Como se fosse eu que tivesse mexido nas coisas e soubesse onde ela as enfiou.


Mas a resposta dela é sempre esta "Tu és mãe, e as mães descobrem sempre tudo!"

4 comentários:

  1. Sou dos que panico imenso e muitas vezes as coisas ainda estão no meu bolso!
    Sou um cuidadoso nato... mas às vezes lá ando à procura do cartão da empresa, sem o qual não consigo entrar, ou das chaves do carro que tem sempre imensos bolsos onde ir parar!
    Boa semana.
    Beijinho.

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  2. O cartão do meu marido já foi muitas vezes lavado e secado nas máquinas, sem darmos conta!
    Beijinhos e boa semana, sem panicar!

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