quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Sonhos que davam filme

O Poder dos Sonhos


 


Ela estava a preparar-se.


Tinha vestido aquele casaco preto que comprara na Bershka.


As amigas concordaram que lhe ficava bem.


Iam à discoteca, celebrar o seu aniversário.


 


Entre os membros do grupo, estavam dois rapazes, que disputavam a sua atenção.


Ela gostava dos dois. Talvez de uma forma diferente de um deles. 


Mas não queria estar a arranjar mal entendidos, nem se chatear naquele dia.


 


E assim foram.


A música estava animada.


Ela dançou e cantou, feliz pela noite que estava a ter.


Teve a confirmação de que um dos rapazes seria sempre, e apenas, seu amigo. Ao mesmo tempo, começou a perceber os sentimentos a desabrochar, pelo outro.


 


Mas algo viria a ensombrar essa noite.


Ãlgumas das amigas começaram a sentir-se mal, e tiveram que abandonar a festa.


Em seguida, mais umas pessoas com os mesmos sintomas.


 


A noite estava a ficar estranha. Talvez fosse melhor ir embora.


Mas não sem, antes, a sua recém descoberta paixão a ter levado para um local menos movimentado, para lhe dar o primeiro beijo, como presente de aniversário.


 


Estavam, entretanto, a comentar como as pessoas pareciam ter sido drogadas, quando surge a polícia e, sem que nada o fizesse prever, levam-na para o carro, detida, deixando o suposto namorado para trás.


 


No caminho para a esquadra, e sem saber porque a tinham levado a ela, deparam-se com uma manifestação que impede o trânsito de fluir. Estão parados e ela vê nisso a oportunidade para escapar, assim a pessoa que a acompanha na parte de trás do carro colabore consigo.


 


Ao início, não tem muito sucesso mas, depois, acaba por a convencer a ajudá-la. 


E é assim que ela se escapa, e volta à discoteca, onde tudo aconteceu, para descobrir o que se passou, e porque a acusaram a ela, do que nem ela sabe.


 


À sua espera, ainda no mesmo sítio, está o namorado, que consegue, no momento em que o portão da garagem do edifício está prestes a fechar, entrar lá para dentro com ela.


O que irão descobrir, nunca se saberá porque, entretanto, acordei!


Mas deixo por conta da vossa imaginação 


 

6 comentários:

  1. Assim não vale amiga, agora fiquei curiosa mas adorei à mesma esta partilha, venham mais! Muitos beijinhos e lindo dia 🙏🌷

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  2. Também gostava de saber o desfecho, mas os meus sonhos ficam quase sempre a meio, e depois não há como retomá-los no ponto onde ficaram

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  3. Ontem comecei a escrever um excerto, mas sobre outro assunto. Uma mulher acabada de sair de uma relação de 10 anos, num jardim, a aproveitar os últimos dias de verão, a pôr a leitura em dia, sem saber que está a ser observada por uma figura misteriosa.
    O problema de escrever um livro é que me surgem muitas ideias soltas, mas pouca ou nenhuma ligação entre elas!

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  4. Há muitos anos,conheci uma senhora que se dedicava a fazer o mapa astral, um dia disse-me que devia escrever os sonhos que tinha...mas tinha de ser na altura que acordava para não se perder nada.
    Já imaginaste eu ter a caneta e o bloco de notas e registar o sonho se acordasse ameio da noite?
    Nunca o fiz.
    Quanto a este teu texto levei para algo de verdade e que tivesse a ver com a doença COVID 19.
    Ainda bem que foi um sonho.
    Espero que a dares continuidade, saia algo de afectivo, andamos todos a precisar de carinho,abraços, compreensão e tolerância.
    Beijinhos


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  5. Sabes o que era uma excelente invenção científica? Uma máquina que, ligada ao nosso cérebro durante o sono, conseguisse reproduzir em imagens aquilo que estávamos a sonhar, exactamente como no sonho, até as pessoas.
    o que acontece é que, na maior parte das vezes, se não se aponta logo, esquece-se.
    Beijinhos e bom fim de semana

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