
A chama não permanece eternamente acesa, por si só.
Umas vezes, queima até se acabar a fonte. Outras, apaga-se, pelo meio.
Algumas vezes arde mais forte que nunca. E outras, enfraquece. Quase se extingue.
Há momentos em que será necessário dar-lhe alimento, reacendê-la.
Se tudo se conjugar favoravelmente, a chama volta ao normal.
Mas, se os elementos fundamentais para a produzir não estiverem reunidos, ela não de dá.
É o mesmo que tentar acender uma fogueira com lenha molhada. À chuva. Com humidade.
É o mesmo que usar um fósforo estragado atrás do outro.
Nunca se acenderá, por mais que se tente.
É verdade amiga, quando não dá, não dá mesmo! Linda reflexão! Beijinhos, bom dia
ResponderEliminarSem duvida ...
ResponderEliminarMesmo com muita persistência!
ResponderEliminarUma vez, para acender o fogão, depois de ter avariado o isqueiro deste, fui buscar uma caixa de fósforos antiga que tinha lá por casa. Risquei os fósforos todos que lá tinha, e acabei por ter que acender com um isqueiro de cozinha, porque os fósforos ou nem acendiam ou, mal acendiam, apagavam-se logo.
Na vida as coisas também funcionam assim.
E quando assim é, há que aceitar que nada podemos fazer.
ResponderEliminarAssim são, realmente, as relações... quando a lareira se extingue, é difícil reacendê-la.
ResponderEliminarMuito bonita esta partilha.
Dia feliz Marta!