
Sabem aquela ideia romântica de uma casal apaixonado, a dormir de conchinha, agarradinhos um ao outro?
Pois, é bonita! E resulta, uma vez ou outra.
Mas esqueçam-na quando se trata de dividir, diariamente, a mesma cama!
A realidade é que, nem sempre, dormir acompanhado é bom.
- Primeiro, porque torna-se difícil dormir se algum, ou os dois, passam boa parte da noite a ressonar.
- Depois, se a tendência é para ocupar mais espaço de que o devido, o mais certo é um ficar numa ponta, enquanto o outro ocupa dois terços da cama.
- Por via das dúvidas, é sempre melhor dormir de forma a evitar acidentes, como uma cotovelada, ou um soco inesperado na cara, enquanto o(a) companheiro(a) se espreguiça.
- E, por conta destas duas últimas razões, a pessoa acaba por dormir quase toda a noite na mesma posição, e acorda no dia seguinte cheia de dores nas costas.
- Há também aqueles casais que, contra todas as probabilidades, gostam mesmo é de dormir de costas um para o outro, e não agarrados.
- Até porque isso é muito bonito mas limita-nos os movimentos. Não que queiramos andar a dançar ou fazer ginástica durante a noite mas parece que até temos receio de respirar, ou de mexer alguma coisa, para não incomodar ou acordar o outro.
- Para quem está habituado a dormir sozinho, tornar-se ainda mais complicado habituar-se a outra presença na cama.
- E se, além do(a) companheiro(a), ainda partilham a cama com animais de estimação, mais complicado se torna.
Por isso, a ter que ficar alguém, que fiquem os animais!
Imagem daqui, onde podem rir um pouco, com as restantes ilustrações:
Ahahah! Querida Marta acabaste de destruir o sono dos mais românticos que não estão habituados a dormir com o "mais que tudo". Cá em casa é mais ou menos isso. Ele ocupa bem dois terços da cama e eu contento-me com o resto. Lixei-lhe as voltas desde que durmo com a almofada de aleitamento que, para além de me ajudar a posicionar-me melhor ainda me fez "ganhar espaço". O mais engraçado é que já dei com ele agarrado ao outro lado da dita cuja que estava ali no meio de nós. Ia chorando a rir
ResponderEliminarBoa semana
ResponderEliminarAlguém tem que os acordar para a realidade, para saberem ao que vão!
Eu volto e meia, tenho um cotovelo espetado nas costas.
A minha sorte, é que o meu marido passou anos a trabalhar à noite, e dormíamos poucas vezes juntos.
Agora que mudou de trabalho e dorme mais vezes em casa, vai ser mais complicado
Beijinhos e boa semana!
Alguém que conseguiu traduzir as torturas nocturnas dos casais!!!
ResponderEliminarMesmo assim faltou a parte em que um leva o edredom quase todo, e o outro fica tapado com a ponta.
Não me recordo de ser tão traumático nos primeiros anos, aliás, recordo de dormirmos abracadinhos! Como???
Esqueci-me dessa, mas também confirmo
ResponderEliminarE mais, lá por casa temos eu, que sou friorenta e preciso de muita roupa na cama e cobertores até à cabeça, e o marido, mais esquentado, que está sempre a destapar-me, e se queixa que há demasiada roupa na cama, e não consegue dormir