quinta-feira, 19 de agosto de 2021

A Última Carta de Amor, na Netflix

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Mal vi o anúncio deste filme, soube que queria vê-lo.


Ou não fosse ele inspirado no livro de Jojo Moyes.


Mas confesso que ficou aquém das minhas expectativas.


O filme, apesar do romance e da bonita e trágica história de amor, é um pouco entediante, monótono.


Dei por mim a torcer mais pelo romance entre a jornalista e o arquivista, do que pelas outras duas personagens principais.


 


Jennifer é uma mulher cheia de vida, independente, extrovertida, que teve a pouca sorte de casar com um homem que a limita em todos os sentidos, e que não lhe dá a mínima atenção, preocupando-se, exclusivamente, com os negócios, com as aparências, com o estatuto.


Talvez por isso não tenha resistido aos encantos de Anthony, o jornalista que iria entrevistar sobre o marido.


O seu amor foi pontuado por diversos encontros e desencontros, que resultaram numa separação de cerca de 40 anos.


 


Na actualidade, a jornalista Ellie encontra algumas das cartas enviadas por Anthony, a Jennifer, e vai tentar descobrir mais sobre esta história de amor e, quem sabe, voltar a juntar o casal.


Enquanto isso, ela própria lida com os seus medos, e foge de qualquer compromisso, mesmo quando percebe que Rory poderá ser a pessoa que a fará feliz.


 


A parte mais comovente do filme é, sem dúvida, o final, quando ficamos na expectativa se Jennifer, após todos aqueles anos e a sua recusa em falar do passado, comparecerá ao derradeiro encontro com o seu grande amor.


 


A título de curiosidade, o actor Harry Bernard "Ben" Cross, que deu vida a Anthony na actualidade, faleceu em Agosto de 2020.


 


 


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