quinta-feira, 13 de abril de 2023

"Chupa: a criatura mítica", na Netflix

 


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Confesso: o que me cativou, logo no trailer, foi a criaturinha!


É mítica, eu sei.


E o filme deu-lhe todo um ar fofinho, querido e amoroso, que nada tem a ver com as habituais imagens de um "chupa-cabra", um monstro que ataca cabras e lhes suga o sangue, qual vampiro, levando-as à morte.


 


Neste filme, um cientista obstinado quer, a qualquer preço, capturar uma destas criaturas, não só para provar que, de facto, existem, como também para as estudar, uma vez que acredita que as mesmas têm "poderes" medicinais.


A juntar a esta lenda dos chupa-cabras, a história aborda também a lenda do "El Azur", um antigo campeão de luta livre que, por conta de uma lesão, teve que abandonar as competições e vive, actualmente, numa quinta.


É o avô de Alejandro, ou Alex, que o recebe no México por uns dias, a fim de conhecer melhor o neto, e para lhe dar a conhecer as suas raízes mexicanas, que Alex renega, por vergonha.


 


 


 


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Pontos positivos:


Quem resiste a esta cria bebé de chupa-cabra?


Quem resiste à amizade que se cria entre Chupa e Alex?


Quem resiste à protecção de uma mãe, ao seu filho, para o manter em segurança?


Chupa é, sem dúvida, o motivo principal para assistir ao filme, e responsável pelos grandes momentos do filme.


 


Depois, vale pela mensagem de união da família.


Da aceitação da cultura, tradições e raízes a que se pertence.


 


Há também uma abordagem aos problemas de saúde nos mais idosos, alguns causados por lesões antigas, que põem em causa a sua segurança, sobretudo se viverem sozinhos.  


 


 


Pontos negativos:


A personagem Memo é muito irritante.


Sim, é um miúdo. E quer seguir a tradição e os passos do avô mas... Não há paciência!


 


Há cenas que são, simplesmente, parvas, sem graça nenhuma, ou sem sentido.


E que acabam por retirar pontos ao filme.


 


 


 


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Para quem gosta de animais, acho que, depois de verem o filme, ficam a desejar ter um destes chupa-cabra como animal de estimação.


Por aqui, e por ser tão parecido em termos que meiguice, e até mesmo de pelo, com a nossa Amora, agora digo que tenho em casa uma "chupita", mas sem asas (embora ela ache que voa)!

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