A cada dia, chegas mais tarde...
Longe vão as manhãs em que nos brindavas, com a tua presença, ao acordar.
Agora, temos que esperar, para te ver...
A cada dia, o caminho se vai encurtando.
Continuas forte, é certo.
E continuamos a usufruir da tua companhia, o que é bom.
Mas, a cada dia, de mansinho, vais escapando mais cedo.
E mais depressa.
Porque esperam por ti do outro lado, e não te podes demorar.
A cada tarde, te vais despedindo.
Avisando-nos que os dias estão a encolher, e as noites, a crescer.
E que, em breve, não te veremos mais, ao final do dia.
O azul claro tornar-se-á escuro.
A luz natural dará lugar à artificial.
E tu, cederás o teu lugar à lua.
É um "até já".
Um "Até amanhã."
E um "até breve".
Mas volta!
ResponderEliminarBeijinhos!
Ele voltar, volta! Passa é menos tempo connosco
ResponderEliminarBeijinhos
E assim vemos as estações (e a vida) a passar...
ResponderEliminarBom fim de semana Marta.
Bonita ode ao sol!
ResponderEliminarAgora fiquemo- nos pela lua!
Beijinho
Que lindo poema!
ResponderEliminarO merece!
ResponderEliminarE como passam rápido
ResponderEliminarDaqui a pouco estamos no Natal.
Beijinhos e bom fim de semana!
Com este tempo, até ela tem andado escondida
ResponderEliminarMas já se nota bem os dias mais pequenos.
Beijinhos e bom fim de semana!