segunda-feira, 19 de maio de 2025

O fruto proibido...

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... é sempre o mais apetecido!


Já dizia o ditado, e é verdade.


Basta, a uma pessoa, não ter à sua disposição alguma coisa, para a querer.


 


Como aquelas crianças que fazem birra, e não descansam enquanto não convencem os pais a comprar um determinado brinquedo, apresentando mil motivos diferentes pelos quais o devem fazer e, depois, quando finalmente o têm na mão, brincam 2 ou 3 vezes, e perdem o interesse.


 


Porquê?


Porque já o têm.


Porque já satisfizeram o seu capricho.


E talvez porque, afinal, não queriam assim tanto. Ou queriam, mas não pelo brinquedo em si. Apenas para dizer que tinham. 


 


E isto aplica-se a tudo na vida. 


Seja bens materiais, oportunidades, ou relações.


 


Quantas vezes, temos as coisas ali à nossa frente, e nem ligamos, até deixarmos de ter, e percebermos que, afinal, queremos.


Mas, até quando?


Será um sentimento real, ou apenas a frustração da perda?


Será um mero erro cometido, que agora se quer corrigir, para não mais voltar a errar? Ou apenas um impulso do momento?


Será um desejo verdadeiro, ou pura teimosia? Inveja de quem possa vir a dar valor àquilo que desperdiçámos? 


Uma resolução reflectida e amadurecida de quem, realmente, não quer voltar a desperdiçar o que antes ignorou? Ou um capricho passageiro?


 


 

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