sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

A semana numa imagem #6


 

Por entre ameaças de novas tempestades a caminho, e das poeiras vindas de África, com dias alternados de inverno, e outros com cheirinho a primavera, ali estava o caracol, indiferente ao que pudesse vir.

Por entre alguma chuva, que insiste em marcar presença, e o sol, que desta vez está a dar luta, o caracol aproveita uma pausa, sereno.

Afinal, o que tiver de ser, será...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Bridgerton - Temporada 4


 

A quarta temporada da série Bridgerton, inspirada na história da Cinderela (ou da Gata Borralheira), tal como no livro da autora, Julia Quinn, já está disponível na Netflix.

Devo confessar que esta temporada, dedicada ao filho Benedict e à sua amada Sophie, não me cativou muito nos primeiros episódios.

De uma temporada para a outra, parece que algumas personagens ficaram parvas.

A Rainha, é mostrada como uma déspota, que só pensa em si, que manda em tudo e todos e, agora, até a Lady Whistledown quer controlar.

O Anthony, quando regressa, também parece que voltou ao tempo em que não acreditava no amor, mais parvo, e não apoia minimamente o irmão.

O próprio Benedict, em certos momentos, mais valia estar calado. Foi injusto e insolente para com a mãe.

Depois, já não há paciência para todas aquelas futilidades, bailes, caça aos herdeiros para assegurar casamento.

Quanto à história, propriamente dita, foi no primeiro baile da temporada que Benedict conheceu Sophie, ainda que não fizesse a mínima ideia de que se escondia por detrás da máscara. 

Desde então, ficou obcecado com essa mulher que não faz ideia quem era, nem onde encontrar, ou procurar.

Entretanto, conhece e apaixona-se por Sophie. Mas ela é apenas uma criada, pelo que a relação está, inevitavelmente, condenada.  

Na verdade, Sophie é filha ilegítima de Lorde Penwood e foi tratada, após a morte deste, pela madrasta, como uma mera serviçal, mais ao jeito de escrava, até representar uma ameaça para os planos de Araminta de casar a sua filha com Benedict.

Araminta nunca gostou de Sophie, e só a manteve por perto para ganhar dinheiro, por cada ano que a tivesse ao seu encargo. Roubou, também, o dote que o falecido marido tinha deixado para Sophie.

Rosamund representa a irmã má. Posy, a irmã boa, que vai ajudar Sophie a escapar das garras de Araminta, e da prisão.

Portanto, toda a temporada, para além de abordar a busca de Benedict pela mulher do baile de máscaras, vai centrar-se no amor proibido entre Sophie e Benedict, já que o casamento entre eles nunca será aceite ou bem visto pela sociedade, sendo ela uma filha ilegítima.

Assim, poderão, algum dia, estes dois, ficar juntos?

Será o amor de Sophie e Benedict suficientemente forte para enfrentar toda uma sociedade? 

Estarão, eles, dispostos a viver toda a vida isolados, até da própria família, em nome do amor?

Já sabemos que os Bridgerton, por norma, conseguem sempre dar a volta, levar a bom porto as suas convicções, e privilegiar o amor, acima de tudo.

Conseguirão eles, também, desta vez, resolver a situação?





segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

1ª Companhia

 


Vinte anos depois, a TVI voltou a repetir o reality show que recria a recruta militar, sendo os recrutas pessoas relativamente famosas em Portugal.

E digo relativamente famosas porque acredito que alguns eram desconhecidos de muitos de nós.

Catorze concorrentes, um comandante (também ele repetente neste formato), três instrutores residentes e três enfermeiras foram o elenco principal deste programa.

Muitos dirão: mais um reality show!

Mas este acaba por ser diferente. 

A começar pelo cariz militar.

Ali os concorrentes não se limitam a apanhar banhos de sol, a falar mal uns dos outros, e a passar todo o programa à sombra da bananeira.

Na Quinta dos Melos, onde se situa a base da companhia, os recrutas têm uma vida dura pela frente: disciplina, rigor, exercício físico, obedecer a ordens.

Outra diferença é a aprendizagem que levam, e leva quem assista ao programa, nomeadamente, no que se refere a orientação, sobrevivência, superação de limites, defesa pessoal ou manobras básicas de suporte de vida, entre outros ensinamentos.

No entanto, mais do que isso, ali promove-se o espírito de corpo, a união, a camaradagem, a entreajuda.

Para o sucesso do formato, contribuiu a entrega total da apresentadora Maria Botelho Moniz, que entrou no espírito desde o primeiro instante e fez, inclusive, um treino na pista de obstáculos com os recrutas.

Os instrutores, com claro destaque para o instrutor Bruno Marques que mostrou que, por detrás da disciplina, do respeito, e de um certo e necessário distanciamento, está alguém sensível, humano, e humilde.

E, claro, os recrutas.

Destacou-se, desde o início, o Filipe, pelo seu humor, pela sua personalidade, pelas situações caricatas e divertidas que nos proporcionou do início ao fim.

Se o programa foi só "paz, amor e união"?

Não!

Houve algumas intrigas, guerras, discussões.

Curiosamente, a maior parte dessas pessoas acabaram por ir saindo, uma a uma, ficando os melhores para o fim.

No pódio, merecidamente, aquele que era, também para mim, o top três: Rui, Soraia e Filipe.

Qualquer um seria um justo vencedor. O Rui e a Soraia pela vertente militar. O Filipe por ter sido aquele que mais audiência deu, no bom sentido.

Venceu o Rui. Incompreendido, demorou a integrar-se por isso mesmo. Não teve uma estadia fácil, várias vezes nomeado pelos colegas, uma delas pelo próprio comandante pela sua "insolência". 

Mas deu a volta. E levou o prémio.

A final, que decorreu na passada sexta-feira, foi de emoções. Para eles. E para quem assistia.

Vai deixar saudades!


 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

A semana numa imagem #5

 

 


Esta semana, as tempestades acalmaram, e voltámos a ver sol. 
Nas caminhadas entre casa e trabalho, sem pressa para fugir ao mau tempo, e sem guarda-chuva a tapar a visão, sempre deu para ir observando as flores que enfeitam as bermas.
Voltámos a ver outra cor, em vez do já habitual cinzento. 
Ou preto e branco.
A vida fica mais bonita quando se enche de todas as cores.
Quando nos brinda com luz!




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Dois sismos em dois minutos

 



A Natureza anda revoltada com o Homem.

E está a dar claros sinais de que não está satisfeita.

Depois de todo o rasto de destruição, deixado após as sucessivas tempestades, parte do país voltou a tremer.

Desta vez, literalmente.

Dois sismos em, aproximadamente, dois minutos.

O primeiro às 12.14h, com epicentro localizado a cerca de quatro quilómetros a Oeste-Noroeste de Alenquer, e uma profundidade de 14km.

O segundo às 12.16h, com epicentro epicentro a 14 quilómetros de Vila Franca de Xira e 41 quilómetros da Amadora, e uma profundidade de 12km. 

Ambos de magnitude 4,1 na escala de Richter.

Os sismos em si não provocaram mais do que o susto, de quem não estava minimamente à espera, e ficou, por momentos, na dúvida se teria mesmo sido um sismo ou qualquer outra coisa.

Porque, acredito, nós por cá, até podemos estar a contar com tempestades, ou com fenómenos meteorológicos estranhos. Até apagões. 

Mas raramente pensamos em sismos.

Por isso, é caso para dizer que, para já, felizmente, abanámos, mas não caímos,

No entanto, tendo em conta que os mesmos ocorreram em zonas que já estão vulneráveis e em risco, não se poderá descartar que ainda se venham a verificar estragos decorrentes destes abanões.

Posteriormente, foram registadas duas réplicas, às 15.15h e 15.16h, no concelho de Alenquer, de 2,2 e de 2,4, respetivamente, na escala de Richter.

A Natureza vai-nos dando sinais.

Cabe-nos interpretá-los. Levá-los a sério. Prepararmo-nos. Prevenirmos.

Porque, algum dia, não será apenas um sinal. Nem um aviso.

Será a sério.



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Distância

 


Pode, a distância emocional, ser um reflexo da distância física?

Uma consequência desse afastamento físico? 

Ou representará, pelo contrário, a confirmação da já inexistente proximidade emocional, mais visível agora à distância?

Podem, duas pessoas, outrora próximas, tornar-se estranhas?

Pode, a conversa entre ambas, resumir-se a meia dúzia de frases?

Ter-se-ão esgotado, de tal forma, os temas de conversa, a ponto de falarem, como meros conhecidos, sobre meteorologia, à falta de qualquer outro assunto?


Pode, a distância física e temporal, atenuar ou apagar sentimentos? 

Ou, pelo contrário, realçar a fragilidade ou insuficiência deles?

Pode, a distância física e temporal, originar saudade?

Ou, pelo contrário, criar uma habituação à nova realidade? 

Uma aceitação do novo normal, a ponto de se deixar de sentir falta?



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A semana numa imagem #4



Foi assim que esteve, aqui em Mafra, toda a semana.
Nevoeiro de manhã à noite.
Sem se conseguir ver grande coisa à nossa frente.
Até o Palácio Nacional de Mafra esteve escondido.


 


terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Um comboio de tempestades e o descarrilamento do país

 


Para quem começou o ano com aquela esperança própria dos recomeços, depressa a terá perdido por conta das intempéries que têm afectado Portugal.

Enfrentar dois meses de chuva, de vento, de nevoeiro, de frio, já é complicado em termos emocionais. Para algumas pessoas, até, físicos.

Neura, dores no corpo, saturação, cansaço. 


No entanto, as tempestades provocaram muito mais do que isso.

A Kristin foi a pior. Deixou um rasto de destruição, sobretudo na zona de Leiria.

A seguir, veio o Leonardo que, não sendo tão feroz, acabou por agravar o que já não estava bem.

E sem dar tempo para tréguas, a Marta.

Nesta altura, o caos já estava instalado, com muitas pessoas desalojadas, negócios destruídos, mortes. 

Zonas sem água e sem electricidade, nem comunicações.

Regiões isoladas devido a deslizamentos de terras, abatimento das estradas, ruas inundadas, rios transbordados.


É certo que ninguém está preparado para a força da natureza.

Mas também é fácil de perceber que Portugal não está minimamente preparado para nada.

Nem para incêndios. Nem para cheias. Nem para fenómenos extremos de vento. 


Falta prevenção. Faltam meios. Faltam soluções. Falta rapidez na resolução.

Não podemos viver sob o lema "casa roubada trancas à porta".


E já está aí mais uma, para não perdermos o ritmo - Nills.

Mas, mesmo sem tempestades anunciadas, o certo é que entre uma e outra, não para de chover.

E os riscos aumentam a cada dia que passa, a cada chuva que cai, a cada nova tempestade que surge num curto período de tempo.


Para muita gente, 2026 fica marcado, e não pela positiva.

O ano em que Portugal descarrilou devido a este amaldiçoado comboio de tempestades.

Agora, resta esperar por melhores dias, para fazer a única coisa que se pode fazer: reconstruir, reerguer, seguir em frente.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Sullivan's Crossing


 

Estreou, na Netflix, a primeira temporada de Sullivan´s Crossing, uma série, à semelhança de Virgin River, baseada nos livros da autora Robyn Carr.

Com apenas 10 episódios, emoções não faltam. 

E é a prova de que, por vezes, as pessoas são mais do que aquilo que mostram. Ou talvez não.

De que os relacionamentos são complicados. 

De que os filhos são, quase sempre, quem mais sofre com a separação dos pais.


Sullivan's Crossing é a prova de que há laços inquebráveis, por maior que seja o afastamento. E de que há lugares que tornam as pessoas mais felizes, por mais tempo que tenham estado longe.

É a prova de que cada um tem as suas próprias dores. Os seus fantasmas. Os seus medos. A sua história. Os seus segredos.


O que leva um pai a manter-se afastado da filha que nunca quis perder, durante mais de quinze anos?

Como é que a separação abrupta do pai, e a situação com que se deparou, ao regressar, afectou a filha, ao ponto de se sentir "substituída"?

Que papel tiveram a mãe, e o padrasto, neste afastamento?


A história começa com  Maggie a receber um prémio pela sua carreira na medicina para, logo em seguida, ser detida por corrupção, e acusada de negligência, após a morte de um paciente que atendeu.

Com a vida virada de pernas para o ar, Maggie decide refugiar-se em Sullivan's Crossing, junto das pessoas com quem viveu no passado, como Frank e Edna, e o seu pai, Sully.

É lá que irá, também, rever a sua amiga Sidney, e conhecer Cal, por quem se irá apaixonar.


É em Sullivan's Crossing, e ao enfrentar algumas situações mais complicadas por ali, que Maggie começa a encarar a sua carreira, a sua vida, e as suas relações, de uma outra forma.

Aos poucos, algumas verdades vão sendo reveladas. E mudam tudo. Fazem questionar tudo.


Adoro o casal Frank e Edna!

São casa, são colo, são sabedoria. São abraço. São consciência. São coração.


Já Sully, é muito mais do que um homem, aparentemente, desligado ou casmurro.

É um pai amargurado, com um grande peso em cima, de culpa, de mágoa, de arrependimento, de impotência.

É um homem bondoso, que ajuda todos mas se esquece de ajudar a si mesmo.

É aquela pessoa que tem os melhores sentimentos, e as melhores intenções mas, quando os quer mostrar, sai-lhe tudo mal, e acaba por sofrer ainda mais.


Quanto a Maggie, talvez os contratempos que lhe aconteceram tenham servido para ela encarar todas as áreas da sua vida, de uma outra forma.

O término do seu namoro com um homem ciumento e possessivo.

A constatação de que, enquanto médica, nunca pode esquecer de que está a tratar pessoas. Pessoas com famílias. Pessoas para quem esses pacientes são a única família.

É, também, a aportunidade para esclarecer tudo o que nunca foi falado, e fazer as pazes com o pai. Perceber as razões dele. O porquê de as pessoas, quando amam, deixarem ir.

E de perceber que, embora a mãe e o padrasto sempre a tenham apoiado desde a separação, talvez esse apoio não tenha sido assim tão benéfico.


Personagens que não gosto, e que dificilmente mudarei de ideias: Andrew e Lola.

O primeiro, é uma verdadeira "red flag", para além de ser um homem que valoriza as aparências, o luxo, a vida citadina.

A segunda, uma sanguessuga, invejosa e ciumenta. Por mais que tenha sofrido, nada justifica as suas atitudes. 


Destaco ainda, para além das paisagens, a excelente banda sonora que acompanha toda a série.

Com quatro temporadas, ainda não se sabe se será renovada para a quinta.


Ainda assim, vale a pena ver!


terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Os "calhaus" desta vida

 



No programa 1ª Companhia, da TVI, foi proposto, pelo comandante, aos recrutas, criarem e apresentarem um espectáculo a este, e aos instrutores e enfermeiras. 

Desafio que aceitaram de bom grado e com entusiasmo.


O espectáculo foi apresentado e o público, cá fora, aplaudiu de pé. 

Apresentadores, comentadores, espectadores, todos adoraram. 

Todos consideraram um momento divertido.


Durante a apresentação, vemos um comandante a desfrutar do espectáculo. 

Um instrutor com sorriso disfarçado. 

Um outro instrutor, a determinado momento, emocionado.

Uma instrutora a rir e aplaudir.

As enfermeiras, receptivas. 


E depois, temos um instrutor com uma cara trancada, com olhos capazes de fulminar os recrutas enquanto estes actuavam, a tomar notas.

Para quê? Pois, não sei...

Pelos vistos estava a avaliar a prestação.


Era suposto ser um momento descontraído, em que os militares se abstraem por uma horinha que seja, das regras, da formação, dos treinos, da disciplina e rotina militar.

Uma pausa para convívio entre todos.

Mais: bem ou mal, com menor ou maior capacidade, todos estavam ali a apresentar-se, a entreter as pessoas que os desafiaram a tal.

Portanto, o mínimo que se esperava, era alguma manifestação que fosse - um aplauso, um agradecimento pelo empenho.


Mas depois, existem os "calhaus" desta vida, que não sabem distinguir dever, de lazer.

Que acham que tudo deve girar em torno da vida militar.

Como se alguém, no pouco tempo que tem para se abstair dessa exigência fosse, precisamente, divertir-se com algo relacionado com aquilo que enfrentam diariamente?


Que acham que são superiores, e que nada do que os outros fazem é digno de elogio, ou de mérito.

Ora porque é descontextualizado. Ora porque não está enquadrado com a vida militar. Ora porque não houve grande criatividade.

Eu gostava de ver uma inversão de papéis: os instrutores e comandante a actuarem para os recrutas!

A ver onde andaria a criatividade deles. Sobretudo, a dos "calhaus".


E ainda falam em falta de decoro.

Poupem-me.

Como se fossem uns santos.

Como se os militares, de uma forma geral, fora da base, não bebessem uns copos, não andassem a meter-se com as raparigas, não se divertissem.

Como se muitos, na vida real, não fossem frequentadores das famosas "casas das meninas"!


O comandante esteve bem na sua chamada de atenção aos instrutores, para que despissem a capa naqueles momentos e mostrassem, para lá da rigidez, o seu lado humano.

E que quem está a presenteá-los com uma actuação, merece um aplauso, uma reação, um agradecimento. 


É verdade que pode-se gostar mais ou menos, achar muita ou nenhuma piada.

Eventualmente, dar sugestões para próximos espectáculos.


Mas daí a criticar tudo e todos (à excepção de um recruta), a acusar estes de estarem mais focados em promover as suas carreiras individuais, vai uma grande distância.


Convém relembrar que a 1ª Companhia é um programa de televisão, um reality show onde estão artistas das mais diversas áreas, exceptuando a Noélia, e que aceitaram o convite não só pela experiência em si mas, em grande parte, para se darem a conhecer, ou para tentarem alavancar ou dar um novo impulso às suas carreiras.


Portanto, quando proposto um espectáculo, é normal que cada um escolha a área em que se sente mais à vontade, e aproveite o momento para brilhar.


E, verdade seja dita, calhaus à parte, o desafio foi superado e a TVI, por certo, agradece a audiência!


Imagem: https://tvi.iol.pt/






segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Pessoas Que Conhecemos Nas Férias, na Netflix

 



Dois estranhos, que se conhecem nas férias de forma inusitada, tornam-se melhores amigos ao longo dos anos.

E todos os anos, nas férias, combinam uma viagem a dois onde Poppy é, como sempre, a Poppy, e Alex se transforma no "Alex das férias", muito mais extrovertido e descontraído.

Nesse tempo, cada um deles vai tendo as suas relações amorosas. 

Alex, termina e recomeça constantemente com a sua namorada de sempre, Sarah. Poppy, vai estando com parceiros diferentes.

É inegável que Poppy e Alex se complementam, fazem sobressair o melhor um do outro, ficam bem juntos, e estão a apaixonar-se um pelo outro. 

Mas se, para Alex, isso parece tornar-se claro, Poppy tenta contrariar os sentimentos.

 

O resultado? 

Alex pede Sarah em casamento, afasta-se de Poppy, e ficam sem falar durante dois anos.

E Poppy, perde toda a inspiração e não consegue escrever nada sobre as viagens que faz.

 

Agora que David, irmão de Alex, vai casar, e convida Poppy para o casamento, ela tem a oportunidade de rever o amigo, de tentar fazer as pazes. Quem sabe, retomar a amizade. Ou algo mais...

Mas, será que Poppy está preparada para isso? Conseguirá ela dar-se, a si própria, a oportunidade de ser feliz?


Não sendo uma daquelas grandes histórias de amor, o filme é muito divertido, e vale a pena ver!





A semana numa imagem #6

  Por entre ameaças de novas tempestades a caminho, e das poeiras vindas de África, com dias alternados de inverno, e outros com cheirinho a...