sábado, 3 de dezembro de 2011

Ler - um prazer para a vida

 


"A vida não poderia estar a correr melhor a Evan Casher: com apenas 24 anos, é já um realizador de documentários famoso e é feliz com a namorada, Carrie. Após um telefonema urgente da mãe, faz uma viagem inesperada a Houston. Aí encontra a mãe brutalmente assassinada e escapa por pouco a uma tentativa de homicídio. Raptado do local do crime por um mercenário enigmático movido por razões desconhecidas, Evan vê-se confrontado com a dura realidade: toda a sua vida não passa de uma mentira meticulosamente construída."


 


 


Ler é, para mim, um dos maiores prazeres que a vida me pode dar!


Filha de um homem que desde pequena me despertou o gosto pela leitura, que me tantas vezes me levou com ele à Biblioteca Municipal, incentivando-me a escolher livros que me interessassem, não foi difícil criar este hábito tão saudável e construtivo.


O meu pai já leu muito, ainda hoje lê, e muito embora tenha apenas a 4ª classe, posso afirmar com toda a certeza que ele é um homem culto!


Um homem que já escreveu, ele próprio, um livro. Não se preocupou se as vendas não foram famosas ou se não teve sucesso, era o livro dele, sobre o que ele quis escrever. 


E assim se poderá dizer que, me influenciou igualmente para a escrita! Talvez seja uma capacidade inata, ou talvez hereditária!


No fundo penso que, no meu caso, a leitura e a escrita se complementam - foi através dos livros que fui cultivando este meu estilo próprio de escrever e de me expressar!


Houve uma época da minha vida em que "devorava" livros - nessa altura tinha tempo de sobra para me dedicar a esse prazer, e fazia-o diariamente.


Quer fossem livros a mim oferecidos, requisitados na Biblioteca, ou emprestados, havia sempre um para me acompanhar.


Na sua maioria, eram romances ou policiais, ou sobre temas e situações problemáticas da vida.


Os romances faziam-me sonhar, viajar, criar as minhas próprias histórias!


Já os policiais, davam-me adrenalina, suspense, mistério e deixavam-me presa até ao final!


Curiosamente, nunca gostei de livros de poesia. Mas também não podemos agradar a todos, e gostos não se discutem!


Hoje em dia, apanham-me mais facilmente a ler livros de histórias infantis à minha filha. Com o pouco tempo livre que disponho, quando não estou a trabalhar, a cuidar da casa ou da minha filha, ou a namorar, posso dizer que leio em média um livro por ano!


E que saudades que eu tenho de ler, cada vez mais sinto essa necessidade. Preciso de me voltar a sentir presa a uma história interessante, de me cultivar, de me inspirar...


Ontem, enquanto andava às compras, parei em frente às prateleiras repletas de livros - ora pegava num, ora pegava noutro...e pensei "Porque não comprar um? Também mereço!"...Difícil foi decidir qual deles seria o feliz contemplado! Apetecia-me levá-los todos - desde o "Casada à Força" ao "Caderno da Maya", de Nicholas Sparks a Danielle Steel, do "Pânico" ao "Adrenalina", eram todos tão interessantes, tão cativantes...


Mas elegi para sucessor do "Desespero", do Vladimir Nabokov, o "Pânico", do Jeff Abbott!

5 comentários:

  1. Marta, se possível depois da leitura divida conosco as tuas impressões sobre o livro, pois de minha parte eu adoraria conhecer este livro através de teus olhos. Já leu Connan Doyle? É o autor do Sherlock Holmes...ou o Thomas Harris? É o autor do Silêncio dos Inocentes (a saga Hanniball).

    Abraço e bom final de semana

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  2. Comecei a lê-lo este fim de semana e o que posso, para já, dizer é que me apetecia lê-lo de uma só vez!
    É quase como estar a ver um filme tão bom que nem sequer queremos intervalos, para descomprimir, comer qualquer coisa e ir à casa de banho!
    Não arredamos do sofá e com os olhos colados ao ecrã, a seguir cada cena.
    O livro começa com suspense logo na primeira página, e a partir daí é acção contínua, sem sabermos o que vai acontecer a seguir, qual daquelas personagens é confiável ou está do lado negro...
    E, por enquanto, mais não digo - aguardam-se as cenas dos próximos capítulos!
    Ainda não li nada do Connan Doyle nem do Thomas Harris, mas o género de livro agrada-me bastante.
    Obrigado pelas sugestões!

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  3. Amor como sempre fazes óptimas escollhas por isso acredito plenamente que fizes-te uma excelente escolha no tipo de livro que escolhes-te. Fazes sempre escolhes interessantissimas e desta vez acredito não tenha ficado atrás mas sempre posso ler o livro contigo ou podes me contar a história pessoalmente o que é sempre mais interessante não desfazendo. Um beijo enorme para a minnha namorada que é super inteligente!

    Ass: André Ferreira

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  4. Para mim ler também é um dos maiores prazeres da vida. Como ainda estou a estudar, só nas férias tenho tempo para devorar livros, coisa que faço sem o mínimo de esforço, o que é uma pena. Na minha opinião todos deveriam ler com regularidade, não só porque estimula o cérebro mas porque ajuda a relaxar. Espero que consiga ler esse livro que comprou recentemente e que lhe dê tanto prazer que consiga encontrar um espacinho, por mais pequenino que seja, no seu dia só para desfrutar do prazer da leitura.

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