domingo, 11 de março de 2012

O Salto


 


E se, de repente, eu me atirasse ali para baixo, caísse na água, e me deixasse ir ao fundo?


Não, não estou com tendências suicidas!


Até porque tenho vertigens e, muito dificilmente, me conseguiria aproximar deste cenário!


Mas a verdade é que, por vezes, vivemos tão intensamente a nossa vida, sempre com uma imensidade de assuntos para gerir (e digerir), coisas inadiáveis para fazer, decisões para tomar...


Vivemos em modo de aceleração, e estamos tão habituados a esse ritmo que quase parecemos programados para ele.


Acontece que, em certos momentos, o cansaço surge de tal forma, que damos por nós a desejar um travão, um botão stop para carregar, um apagão momentâneo que nos permita desligar do mundo real, nem que seja por meros segundos.


E se realmente déssemos o salto? Se realmente nos desligássemos e estivéssemos a ir ao fundo? 


Haveria alguém que nos puxasse para cima?... 


 


 


 

1 comentário:

  1. Estarei cá sempre para te puxar para cima sempre que o teu mundo estejas a ir a baixo e sempre que tiveres cá em cima nunca te deixarei cair para baixo! Amo-te muito minha pequenina!

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